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Mensagem interessante que recebi por e-mail

By André Quintana Bittencourt, 19 de maio de 2010 10:03

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
” Baby, eu adoro torrada queimada.”
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
“Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.  A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou  um melhor empregado, ou cozinheiro!”
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Essa é a minha oração para você, hoje. Que possa aprender a levar o bem, o mal, as partes feias de sua vida colocando-as aos pés do Jesus. Porque afinal, Ele é o único que poderá lhe dar um relacionamento no qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor.”
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, e com amigos.
Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração Dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as acolheu e valorizou.

(fonte: e-mail pessoal)

Padres Pedófilos e a Pedofilia – Ponderações

By André Quintana Bittencourt, 26 de abril de 2010 21:24

Caro Leitor, em algumas partes do mundo – também no nosso País – têm surgido escândalos provocados por padres pedófilos (há também outros vários escândalos ligados à vida sexual dos sacerdotes). Na Europa, sobretudo, a imprensa e certos ambientes da Igreja ditos progressistas vêm procurando associar esses tristes e inaceitáveis casos ao celibato. Eis algumas ponderações que gostaria de fazer:

1. Há, sim, na Igreja, sacerdotes pedófilos. É triste, é vergonhoso, mas é verdade. Eles não estão nela porque a Igreja os promove e os acolhe… Há sacerdotes pedófilos, como há pastores evangélicos pedófilos, pais de família pedófilos, professores pedófilos, juízes pedófilos, médicos, psicólogos, militares e jornalistas pedófilos… Nem mais nem menos! Aliás, como já acenei neste blog, a grande maioria dos abusos de menores dá-se no recinto do próprio lar. Quando era padre acompanhei muitos desses dramas dolorosos e de difícil resolução… Então, por que aparecem muito mais os casos de padres pedófilos? Por vários motivos. Eis alguns: (1) É muito mais difícil para um sacerdote se esconder, (2) os casos com padres são mais divulgados pelo potencial de escândalo e de atrair atenção, (3) há o contato de muitos padres com jovens coroinhas e jovens educandos nas escolas católicas, (4)em alguns países há uma indústria mafiosa para arrancar dinheiro da Igreja com casos de pedofilia verdadeiros ou forjados…

2. Associar a pedofilia ao celibato é pura má fé! Uma coisa é totalmente independente da outra. Um pedófilo pode mascarar-se por baixo do ministério sacerdotal como pode encapar-se num casamento! E são tantos! O celibato é um dom de Deus para a Igreja e, que fique bem claro: não há nenhuma propensão do Papa e do episcopado de suspender a disciplina atual, que exige o celibato dos sacerdotes! A crise de vocação não é motivada pelo celibato, como também a crise de fidelidade não tem no celibato sua causa! A crise é de fé, não de celibato!

3. É preciso deixar claro o seguinte: o atual processo de secularização, de banalização do sagrado, da redução do sacerdócio a uma profissão e do padre a um fazedor de pastoral – esquecendo a ontologia mesma do sacerdócio, isto é, a essência, o ser mais profundo do padre, que pelo sacramento da Ordem torna-se um homem de Deus, um outro Cristo, um homem inteiramente consagrado “às coisas de Deus” -, é isto, precisamente, que leva ao relaxamento e ao enfraquecimento da vida moral de tantos padres. Há uma tendência, até mesmo em certos setores da Igreja, de ver o padre de modo secularizado, tirando-lhe todo o sentido sagrado e místico. Até na nomenclatura, quantas vezes, em tantos ambientes teologicamente doutros, evita-se chamar o padre de sacerdote para denominar-lhe simplesmente presbítero… é de fé católica e é indispensável recordar: o padre deve ser um homem de Deus, um homem sagrado e consagrado, um homem cujo modo de ser e de viver deve trazer claramente as marcas do Eterno!

