dez
23
2011

A ALEGRIA DA ESPERA

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Esperar algo nem sempre é bom, pois causa em nós o sentimento de ansiedade e expectativa. Quanta alegria de uma mãe ao esperar nove meses para ver o fruto do seu ventre nascer. Ela sofre, mas ao chegar o filho a alegria toma conta e as dores do parto já não tem mais força.

Os olhos dos pais brilham ao ver os filhos que chega de uma viagem, porquê esperou um, dois ou até três anos para vê-los. Esperamos anos para ver uma árvore dar frutos.

Esperar, esperar, esperar.

Assim é nossa vida de cristão. Nem tudo o que queremos e desejamos acontece conforme nossa vontade.

Temos um Deus justo e fiel que tudo sabe de todas coisas. Precisamos exercitar o ato de esperar, desde as mais simples á as mais complicadas situações de nossa vida.

Como tenho esperado as promessas de Deus?

Tenho murmurado?

Meu irmão. Minha irmã,”Espera no senhor e tem coragem”.

A palavra de Deus não mente quando nos diz: “Felizes são aqueles que esperam no senhor”.

Não desista, espere com paciência. Se creres verá á glória de Deus na sua vida. Estamos juntos.

Deus Abençoe

Adailton Batista

nov
22
2011

Entoai salmos, cantai e celebrai o Senhor

Santa_CeciliaA Palavra nos diz: “Entoai juntos salmos, hinos e cânticos inspirados; cantai e celebrai o Senhor de todo o vosso coração.” (Ef 5,19). O Senhor, que nos criou desse jeito, sabe muito bem o efeito que a música tem sobre nós. Muitas vezes, no Antigo e Novo Testamento, a ordem de Deus é: “Cantai ao Senhor um canto novo”. (Sl 96,1a) Cântico novo é a Canção Nova.

Existe uma canção nova, uma música nova que é do homem novo, da nova criatura, do mundo novo. Música de Deus, que faz nova todas as coisas. Existe igualmente uma canção velha. É a música do homem velho, da velha criatura: Não do espírito, mas da carne. Se a canção nova faz um grande bem, se ela constrói em nós o homem novo, a música velha é sempre um estrago: não somente ela destrói, mas na verdade, pela sua própria origem, ela é um elemento destruidor do homem novo. Ela é um “desastre”. Você já começa a tirar muitas conclusões e tire mesmo.

Não resta dúvida de que a música descansa, relaxa… Você pode até mesmo quebrar o silêncio do ambiente onde entrou e está sozinho com uma música. É até saudável: ninguém estava aí para acolher você, a música acolhe, lhe faz presença, envolve com um certo calor humano. Quebra a solidão, tira a monotonia.Mas é preciso assumir uma atitude ativa. Você escolhe quebrar o silêncio colocando música. Você faz um ato consciente. Além disso, é preciso escolher a música. Ninguém pode, não podemos deixar-nos invadir pela música velha.

Precisamos selecionar, ter critérios e usar de coerência. “Afinal de contas o que estou buscando com essa música? O que estou tentando preencher em mim? O que estou tentando esconder?” Muito sério! A música não é um material “inocente”. Não existe música “neutra”.

Pela nossa vida precisamos ter a mente e os sentimentos de Cristo. Somos feitos para cantar a glória de Deus. Precisamos ensaiar desde agora. Há muito pouco tempo de ensaio. Logo, logo, o Maestro virá e não tardará!

Santa Cecília, rogai por nós.

Seu irmão,
Pe. Jonas Abib

nov
11
2011

As palavram podem curar

7513706_sH7NYQuando nos determinamos a fazer o bem, nunca estamos sozinhos, porque Deus está sempre conosco. Aquilo que o ser humano mais precisa é o amor e podemos manifestá-lo com as palavras.

O Senhor está perto de quem o invoca. Salmo 144.

Um dia queria dizer para uma amiga, via twitter o quanto eu a amava e amo, mas não sabia como.

