Novo blog!
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http://puragracadedeus.blogspot.com

Deus lhe abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Blog PHN: 1 ano
“Importa que ele (Jesus) cresça e que eu diminua.”
São João 3, 30
Um ano de bênçãos, um ano de lutas, um ano de partilhas, um ano de crescimento, um ano de busca pela santidade, um ano de pura graça de Deus. É assim que posso expressar este primeiro ano de blog.
Confesso que ao longo deste ano diante de tantas provações na caminhada já pensei em desistir e não mais escrever aqui, mas quando penso que mesmo na minha pequenez, com palavras singelas, posso ser um canal da graça de Deus para alguém, decido continuar, pois tenho a certeza em meu coração que é caminhando e não parando e estacionando frente às dificuldades, que o Senhor espera que façamos.
Os comentários nos posts e mensagens que recebo me ajudam a saber se esta obra de evangelização está atingindo o seu maior objetivo: levar o evangelho de Jesus Cristo a toda criatura, por todo mundo! (São Marcos 16, 15)
Só tenho mesmo a agradecer a meu bom Deus por me fazer um instrumento em Suas mãos. E hoje neste 1 ano do blog quero “oficialmente” consagrar este blog a Nosso Senhor Jesus Cristo para que tudo que aqui for postado seja divinamente inspirado pelo Espírito Santo e que o Senhor nunca deixe de me encher com a Sua infinita graça, pois sem ela, com certeza, nada disso seria possível.
“E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.”
Lucas 1, 46-55
Obrigado Senhor Deus, Pai do Céu, de onde emana toda a graça! Obrigado Senhor Jesus Cristo por estar junto do Pai orando e intercedendo por todos nós! Obrigado Espírito Santo que ilumina-me nesta missão! Obrigado a minha querida mãe Maria Santíssima por seu amor e intercessão junto a Seu Filho! A todos os anjos e santos do céu que não cessam de interceder por nós! E a todos que de forma direta ou indiretamente me ajudaram e me motivaram neste um ano, o meu muito obrigado por tudo!
Em breve o blog estará em novo endereço, um novo blog, mas a mesma missão: EVANGELIZAR!
Conheça acessando: http://puragracadedeus.blogspot.com
Deus te abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Una suas dores às de Jesus
§272 A fé em Deus Pai Todo-Poderoso pode ser posta à prova pela experiência do mal e do sofrimento. Por vezes, Deus pode parecer ausente e incapaz de impedir o mal. Ora, Deus Pai revelou sua Onipotência da maneira mais misteriosa no rebaixamento voluntário e na Ressurreição de seu Filho, pelos quais venceu o mal. Assim, Cristo crucificado é “poder de Deus e sabedoria de Deus. Pois o que é loucura de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1Cor 1,25). Foi na Ressurreição e na exaltação de Cristo que o Pai “desdobrou o vigor de sua força” e manifestou “que extraordinária grandeza reveste seu poder para nós, os que cremos” (Ef 1,19-22).
§385 Deus é infinitamente bom e todas as suas obras são boas. Todavia, ninguém escapa à experiência do sofrimento, dos males existentes na natureza que aparecem ligados às limitações próprias das criaturas e, sobretudo, à questão do mal moral. De onde vem o mal? “Eu perguntava de onde vem o mal e não encontrava saída”, diz Santo Agostinho, e sua própria busca sofrida não encontrará saída, a não ser em sua conversão ao Deus vivo. Pois “o mistério da iniquidade” (2 Ts 2,7) só se explica à luz do “Mistério da piedade”. A revelação do amor divino em Cristo manifestou ao mesmo tempo a extensão do mal e a superabundância da graça. Precisamos, pois, abordar a questão da origem do mal fixando o olhar de nossa fé naquele que, e só Ele, é o Vencedor do mal.
Trecho do Catecismo da Igreja Católica
Em tempos difíceis, quando tudo parecer sem solução, eu te convido a unir tudo que você esteja passando às dores de Jesus. Faça como Jesus e se entregue à vontade de Deus, que não quer o seu mal, mas o seu bem, e ainda que tudo pareça sem saída em sua vida, confie em Deus e reze pela graça da perseverança.
