Category: Namoro Cristão

Até que a morte os separem!

By André Quintana Bittencourt, 22 de agosto de 2010 22:16

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente  perguntou em voz baixa: “Por quê?”

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim  a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” ,disse  Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.

Eu não consegui dirigir para o trabalho…. fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia…Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi:  “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

(Fonte: Autor desconhecido)

Minha História de Namoro – Parte 3

By André Quintana Bittencourt, 31 de agosto de 2009 10:07

Julho de 2001 – Um novo momento

Exatamente no dia 23 de julho de 2001, comecei a trabalhar na Canção Nova. Entrei em uma vaga no telemarketing, trabalhando das 19hs até 1h da madrugada. No inicio achei maravilhoso, tinha um dinheirinho fixo no fim do mês e tinha tempo livre durante o dia para continuar com os produtos promocionais. Algumas pessoas me questionaram sobre aceitar trabalhar nessa vaga, sendo que eu era formado em Processamento de Dados (técnico), dizendo que aquilo não era pra mim. Bom, o que tenho a dizer, é que foi uma experiência bacana. Nunca fui bom em ouvir as pessoas, lá aprendi a silenciar para escutar. Um mês depois de ter cido contratado, a empresa e nós claro, começamos a passar por um processo de capacitação para trabalhar com um novo sistema que estava sendo implantado. Durante o processo de implementação, quem é do ramo sabe que um sistema em uma empresa não se implanta do dia pra noite, fui identificando diversas falhas de segurança e consistência. Não passou muito tempo e já estava amigo do pessoal da empresa responsável pelo sistema. Apesar de quase não ter contato com meu superintendente na época, por trabalhar a noite, ele ficou sabendo do que ocorria. Alguns meses depois e já estava sendo transferido para o setor de TI da Canção Nova (evoluir dentro de qualquer empresa, só depende de nós). O fato que a mudança me concedeu o primeiro aumento de salário e foi com ele que eu e a Cris com a ajuda de nossos pais compramos o terreno de nossa casa. Isso já estamos falando de 2002, e por falar em 2002, foi no dia 24 de junho de 2002 que ficamos noivos. Foi um passo na fé, pois não tinhamos nada pra poder casar.

Como nunca ficamos fechados em nosso mundinho, eu e a Cris resolvemos promover encontro de namorados ao qual demos o nome de I ENamorados. Chamamos alguns amigos pra nos ajudar: Anderson e Daisy (na época namorados), José André e Denise (casados e já tinham trabalhado com encontro de casais) e a Iva (psicóloga), minha amiga de infância. Realizamos alguns encontros pra namorados e foi uma experiência muito positiva. Interessante que a pouco tempo, num domingo mesmo na missa, eu e a Cris encontramos um casal que fizeram o encontro conosco e hoje estão casados com um filhinho de 1 ano e meio.

O fato de organizar encontros para namorados, fez com que aumentasse a cobrança minha e da Cris pela santidade de nosso namoro. Não é fácil!! Mas com a exposição que o trabalho com os namorados nos dava, perece que ficava mais difícil ainda.

Uma coisa que pra nós foi fundamental, e não é novidade alguma, foi o fato de aprofundarmos a amizade entre os 7 que formam o grupo. Nos encontramos mensalmente para rezar, partilhar, conversar, conviver… enfim. Aprofundamos tanto nossa amizade que desde 2002 nos encontramos. Essa é uma dica muito boa pra vocês que estão namorando. Verdadeiras amizades em Deus nos fortalecem para a caminhada. Perdi as contas das vezes que desabafei no grupo e das vezes que desabafaram comigo. O apoio que um dá ao outro no grupo foi e é fundamental para mim e para a Cris.

E aí!? Vale a pena questionar: Você em seu namoro tem espaço para os amigos?

2003 – O desejo de casar… (aguarde a continuação)

Minha História de Namoro – Parte 2

By André Quintana Bittencourt, 30 de julho de 2009 22:40

Bom pessoal… Seguindo com a história.

Com as viagens nos finais de semana para tocar em encontros e shows, um novo mundo se abria para mim. Além de tocar com o Mensagem Brasil, passamos a acompanhar a Adriana que recentemente tinha lançado seu primeiro trabalho. Em 98, música católica era um pouco diferente e nem sempre os organizadores de eventos tinham condições de bancar uma banda quando ela vinha de muito longe. Por esse motivo, em um mesmo evento faziamos show com Mensagem Brasil, Adriana e Ziza Fernandes. Viajei muito nesse ano.

O mundo da Cris era diferente, ela continuava firme nos trabalhos do grupo de oração Volta Israel e nas organizações de encontros para jovens. Mas nem sempre podia contar com minha presença. Ahhh, ainda tinha o fato de estar fazendo os encontros vocacionais para a Canção Nova. Fiz todos os encontros e no último decidi parar e dar um tempo. Não sabia se entrava na Comunidade Canção Nova, se continuava o namoro, se permanecia no Mensagem Brasil e depois quem sabe entrasse para a comunidade Mensagem… No fim de 98 estava meio confusa as coisas na minha cabeça.