Rezei com este salmo e o Senhor me respondeu no meu interior:

Diga apenas bom dia e que Eu o Senhor a vejo.

Obedecendo a moção do Espirito Santo eu twittei: Bom dia, O Senhor te vê.

Logo ela respondeu, obrigado era só isso que precisa ouvir de Deus.

Adailton Batista

mai
15
2011

Dia internacional da família. Um palavra no Monsenhor Jonas para todas as famílias

220696“O lar é o lugar propício para a santificação. Marido e mulher, pais e filhos, são como facas que se amolam uma na outra.

A santidade acontece dentro desse “tubo de ensaio” que Deus preparou cuidadosamente. É aí que Deus quer formar os seus santos: mulheres santas, homens santos, pais e filhos santos.

É na família, por mais difícil que seja, que o Senhor quer formar os seus santos.

A nossa casa é santa, porque proveio de Deus. Apesar de todos os problemas, foi Deus quem a quis. Sua família não é simplesmente vontade humana, mas vontade do Senhor! Ela se iniciou no altar, pelo Sacramento do Matrimônio. Sua casa é santa e precisa conservar-se santa!

Hoje, é importante que cada família faça uma “Cruzada” para reconquistar esse lugar santo – que é o nosso lar − para Deus. Sua família é um lugar santo! Tão santo como o lugar onde Jesus nasceu, morreu, celebrou a Eucaristia, derramou o Espírito Santo, subiu aos céus…

Nossa casa é um santuário. É o lugar onde Deus quer que a nossa família se santifique. Assim como o templo é santo, nossa casa é santa. Nossa família é e precisa ser canteiro de santidade.

Deus o abençoe!”

Monsenhor Jonas Abib

“A família é o Santuário da vida”.

Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida. O Concílio Vaticano II já a tinha chamado de “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).

fev
14
2011

Até aqui foi bom

Olá galera do gente de fé!
Para o melhor desempenho do meu trabalho na evangelização por meio da internet, estou agora postando no http://blog.cancaonova.com/metanoia meu blog no portal de blogs da Canção Nova. Visite e divulgue.

Mas este blog aqui não será deletado, servirá de alguma forma para futuras pesquisas e evangelização.

Nossa missão é evangelizar!

Abraço, e que Deus lhes abençoe!

jan
25
2011

A boa do dia :: O Evangelho

Certo dia, uma seguidora do meu perfil no twitter me disse:    orando

Bom dia @adailtoncn, qual é a boa de hoje?

Eu respondi com um RT!

Bom  dia, a boa de hoje é o Evangelho, pois a palavra de Deus sempre será uma “Boa Nova”.

Depois que retwittei fiquei pensando no que disse!

Realmente, vivemos em meio a um turpilhão de informações, que a cada instante chega pelo twitter, e os logins  da rede.  É tão natural receber notícias – e cada nóticia – pela rapidez e agilidade, que quando ouvimos uma palavra de Esperança  do Evangelho, parece ser também natural.

Embora deveria ser diferente, e precisa ser. O Evangelho, precisa causar em nós sempre uma expectativa nova, um novo ardor, uma nova visão de vida, independente pelos meios que Ele é anunciado.

Disse ontem Bento XVI que:  A verdade do Evangelho não é algo que possa ser objeto de consumo ou de fruição superficial, mas dom que requer uma resposta livre.

Enfim nós cristão não podemos ser conhecidos apenas pelo nome de cristãos,  que levamos no peito, nas camisetas, nos perfis da rede, mas pelo testemunho pessoal e coerente que damos de Cristo no anuncio e vivencia do Evangelho.

Não percas as oportunidades de testemunhar Jesus hoje na sua vida!

Deus abençoe seu dia!

Adailton Batista

Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.