4. Nunca esqueçamos: somos pecadores! O padre, como qualquer outro ser humano, é membro de uma humanidade ferida, com falhas, com más tendências, com fraquezas. Os padres são assim, os casados são assim, a humanidade toda é assim! O cristianismo ensina claramente que todos somos marcados pela ferida do pecado original. Não somos certinhos, bonzinhos, cheirosinhos! Somos lavados por Cristo, salvos por Cristo, recuperados, curados pela cruz de Cristo! Não é por acaso e não é jogo de cena que ao início de toda Missa comecemos por bater no peito pedindo perdão. O pecado é uma realidade concreta, forte, próxima, presente na nossa existência. Contra o pecado é necessária a vigilância, a oração, a mortificação, uma profunda adesão ao Senhor. Nunca nos deveríamos assustar com o pecado, mas olhar para o remédio, que é Cristo, e dele fazer uso! Sempre houve padres com más tendências na área sexual-afetiva. Muitos desses conseguiram superar e integrar suas misérias com uma vida espiritual séria e devota. Com a oração, a sincera busca da direção espiritual, a confissão e os demais meios que a Igreja nos oferece para buscar a santidade, é possível ir superando as feridas e quedas e ser um santo sacerdote, um verdadeiro homem de Deus. O padre, o cristão não são uns impecáveis, mas pessoas a caminho no seguimento de Cristo, olhando para ele, nele colocando a esperança, nele procurando o perdão e nele crescendo dia por dia, até o Dia eterno. O problema é que com a secularização e o relativismo atuais, tudo parece permitido, tudo é jogado na conta da misericórdia de Deus, tudo é resolvido psicologicamente! Penso que um dos maiores problemas para uma verdadeira e leal vivência do celibato dos padres é, precisamente, a secularização, isto é, a mundanização, a perda da consciência e dos sinais de uma clara identidade que mostra que o sacerdote é um homem de Deus. Muitos na Igreja alegam que os sinais de uma identidade (no agir, no rezar, no modo de viver, no vestir, no modo de se divertir…) são uma capa para esconder insegurança e vida dupla… Não concordo de modo algum! Há, realmente, aqueles, que se prendem de modo exagerado e patológico a sinais externos, como as vestes eclesiásticas e paramentos, descuidando-se de outros aspectos importantes e até mesmo do cultivo de uma piedade profunda, madura e integrada, de um zelo pastoral verdadeiro, de uma simplicidade de vida, sem ostentações ou luxos e sem excessivas preocupações materiais. Mas, daí, a se afirmar, como é costume hoje em muitos meios da Igreja, que valorizar o sagrado do sacerdócio é sinal e sintoma de hipocrisia, de carreirismo, de exibicionismo, de auto-afirmarão e mascaramento, é realmente um passo muito comprido e serve somente para justificar o outro extremo: a secularização, a vida sem piedade, uma compreensão do sacerdócio de modo simplesmente humano, funcional e mesmo profissional…

5. Vivemos num mundo complexo, paganizado, em crise de valores… Os jovens que entram no seminário não vêm do céu, mas do mundo. É fácil tirar o menino do “mundo”, mas tirar o “mundo” do menino, como é difícil. Aqui a urgência de uma formação seminarística que dê mística sacerdotal sólida, madura e profunda aos candidatos ao sacerdócio, também a necessidade de conhecer a dinâmica afetiva dos seminaristas. É preciso ter bem claro: um rapaz que não consiga ser casto no celibato não pode, de modo algum, ser padre! Um rapaz com tendências pedófilas tem que ser imediatamente mandado embora do seminário. Do mesmo modo, um sacerdote que se mostra incapaz de viver seu celibato deve ser aconselhado a deixar o exercício do ministério e, no caso de pedofilia, deve ser realmente excluído do exercício do sacerdócio: deve ser demitido do estado clerical. Quanto à tão propalada condescendência de Igreja com padres pedófilos no passado, é bom não esquecer que não se tinha nem de longe idéia da extensão e da gravidade da situação dessas pessoas pedófilas… O problema da pedofilia na sociedade é uma realidade que emergiu há poucas décadas atrás e ainda nos surpreende a todos!

6. É bom também que se saiba que na Igreja há o Direito Canônico: ninguém pode ser condenado sem uma acusação formal, sem ser antes advertido, sem o direito de defender-se. Não é justiça e é contra a caridade promover pura e simplesmente uma caça às bruxas. Como também é pecado grave de omissão por parte da autoridade eclesiástica simplesmente fechar os olhos para os escândalos e delitos dos sacerdotes: é necessário tomar corajosamente as medidas cabíveis!