Neste ano nosso namoro foi se fortalecendo pela partilha. Partilha das coisas que iamos vivendo cada um nos seus trabalhos. Os momentos de conversa eram muito valorizados e desde o início tivemos um namoro muito caseiro. Não eramos de sair muito. Sempre iamos a missa aos sábados e domingos, as vezes passavamos em uma pastelaria, ou alguma festa de aniversário, mas logo estavamos na casa da Cris. Aliás na maioria das vezes era da missa para a casa dela rssss…

1999 – A aventura de empreendedores

Passei o início deste ano praticamente parado com relação a música. Inicio de ano no Brasil é lento… dizem que o Brasil só funciona depois do carnaval rsss… O fato que isso serviu para que pudesse refletir sobre a situação financeira. Tinha parado minha faculdade em 1996 no 2º ano, e estava recentemente desempregado. Já havia decidido que não iria entrar para a comunidade Canção Nova, restava saber se a música católica iria me dar segurança. Pelo início do ano ficava cada vez mais evidente que se escolhece pela música iria ser dificil a caminhada. Bom… pesando prós e contras, pensando nas atividades que havia deixado na paróquia, resolvi dar um tempo com a música e me dedicar aos trabalhos no grupo de jovens e tentar algum emprego.

Nesta época, a Cris conheceu através de uns amigos do Rio de Janeiro uma máquina que estampava camisetas. Parecia uma boa alternativa. Resolvemos comprar a máquina juntos e trabalhar. Ela já estava na Canção Nova trabalhando desde 97 e eu aproveitei meu tempo livre e me dediquei a isso. Tenho que confessar que não tenho nenhum jeito pra vendedor. Estampavamos as camisetas em casa, enchia umas bolsas e saia de porta em porta. Meses depois ainda com as camisetas abrimos uma barraquina na feira, mais alguns meses e abrimos uma loja. Mas lembre que disse que não levava jeito pra vendedor. Mais alguns meses e estavamos fechando a loja, tão rápido como abrimos. Mudança de ramo. Passamos a produzir produtos promocionais. No início deu muito certo. Já era fim do ano 2000. Vendiamos muito bem de julho até dezembro, mas quando chegava em janeiro as vendas iam praticamente a zero. Definitivamente não dava pra viver disso e eu particularmente já tinha percebido que vida de micro empresário não era pra mim.

Julho de 2001 – Um novo momento… (aguarde a continuação)

Oficina Namoro Cristão

By André Quintana Bittencourt, 13 de julho de 2009 9:21

Estou colocando os vídeos para que você possa entender a inspiração e o projeto Namoro Cristão.

COMO ACONTECEU

A INSPIRAÇÃO

OS DEZ PRINCÍPIOS DE UM NAMORO CRISTÃO

O QUE LER E ONDE BUSCAR

OS 5 DESAFIOS DO NAMORO CRISTÃO

O GRUPO E AS FERRAMENTAS

Você também encontra esses vídeos disponíveis em nossa Webtv e em nosso canal no youtube.

Deus abençoe vocês!

O que é Castidade?

By André Quintana Bittencourt, 12 de julho de 2009 22:58

Se alguém tem dúvida e mesmo se você não tenha, vale a pena conferir. Veja o vídeo:

Depois disso aí, não preciso dizer mais nada.
T+ pessoal!!!

Minha História de Namoro – Parte 1

Como prometi, vou começar a contar a história do meu namoro com minha esposa. Pretendo com isso, mostrar a você que vale a pena investir em um relacionamento e que existem sim relacionamentos verdadeiros baseados em valores cristãos hoje em dia.

Como nos conhecemos

Estudamos na mesma escola, mas não na mesma sala. Nesse período tivemos contato em um grupo de jovens chamado Shalom, onde tinhamos um grupo de amigos em comum. Nada além disso. Depois a Cris foi estudar fora, fazer faculdade e perdemos o contato, poucas vezes rolava algum “oi” quando nos esbarravamos durante as férias.

O Reencontro

Aconteceu em 1997, quando começamos participar de um núcleo de grupo de jovens. Neste grupo de jovens começamos a alimentar uma amizade muito verdadeira. Partilhavamos nossas vidas e Deus usava um ao outro para curar as experiências negativas que tivemos em nossos relacionamentos. Nessa fase foi curioso que busquei na Cris somente uma amizade mesmo, e inicialmente ela fez o mesmo, mas nela já brotava um algo a mais. Depois ela me contou que nesse período ela não queria dar o braço a torcer …rssss

Sem querer fiz ela sofrer um pouco nessa fase, pois eu gostava de outra pessoa e partilhava as minhas experiências com ela… imagina… ela me dando conselhos de como me acertar com a outra pessoa (uma das coisas em que me conquistou… a fidelidade da amizade). E detalhe, nesses nove meses, não foi só uma pessoa com quem quase namorei e ela escutando todas as minhas histórias…

Cultivamos essa amizade, partilhando vida, lendo livros juntos e trabalhando no grupo de jovens. Até que no dia 24 de dezembro de 1997 às 23:37 (gostou da precisão né rsss…) após a missa de natal, começamos a namorar.

É o inicio de uma nova fase, não só amigos, mas agora também namorados. Você deve estar pensando… puxa nove meses!!!! Agora ela deve estar feliz, pois ela venceu!!! Sim verdade, mas o fato de estarmos namorando não garantia nada e hoje vejo que principalmente ela tinha medos e incertezas. No início de 1998, comecei a tocar com o Eugênio Jorge no Mensagem Brasil, o que garantiu a maioria dos finais de semana desse ano viajando. Além disso, iniciei o caminho vocacional para a Comunidade Canção Nova. Isso queria dizer que se entrasse pra comunidade teriamos que parar o namoro por um tempo.

Com certeza na cabeça dela e na minha tinhamos muitas incertezas, mas a amizade e cumplicidade era grande.

Bom pessoal, isso foi o início… até a próxima.

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