Confira homília do Padre José Augusto nesta terça-feira pela TV Canção Nova

jan
25
2011

A voz do Pastor :: Conectados com o PAPA

Mensagem do Papamidias1701 para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais

Boletim da Santa Sé

Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital

Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião do XLV Dia Mundial das Comunicações Sociais, desejo partilhar algumas reflexões, motivadas por um fenômeno característico do nosso tempo: a difusão da comunicação através da internet. Vai-se tornando cada vez mais comum a convicção de que, tal como a revolução industrial produziu uma mudança profunda na sociedade através das novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, também hoje a profunda transformação operada no campo das comunicações guia o fluxo de grandes mudanças culturais e sociais. As novas tecnologias estão a mudar não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma, podendo-se afirmar que estamos perante uma ampla transformação cultural. Com este modo de difundir informações e conhecimentos, está a nascer uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão.

Aparecem em perspectiva metas até há pouco tempo impensáveis, que nos deixam maravilhados com as possibilidades oferecidas pelos novos meios e, ao mesmo tempo, impõem de modo cada vez mais premente uma reflexão séria acerca do sentido da comunicação na era digital. Isto é particularmente evidente quando nos confrontamos com as extraordinárias potencialidades da internet e a complexidade das suas aplicações. Como qualquer outro fruto do engenho humano, as novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira.

Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano.

No mundo digital, transmitir informações significa com frequência sempre maior inseri-las numa rede social, onde o conhecimento é partilhado no âmbito de intercâmbios pessoais. A distinção clara entre o produtor e o consumidor da informação aparece relativizada, pretendendo a comunicação ser não só uma troca de dados, mas também e cada vez mais uma partilha. Esta dinâmica contribuiu para uma renovada avaliação da comunicação, considerada primariamente como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas. Por outro lado, isto colide com alguns limites típicos da comunicação digital: a parcialidade da interação, a tendência a comunicar só algumas partes do próprio mundo interior, o risco de cair numa espécie de construção da auto-imagem que pode favorecer o narcisismo.

Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida. O envolvimento cada vez maior no público areópago digital dos chamados social network, leva a estabelecer novas formas de relação interpessoal, influi sobre a percepção de si próprio e por conseguinte, inevitavelmente, coloca a questão não só da justeza do próprio agir, mas também da autenticidade do próprio ser. A presença nestes espaços virtuais pode ser o sinal de uma busca autêntica de encontro pessoal com o outro, se se estiver atento para evitar os seus perigos, como refugiar-se numa espécie de mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual. Na busca de partilha, de «amizades», confrontamo-nos com o desafio de ser autênticos, fiéis a si mesmos, sem ceder à ilusão de construir artificialmente o próprio «perfil» público.

As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades. Esta é uma grande oportunidade, mas exige também uma maior atenção e uma tomada de consciência quanto aos possíveis riscos. Quem é o meu «próximo» neste novo mundo? Existe o perigo de estar menos presente a quantos encontramos na nossa vida diária? Existe o risco de estarmos mais distraídos, porque a nossa atenção é fragmentada e absorvida por um mundo «diferente» daquele onde vivemos? Temos tempo para refletir criticamente sobre as nossas opções e alimentar relações humanas que sejam verdadeiramente profundas e duradouras? É importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida.

Também na era digital, cada um vê-se confrontado com a necessidade de ser pessoa autêntica e reflexiva. Aliás, as dinâmicas próprias dos social network mostram que uma pessoa acaba sempre envolvida naquilo que comunica. Quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais. Segue-se daqui que existe um estilo cristão de presença também no mundo digital: traduz-se numa forma de comunicação honesta e aberta, responsável e respeitadora do outro. Comunicar o Evangelho através dos novos midia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele. Aliás, também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia. Nos novos contextos e com as novas formas de expressão, o cristão é chamado de novo a dar resposta a todo aquele que lhe perguntar a razão da esperança que está nele (cf. 1 Pd 3, 15).

