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Curtiu o Gente de Fé? Me conte sua história!

By André Quintana Bittencourt, 1 de dezembro de 2009 14:24

Olá pessoal…

Pra vc que curtiu o Gente de Fé e tem tido experiências bacanas a partir desta rede social, que tal contar sua história?

Vamos combinar uns detalhes pra isso. Se vc quiser contar sua história e deixá-la disponível nos comentários deste post, vc deve começar sua história assim:

“André, pode publicar!

Minha história é …”

Se vc quer apenas partilhar comigo e não deixar público, inicie assim:

“André, NÃO publique!

Minha história é …”

OK!?!?!

Espero com ansiedade a história de vocês.

Grande abraço!

Deus nos abençoe!

Minha História de Namoro – Parte 3

By André Quintana Bittencourt, 31 de agosto de 2009 10:07

Julho de 2001 – Um novo momento

Exatamente no dia 23 de julho de 2001, comecei a trabalhar na Canção Nova. Entrei em uma vaga no telemarketing, trabalhando das 19hs até 1h da madrugada. No inicio achei maravilhoso, tinha um dinheirinho fixo no fim do mês e tinha tempo livre durante o dia para continuar com os produtos promocionais. Algumas pessoas me questionaram sobre aceitar trabalhar nessa vaga, sendo que eu era formado em Processamento de Dados (técnico), dizendo que aquilo não era pra mim. Bom, o que tenho a dizer, é que foi uma experiência bacana. Nunca fui bom em ouvir as pessoas, lá aprendi a silenciar para escutar. Um mês depois de ter cido contratado, a empresa e nós claro, começamos a passar por um processo de capacitação para trabalhar com um novo sistema que estava sendo implantado. Durante o processo de implementação, quem é do ramo sabe que um sistema em uma empresa não se implanta do dia pra noite, fui identificando diversas falhas de segurança e consistência. Não passou muito tempo e já estava amigo do pessoal da empresa responsável pelo sistema. Apesar de quase não ter contato com meu superintendente na época, por trabalhar a noite, ele ficou sabendo do que ocorria. Alguns meses depois e já estava sendo transferido para o setor de TI da Canção Nova (evoluir dentro de qualquer empresa, só depende de nós). O fato que a mudança me concedeu o primeiro aumento de salário e foi com ele que eu e a Cris com a ajuda de nossos pais compramos o terreno de nossa casa. Isso já estamos falando de 2002, e por falar em 2002, foi no dia 24 de junho de 2002 que ficamos noivos. Foi um passo na fé, pois não tinhamos nada pra poder casar.

Como nunca ficamos fechados em nosso mundinho, eu e a Cris resolvemos promover encontro de namorados ao qual demos o nome de I ENamorados. Chamamos alguns amigos pra nos ajudar: Anderson e Daisy (na época namorados), José André e Denise (casados e já tinham trabalhado com encontro de casais) e a Iva (psicóloga), minha amiga de infância. Realizamos alguns encontros pra namorados e foi uma experiência muito positiva. Interessante que a pouco tempo, num domingo mesmo na missa, eu e a Cris encontramos um casal que fizeram o encontro conosco e hoje estão casados com um filhinho de 1 ano e meio.

O fato de organizar encontros para namorados, fez com que aumentasse a cobrança minha e da Cris pela santidade de nosso namoro. Não é fácil!! Mas com a exposição que o trabalho com os namorados nos dava, perece que ficava mais difícil ainda.

Uma coisa que pra nós foi fundamental, e não é novidade alguma, foi o fato de aprofundarmos a amizade entre os 7 que formam o grupo. Nos encontramos mensalmente para rezar, partilhar, conversar, conviver… enfim. Aprofundamos tanto nossa amizade que desde 2002 nos encontramos. Essa é uma dica muito boa pra vocês que estão namorando. Verdadeiras amizades em Deus nos fortalecem para a caminhada. Perdi as contas das vezes que desabafei no grupo e das vezes que desabafaram comigo. O apoio que um dá ao outro no grupo foi e é fundamental para mim e para a Cris.

E aí!? Vale a pena questionar: Você em seu namoro tem espaço para os amigos?

2003 – O desejo de casar… (aguarde a continuação)

Minha História de Namoro – Parte 2

By André Quintana Bittencourt, 30 de julho de 2009 22:40

Bom pessoal… Seguindo com a história.

Com as viagens nos finais de semana para tocar em encontros e shows, um novo mundo se abria para mim. Além de tocar com o Mensagem Brasil, passamos a acompanhar a Adriana que recentemente tinha lançado seu primeiro trabalho. Em 98, música católica era um pouco diferente e nem sempre os organizadores de eventos tinham condições de bancar uma banda quando ela vinha de muito longe. Por esse motivo, em um mesmo evento faziamos show com Mensagem Brasil, Adriana e Ziza Fernandes. Viajei muito nesse ano.

O mundo da Cris era diferente, ela continuava firme nos trabalhos do grupo de oração Volta Israel e nas organizações de encontros para jovens. Mas nem sempre podia contar com minha presença. Ahhh, ainda tinha o fato de estar fazendo os encontros vocacionais para a Canção Nova. Fiz todos os encontros e no último decidi parar e dar um tempo. Não sabia se entrava na Comunidade Canção Nova, se continuava o namoro, se permanecia no Mensagem Brasil e depois quem sabe entrasse para a comunidade Mensagem… No fim de 98 estava meio confusa as coisas na minha cabeça.