7. Uma coisa importante: a infidelidade de muitos não pode deixar na sombra a fidelidade heróica e silenciosa de muitos e muitos tantos que, no dia-a-dia, sem aparecer em jornais, dão um esplêndido testemunho de amor a Cristo e aos irmãos. Que ninguém duvide: a grande maioria de nossos padres vive com alegria e amor a Cristo o seu celibato e é digna de todo o respeito e toda a confiança de nossa parte! Os católicos devem ter muito cuidado com uma imprensa em geral anticristã e sensacionalista, preocupada não com a verdade, mas com o escândalo. Quanto já se tentou incriminar o Santo Padre dos mais variados modos! Quanto já se deturpou atitudes e palavras do Papa! Que inferno fizeram os meios de comunicação com o caso da menina do aborto de Alagoinha, em Pernambuco… Até quando seremos ingênuos, achando que os meios de comunicação transmitem a mais pura verdade, sem escusos interesses por trás da notícia?

8. Uma última observação: nos momentos de glória e beleza da vida da Igreja (como, por exemplo, no sepultamento de João Paulo II) é fácil estufar o peito e declarar-se católico. O católico verdadeiro, o verdadeiro filho da Igreja, é aquele que nos momentos de dor e de escândalo, quando a Igreja é apedrejada, chora com sua Mãe católica, crava os olhos em Cristo, reza e permanece fiel. Para este, vale a palavra do Salvador: “Fostes vós que permanecestes comigo em todas as minhas tribulações!” Nunca esqueçamos: o mundo não está preocupado com o bem da Igreja ou das vítimas da pedofilia, mas com o escândalo, o sensacionalismo e a imposição hipócrita do politicamente correto. É só!

Escrito por Dom Henrique

Mudando referenciais

By André Quintana Bittencourt, 1 de abril de 2010 11:59

Talvez o mundo mude amanhã. Mas isso não é provável. As mudanças no mundo são lentas, apesar de toda a corrida que alguns de nós enfrentamos todos os dias.

Ainda assim, seu mundo pode mudar de modo impressionante, nas próximas 24 horas. Na verdade, pode mudar na próxima hora. Porque tudo o que você está vendo, sentindo e tudo ao que você está reagindo, o faz porque existe um mundo real e um mundo “filtrado”.

A forma como vemos o mundo é chamada de “paradigma”, palavra grega que foi “reapresentada” ao mundo científico por Thomas Kuhn em seu livro “A Estrutura das Revoluções Científicas”, que mostrou que todas as grandes revoluções aconteceram devido a mudanças na forma de ver o mundo, na ruptura com o modo como estávamos olhando para o universo. A ciência não mudou, depois de Kuhn, nós mudamos.

Essa é a parte curiosa. Todos nós filtramos o universo de acordo com nossas próprias expectativas, crenças e princípios de vida. Por isso, uma mesma cena pode comover uma pessoa e não causar absolutamente nada em outra. Cada uma delas teve uma diferente reação àquilo que viu com um filtro mental diferente.

Stephen R. Covey, conta uma história que viveu no metrô de Nova York. Veja o que quero dizer:

“Eu me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova York. As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semi-cerrados. Era uma cena calma, tranqüila.

Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente.

O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.

Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse: – Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?

O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:

- Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.

Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente.

O mundo não mudou, não é? Mas você mudou, ao ler o texto. Mudou de paradigma, e isso causou uma diferente reação em seu corpo. Você e eu nunca vemos a realidade total. Vemos apenas uma parcela dela, que selecionamos, em grande parte inconscientemente.

A única prisão real que você têm, está em cima dos seus ombros. E só você tem a chave mestra. Como afirmava Henry David Thoreau: “as coisas não mudam; nós mudamos”.

Por: Stephen Covey (Autor do livro os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes).