“Esta é a mística cristã a respeito do sofrimento humano. Não há nada nessa vida, por mais trágico que possa nos parecer, que não esteja prenhe de motivos e ensinamentos que nos tornarão melhores. Tudo depende da lente que usamos para enxergar o que nos acontece. Tudo depende do que deixaremos demorar em nós.”
Padre Fábio de Melo
Livro: “Quando o sofrimento bater à sua porta”
Nosso Senhor momentos antes de sua Paixão, passou por uma grande agonia que o levou a suar sangue. E mesmo naquela agonia, fez um pedido ao Pai: “Pai, se é de teu agrado, afasta de mim este cálice!” (São Lucas 22, 42a), mas terminou Sua prece dizendo: “Não se faça, todavia, a minha vontade, mas sim a tua.” (São Lucas 22, 42b). E aqui está um grande exemplo para seguirmos, mesmo diante de situações desagradáveis que passamos, quando não mais estamos suportando, precisamos perseverar e confiar na vontade divina. Não que a vontade de Deus seja que devemos sofrer e passar por situações desagradáveis, mas como nos diz o catecismo: “ninguém escapa à experiência do sofrimento, dos males existentes na natureza que aparecem ligados às limitações próprias das criaturas e, sobretudo, à questão do mal moral”. E ainda que você esteja passando por momentos difíceis, entregue sua dor a Jesus e se una a Ele, confiando que tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus.
O amor a Deus sobre todas as coisas nos faz aceitar e suportar todas as adversidades, por mais difíceis que sejam, pois elas servirão para o nosso crescimento e purificação.
“Sofrer é o mesmo que purificar. Só conhecemos verdadeiramente a essência das coisas à medida que as purificamos.O mesmo acontece na nossa vida. Nossos valores mais essenciais só serão conhecidos por nós mesmos se os submetermos ao processo da purificação.”
Padre Fábio de Melo
Livro: “Quando o sofrimento bater à sua porta”
O que precisamos é reconhecer, mesmo nas situações adversas, aquilo que irá nos fazer crescer, do que não irá. E após isso, fazer desta adversidade um degrau para nossa subida rumo a pátria celeste.
“Sofrimento é destino inevitável, porque é fruto do processo que nos torna humanos. O grande desafio é saber identificar o sofrimento que vale a pena ser sofrido.”
Padre Fábio de Melo
Livro: “Quando o sofrimento bater à sua porta”
O mundo nos ensina que devemos ter controle de todas as situações, e entregar-se a vontade de Deus é considerado uma fraqueza, mas na verdade é o inverso.
“Muitas vezes os melhores na estima dos homens incorreram nos mais graves perigos por confiarem demasiado em si mesmos. Por isso, para muitos é mais útil que lhes não faltem de todo tentações e que sejam combatidos, para que não presumam de si, nem se exaltem em soberba ou se entreguem com excesso às consolações exteriores. Oh! que pureza de consciência conservaria quem nunca buscasse alegrias passageiras, e nunca se ocupasse do mundo! Oh! quanta paz e sossego lograria quem cortasse pelos vãos cuidados para não se ocupar senão das coisas do céu e da sua salvação, colocando em Deus toda a sua esperança!”
Trecho do livro “Imitação de Cristo” de Tomás de Kempis
Quando nos entregamos a vontade de Deus reconhecemos a sabedoria de nosso Deus que mesmo de uma situação ruim, pode através dela nos ajudar em nosso crescimento.
“Certa vez, um velho sábio disse ao seu aluno que, ao longo de sua vida, ele descobriu ter dentro de si dois cães – um bravo e violento, e o outro manso, muito dócil. Diante daquela pequena história o aluno resolveu perguntar – E qual é o mais forte? O sábio respondeu – o que eu alimentar. O mesmo se dará conosco na lida com os sofrimentos da vida. Dentro de nós haverá sempre um embate estabelecido entre problema e solução. Vencerá aquele que nós decidirmos alimentar…”
Padre Fábio de Melo
Livro: “Quando o sofrimento bater à sua porta”
O silêncio e a oração são os caminhos seguros para enfrentarmos as tempestades em nossa vida.