O compromisso por um testemunho do Evangelho na era digital exige que todos estejam particularmente atentos aos aspectos desta mensagem que possam desafiar algumas das lógicas típicas da web. Antes de tudo, devemos estar cientes de que a verdade que procuramos partilhar não extrai o seu valor da sua «popularidade» ou da quantidade de atenção que lhe é dada. Devemos esforçar-nos mais em dá-la conhecer na sua integridade do que em torná-la aceitável, talvez «mitigando-a». Deve tornar-se alimento cotidiano e não atração de um momento. A verdade do Evangelho não é algo que possa ser objeto de consumo ou de fruição superficial, mas dom que requer uma resposta livre. Mesmo se proclamada no espaço virtual da rede, aquela sempre exige ser encarnada no mundo real e dirigida aos rostos concretos dos irmãos e irmãs com quem partilhamos a vida diária. Por isso, permanecem fundamentais as relações humanas diretas na transmissão da fé!

Em todo o caso, quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana. A web está a contribuir para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual, de certeza compartilhada. Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10). A proclamação do Evangelho requer uma forma respeitosa e discreta de comunicação, que estimula o coração e move a consciência; uma forma que recorda o estilo de Jesus ressuscitado quando Se fez companheiro no caminho dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35), que foram gradualmente conduzidos à compreensão do mistério mediante a sua companhia, o diálogo com eles, o fazer vir ao de cima com delicadeza o que havia no coração deles.

Em última análise, a verdade que é Cristo constitui a resposta plena e autêntica àquele desejo humano de relação, comunhão e sentido que sobressai inclusivamente na participação maciça nos vários social network. Os crentes, testemunhando as suas convicções mais profundas, prestam uma preciosa contribuição para que a web não se torne um instrumento que reduza as pessoas a categorias, que procure manipulá-las emotivamente ou que permita aos poderosos monopolizar a opinião alheia. Pelo contrário, os crentes encorajam todos a manterem vivas as eternas questões do homem, que testemunham o seu desejo de transcendência e o anseio por formas de vida autêntica, digna de ser vivida. Precisamente esta tensão espiritual própria do ser humano é que está por detrás da nossa sede de verdade e comunhão e nos estimula a comunicar com integridade e honestidade.

Convido sobretudo os jovens a fazerem bom uso da sua presença no areópago digital. Renovo-lhes o convite para o encontro comigo na próxima Jornada Mundial da Juventude em Madri, cuja preparação muito deve às vantagens das novas tecnologias. Para os agentes da comunicação, invoco de Deus, por intercessão do Patrono São Francisco de Sales, a capacidade de sempre desempenharem o seu trabalho com grande consciência e escrupulosa profissionalidade, enquanto a todos envio a minha Bênção Apostólica.

jan
21
2011

ORAÇÃO :: “Se queres podes curar-me…”

Foto: Adailton Batista

Maristela Saraiva - foto: Adailton

“Se queres podes curar-me…

Se quiseres.. podes Senhor.

Cura-me de todo mal que me afasta de Ti

De todo pecado que me deixa longe de Tua graça.

De todo medo que me impede de caminhar em Tua direção.

De toda falta de Fé , que me faz duvidar do Teu amor.

De todos os sentimentos que me tornam fraca e incapaz de te enxergar.

De toda mornidão que só me afastam da Tua santa presença.

Ilumina Senhor as trevas que me querem devorar.

Santifica os pensamentos que me levam a pecar.

E dá-me a paz que só em Ti posso encontrar.

És meu único bem, meu auxílio e proteção.

Contigo não há mal que eu tema .. não temerei
comigo estás e sempre me sustentarás.”

Maristela Saraiva

Comunidade Canção Nova

jan
18
2011

Ser portador da paz!

155791_172617952759504_100000339009045_419454_506949_n“A paz é “o dom messiânico por excelência”, mas é também “um valor humano para promover a coesão social e política, mas tem suas raízes no mistério de Cristo”. Bento XVI

Somos humanos, somos gente! Por onde passamos deixamos marcas e traços de nossa personalidade. Há partir dos valores e conceitos que cremos, deixamos bons ou maus exemplos.