Neste ano nosso namoro foi se fortalecendo pela partilha. Partilha das coisas que iamos vivendo cada um nos seus trabalhos. Os momentos de conversa eram muito valorizados e desde o início tivemos um namoro muito caseiro. Não eramos de sair muito. Sempre iamos a missa aos sábados e domingos, as vezes passavamos em uma pastelaria, ou alguma festa de aniversário, mas logo estavamos na casa da Cris. Aliás na maioria das vezes era da missa para a casa dela rssss…

1999 – A aventura de empreendedores

Passei o início deste ano praticamente parado com relação a música. Inicio de ano no Brasil é lento… dizem que o Brasil só funciona depois do carnaval rsss… O fato que isso serviu para que pudesse refletir sobre a situação financeira. Tinha parado minha faculdade em 1996 no 2º ano, e estava recentemente desempregado. Já havia decidido que não iria entrar para a comunidade Canção Nova, restava saber se a música católica iria me dar segurança. Pelo início do ano ficava cada vez mais evidente que se escolhece pela música iria ser dificil a caminhada. Bom… pesando prós e contras, pensando nas atividades que havia deixado na paróquia, resolvi dar um tempo com a música e me dedicar aos trabalhos no grupo de jovens e tentar algum emprego.

Nesta época, a Cris conheceu através de uns amigos do Rio de Janeiro uma máquina que estampava camisetas. Parecia uma boa alternativa. Resolvemos comprar a máquina juntos e trabalhar. Ela já estava na Canção Nova trabalhando desde 97 e eu aproveitei meu tempo livre e me dediquei a isso. Tenho que confessar que não tenho nenhum jeito pra vendedor. Estampavamos as camisetas em casa, enchia umas bolsas e saia de porta em porta. Meses depois ainda com as camisetas abrimos uma barraquina na feira, mais alguns meses e abrimos uma loja. Mas lembre que disse que não levava jeito pra vendedor. Mais alguns meses e estavamos fechando a loja, tão rápido como abrimos. Mudança de ramo. Passamos a produzir produtos promocionais. No início deu muito certo. Já era fim do ano 2000. Vendiamos muito bem de julho até dezembro, mas quando chegava em janeiro as vendas iam praticamente a zero. Definitivamente não dava pra viver disso e eu particularmente já tinha percebido que vida de micro empresário não era pra mim.

Julho de 2001 – Um novo momento… (aguarde a continuação)

Minha História de Namoro – Parte 1

By André Quintana Bittencourt, 12 de julho de 2009 22:17

Como prometi, vou começar a contar a história do meu namoro com minha esposa. Pretendo com isso, mostrar a você que vale a pena investir em um relacionamento e que existem sim relacionamentos verdadeiros baseados em valores cristãos hoje em dia.

Como nos conhecemos

Estudamos na mesma escola, mas não na mesma sala. Nesse período tivemos contato em um grupo de jovens chamado Shalom, onde tinhamos um grupo de amigos em comum. Nada além disso. Depois a Cris foi estudar fora, fazer faculdade e perdemos o contato, poucas vezes rolava algum “oi” quando nos esbarravamos durante as férias.

O Reencontro

Aconteceu em 1997, quando começamos participar de um núcleo de grupo de jovens. Neste grupo de jovens começamos a alimentar uma amizade muito verdadeira. Partilhavamos nossas vidas e Deus usava um ao outro para curar as experiências negativas que tivemos em nossos relacionamentos. Nessa fase foi curioso que busquei na Cris somente uma amizade mesmo, e inicialmente ela fez o mesmo, mas nela já brotava um algo a mais. Depois ela me contou que nesse período ela não queria dar o braço a torcer …rssss

Sem querer fiz ela sofrer um pouco nessa fase, pois eu gostava de outra pessoa e partilhava as minhas experiências com ela… imagina… ela me dando conselhos de como me acertar com a outra pessoa (uma das coisas em que me conquistou… a fidelidade da amizade). E detalhe, nesses nove meses, não foi só uma pessoa com quem quase namorei e ela escutando todas as minhas histórias…

Cultivamos essa amizade, partilhando vida, lendo livros juntos e trabalhando no grupo de jovens. Até que no dia 24 de dezembro de 1997 às 23:37 (gostou da precisão né rsss…) após a missa de natal, começamos a namorar.

É o inicio de uma nova fase, não só amigos, mas agora também namorados. Você deve estar pensando… puxa nove meses!!!! Agora ela deve estar feliz, pois ela venceu!!! Sim verdade, mas o fato de estarmos namorando não garantia nada e hoje vejo que principalmente ela tinha medos e incertezas. No início de 1998, comecei a tocar com o Eugênio Jorge no Mensagem Brasil, o que garantiu a maioria dos finais de semana desse ano viajando. Além disso, iniciei o caminho vocacional para a Comunidade Canção Nova. Isso queria dizer que se entrasse pra comunidade teriamos que parar o namoro por um tempo.

Com certeza na cabeça dela e na minha tinhamos muitas incertezas, mas a amizade e cumplicidade era grande.

Bom pessoal, isso foi o início… até a próxima.

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