Deus te abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Temor de Deus: um dom do Espírito Santo e uma graça de Deus
“Pois o temor de Deus me invadiu, e diante de sua majestade não posso subsistir. Nunca pus no ouro minha segurança, nem jamais disse ao ouro puro: És minha esperança. Nunca me rejubilei por ser grande a minha riqueza, nem pelo fato de minha mão ter ajuntado muito. Quando eu via o sol brilhar, e a lua levantar-se em seu esplendor, jamais meu coração deixou-se seduzir em segredo, e minha mão não foi levada à boca para um beijo. Isto seria um crime digno de castigo, pois eu teria renegado o Deus do alto.”
Jó 31, 23-28
Diferentemente dos temores que conhecemos, quando falamos em temor de Deus não quer dizer que devemos ter medo de Deus, mas pelo contrário: termos confiança Nele, na Sua infinita bondade e misericórdia. Tanto é que este temor é um dom do Espírito Santo e nos aperfeiçoa na virtude da esperança.
É muito diferente, por exemplo, do temor mundano que se sente com relação às criaturas ou situações do dia a dia ou mesmo de um temor servil, isto é, o medo de que Deus nos castigue ou de irmos para o inferno. Pois este temor pode até nos afastar do pecado, porém não se trata de um temor perfeito, mas imperfeito, pois nos leva a ignorar o amor de Deus por nós, criando assim uma “caricatura” de um Deus meramente castigador das nossas faltas.
O verdadeiro temor de Deus, dom do Espírito Santo, é um temor de nos afastar de Deus Pai, de ofendê-lo, de retribuir com mal todo o bem que Ele nos faz e não fazermos aquilo que Ele nos pede. Este é o temor perfeito, um temor de filho para com seu pai, pois é baseado no amor.
Este temor nos afasta de tudo aquilo que desagrada a Deus, desde as pequenas faltas até as maiores, logo nos afastamos de todas as situações de pecado, pois este é uma grande ofensa a Deus. Tornamo-nos mais vigilantes na oração para não cairmos em tentação, pois buscamos sempre não nos afastarmos da graça de Deus,
“Depositários de tais promessas, caríssimos, purifiquemo-nos de toda imundície da carne e do espírito, realizando plenamente nossa santificação no temor de Deus.”
II Coríntios 7, 1
Peçamos a graça de que o temor de Deus possa transparecer em nossas ações e assim nos auxiliar em nossa grande meta que é a santidade!
Deus lhe abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Um sacerdote, um amigo
“O sacerdote não é sacerdote para si mesmo, mas por vocês.”
Santo Cura d’Ars
Talvez ainda não observamos a importância do sacerdote para a Igreja, pois é através dele que recebemos os sacramentos que Cristo nos deixou, e dentre eles o sacramento dos sacramentos: a eucaristia, na qual sem o sacerdote não seria possível.
Será que você já olhou o sacerdote de sua paróquia como um verdadeiro amigo em quem você pode confiar? Já o olhou como o próprio Cristo?
Realmente precisamos ver o sacerdote como um verdadeiro amigo que é, pois pela virtude do sacramento da ordem, ele age na pessoa de Cristo, e “cá entre nós” existe melhor amigo que o próprio Jesus? Com certeza não!
§1548 “IN PERSONA CHRISTI CAPITIS” (NA PESSOA DE CRISTO CABEÇA…) No serviço eclesial do ministro ordenado, é o próprio Cristo que está presente á sua Igreja enquanto Cabeça de seu Corpo, Pastor de seu rebanho, Sumo Sacerdote do sacrifício redentor Mestre da Verdade. A Igreja o expressa dizendo que o sacerdote, em virtude do sacramento da Ordem, age “in persona Christi Capitis” (na pessoa de Cristo Cabeça):
“Na verdade, o ministro faz as vezes do próprio Sacerdote, Cristo Jesus. Se, na verdade, o ministro é assimilado ao Sumo Sacerdote por causa da consagração sacerdotal que recebeu, goza do poder de agir pela força do próprio Cristo que representa (”virtute ac persona ipsius Christi”).” (Pio XII)
“Cristo é a origem de todo sacerdócio: pois o sacerdote da [Antiga] Lei era figura dele, ao passo que o sacerdote da nova lei age em sua pessoa.” (Sto. Tomás de Aquino)
Trecho do Catecismo da Igreja Católica
Mas por que estou dizendo tudo isso sobre sacerdote, amigo? Meu objetivo nesta partilha é mostrar a você que não precisa ter medo do sacerdote de sua paróquia, não precisa ter receio de se confessar com ele, de partilhar sua caminhada, de pedir um aconselhamento, um direcionamento espiritual, pois ele está lá em sua comunidade como um amigo… verdadeiro amigo, pronto a te escutar e agir na pessoa de Cristo. Ainda que você tenha feito algo muito ruim, saiba que se você está verdadeiramente arrependido (a) do que tenha feito, com certeza ele lhe concederá a absolvição.