Testemunho de Fé fantástico

By André Quintana Bittencourt, 13 de novembro de 2009 8:03

Olá pessoal…

Confesso que conheço muito pouco da vida política deste homem, José de Alencar, atual vice-presidente. Mas seu testemunho de fé que venho acompanhando ao longo do seu tratamento contra o cancer é admirável.

Em entrevista a GNT no programa com Marília Gabriel, Alencar diz:

“… se Ele quiser me levar, Ele não precisa de cancer pra me levar. E se Ele não quiser que eu vá, não há cancer que me leve!”

Testemunho muito forte de fé em Deus nas vitórias sobre o cancer.

Acompanhe o trecho da entrevista em que Alencar fala sobre o cancer.

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1156593-7822-JOSE+ALENCAR+DIZ+QUE+JA+ESTA+QUASE+CURADO+DO+CANCER,00.html

Você gosta de filmes e livros?

By André Quintana Bittencourt, 24 de agosto de 2009 21:29

Pessoal…

Tem muita coisa boa por aí e muita gente lendo ou alugando filmes  que não agregam muita coisa as nossas vidas. Então o que acham?

Tudo bem… também gosto de filme de comédia, ação, fição etc… Mas precisamos ser críticos ao assistir um filme ou ler um livro.

Bem … a idéia é trocarmos figurinhas sobre o que já vimos e lemos. Ok!? Você topa?

Então entre no grupo Filmes e Livros e vamos conversar…

Abraços e Deus abençoe vocês!

Flores de Marcela, o caso que abalou o mundo

By André Quintana Bittencourt, 5 de agosto de 2009 14:03

O vídeo que você verá agora, é a resposta aos abortistas que defendem a execução da criança(aborto) com anencefalia.

Você ficará impressionado com que vai ver.


Os abortistas tentam de todas as formas fazer com que o aborto seja legalizado.

Para isso eles fazem o que for preciso, passam por cima de tudo e de todos, manipulam informações, inventam pesquisas, omitem as consequências do aborto, forjam dados,etc.

Tudo isso porque precisam defender a ideologia e o lucro deles.

Para chegar ao objetivo que querem, que é o aborto livre e inconseqüente, a fim de controlarem a população e gerar lucros, eles precisam conquistar espaço.

Para o plano funcionar, começam com a defesa da despenalização do aborto, depois a defesa da descriminalização, depois alegando risco para a mãe, fruto de violência sexual, criança não planejada e entre as desculpas está a por anencefalia ( ausência total ou parcial do encéfalo)

Sabemos que nada justifica o assassinato de uma criança, a eliminação de uma vida indefesa e inocente, porém, querem justificar o crime a todo custo, porque conseguindo a liberação para o aborto no caso de anencefalia fica mais fácil deixar a população insensível em relação ao aborto e assim conseguirão um passo importante rumo ao aborto livre.

O argumento que usam para defenderem o aborto no caso de anencefalia é que “a criança irá morrer mesmo!” logo após o nascimento ou irá durar poucos dias; Logo é melhor matá-la logo no ventre de sua mãe porque assim a mãe não irá sentir tanto, embora a criança sinta as dores terríveis da execução do aborto.

Porém, esse é mais uma jogada suja dos abortistas, porque eles não querem somente a morte de uma criança, mas uma vitória política.

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PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

E-mail Presidência da República: pr@planalto.gov.br

Senado:——————————–Clique Aqui.

Câmara do Deputados:—————–Clique Aqui.

Ministério da Saúde:——————–Clique Aqui.

A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados

Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br

Escolha o Deputado ———-Clique aqui.

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.Fonte: blog.cancaonova.com/tiba

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A Parábola da Indecisão

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:

- Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!

Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

- É porque o muro é MEU.

Não se esqueça:
Não existe meio termo. O muro já tem dono. Pense nisso.

Campanha: Atualize seu navegador

By André Quintana Bittencourt, 15 de julho de 2009 14:49

Olá pessoal…
Estou aderindo a essa campanha. É importante pois muitos problemas que identificamos aqui no Gente de Fé se deve aos usuários que estão com os navegadores desatualizados. Entre nessa campanha você também!
Confira o link:
http://updateyourbrowser.net/

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