Hoje o Senhor nos convida a sermos portadores da PAZ. Paz não só no sentido de não promover a violência, mas ser portador da paz que vem de Deus… Paz que é DOM e GRAÇA do Espírito Santo… PAZ de Espírito.

Quem nunca passou perto de alguém e sentiu aquela “PAZ”?… esta ou aquela pessoa passou a paz pela sua presença porque era, e é portadora de Deus, estava cheia de Deus.

Vamos tentar viver hoje esta passagem do Evangelho: “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.” Mateus5,9

Leia na íntrega:  Mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz 2011

Deus lhe abençoe !

@Adailtoncn

jan
15
2011

Nenhuma instituição fez e faz tanta caridade como a Igreja

imagemMuito se fala sobre a riqueza da Igreja, o ouro do Vaticano, entre outros. A Igreja, incumbida por Jesus de levar a salvação a todos os homens, precisa de um “corpo material”, sem o qual não pode cumprir sua missão. O Vaticano possui cerca de 180 núncios apostólicos espalhados pelo mundo. No último Concílio, o do Vaticano II, Papa João XXIII reuniu cerca de 2.600 bispos de todas as nações, no Vaticano, durante 3 anos… Que chefe de Estado faz isso?

Em 1870, na guerra de unificação da Itália, a Igreja perdeu seu território pontifício de 40 mil quilômetros quadrados; ficando apenas com o pequeno espaço de hoje: 0,44 km², em 1929, pelo Tratado do Latrão. Os objetos contidos no Museu do Vaticano foram doados aos Santos Padres por cristãos e pertencem ao patrimônio da humanidade. De acordo com esse tratado [de Latrão], a Igreja não pode vender ou doar qualquer bem que esteja no Museu Vaticano. Não há motivo, portanto, para se falar, maldosamente, da “riqueza do Vaticano”.

Qualquer chefe de Estado, de qualquer pequeno país, tem à sua disposição, no mínimo, um avião. Nem isso, o Papa tem. Além disso, o Vaticano tem um órgão encarregado da caridade do Sumo Pontífice, o Cor Unum. No final de cada ano, é publicada no jornal do Vaticano, o L’Osservatore Romano, a longa lista de doações que o Papa faz a todas as nações do mundo, inclusive o Brasil, especialmente para vencer as flagelações da seca, fome, terremotos, entre outros. São doações que o Santo Padre faz com o chamado “óbulo de São Pedro”, arrecadado dos fiéis católicos do mundo todo. A Igreja Católica, nestes dois mil anos, sempre fez e fomentou a caridade. Muitos hospitais, sanatórios, leprosários, asilos, albergues, etc., são e foram mantidos pela Igreja em todo o mundo. Quantos santos e santas, freiras e sacerdotes, leigos e leigas, passaram sua vida fazendo caridade… Basta lembrar aqui alguns nomes: São Vicente de Paulo, Dom Bosco, São Camilo de Lellis, Madre Teresa de Calcutá… a lista é enorme!

Hoje, 25% de todas as entidades que assistem os aidéticos são da Igreja. Nenhuma instituição fez e faz tanta caridade como a Igreja. Ela é muito rica, sim, espiritualmente. Na verdade, ela é rica desde sua origem, porque seu Criador é o próprio Deus; é d’Ele que vem toda a riqueza dela. Ela é o próprio Corpo de Cristo (cf. I Cor 12,27). Ela é rica também porque é a Igreja dos santos, dos mártires, dos profetas, dos apóstolos, das virgens e viúvas santas, dos padres, dos pontífices, dos confessores, e de uma multidão de fiéis que, no silêncio da fé, oferecem suas vidas a Deus. Essa é a verdadeira riqueza da Igreja.

Foto Felipe Aquino