“Ah, mas eu sempre estou na Igreja, o padre me conhece, conhece minha família, como vou me confessar com ele? Ah, prefiro me confessar com outro padre!” Talvez você já tenha pensado assim ou ainda pense. Saiba que eu também pensava, até entender que o sacerdote é um amigo, e sendo assim, vai poder nos orientar e direcionar melhor a nossa caminhada.
Claro que você pode ir conversar com outro sacerdote, em outra paróquia, mas pense comigo: se você está passando por uma situação difícil e precisa desabafar com alguém, para que a ajude em determinada situação. Você procura um amigo que você conhece e está sempre com você ou vai desabafar com alguém que está bem distante e nem te conhece? Creio que você vai conversar com quem está sempre com você, não é mesmo? Então por que também não partilhar sua vida, sua caminhada e até suas quedas com quem te conhece e está sempre próximo de você: o sacerdote de sua comunidade?
Na verdade o que precisamos é tirar as máscaras que por vezes nos impedem de ser quem realmente somos. Por vezes caímos na tentação do fariseu que foi ao templo orar e rezava em seu coração: “Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros; nem como o publicano que está ali. Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de todos os meus lucros.” (São Lucas 18, 11-12)
Já o publicano rezava: “Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador!” (São Lucas 18, 13b)
Mas afinal, quem saiu justificado: o fariseu ou o publicano? Veja:
“Digo-vos: este (o publicano) voltou para casa justificado, e não o outro (fariseu). Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado.”
São Lucas 18, 14
Por que então não fazemos como o publicano e tiramos as máscaras que nos impedem de avançarmos na caminhada, deixando de viver de aparências?
Se tantas pessoas que se encontraram com Jesus não tivessem tirados suas máscaras e o procurado como um amigo, não teriam tido suas vidas transformadas pelo amor e misericórdia de Nosso Senhor.
Sei que não é fácil expormos as nossas fraquezas e limitações, mas só poderemos ser curados de todo mal se dermos este passo na fé e buscarmos a reconciliação com nosso Deus.
“Quando vocês vêem o sacerdote, pensem em Nosso Senhor Jesus Cristo.”
Santo Cura d’Ars
Que esta partilha possa lhe ajudar a refletir, e a partir de hoje você veja o sacerdote, como alguém que você realmente pode confiar e tenha a certeza que ele é um grande amigo que está sempre pronto a nos ajudar, basta darmos o primeiro passo!
Se desejar partilhe nos comentários seus sentimentos sobre esta partilha.
Deus lhe abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Deus me ama mesmo?
“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo o seu Filho único, para que vivamos por ele. Nisto consiste o amor: não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados.”
I São João 4, 9-10
Se você já se questionou sobre o amor que Deus tem por você, principalmente por ter, até o dia de hoje, vivido sua vida de qualquer jeito, eu convido você a ler esta passagem:
“Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.”
Romanos 5, 8
Por vezes, somos tentados a pensar que Deus nos ama por aquilo que fazemos, logo pensamos que quanto mais bem fizermos mais amor Ele sentirá por nós. Mas o que ocorre é que Ele nos ama com amor divino e não humano.
Claro que Jesus se alegra quando praticamos o bem, e devemos sempre buscar fazê-lo, mas mesmo quando erramos e caímos Ele continua nos amando. O que Ele não ama são as coisas que fazemos ou deixamos de fazer quando colocamos de lado os seus ensinamentos e os desígnios de Deus.
Este amor do Senhor por nós é divino, isto é, perfeito, independe de nossas ações, diferente do que costumamos ver quando se fala de amor humano, que logo quando se decepciona com alguém o que era amor deixa de sê-lo.
“Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.”
São Mateus 5, 48
Não é a toa que Jesus nos pede para sermos perfeitos como o Pai Celeste é perfeito para que possamos amar com amor verdadeiro: o amor que o próprio Deus tem por nós.
E ao longo das sagradas escrituras vemos tantos exemplos de como é o amor de Deus por nós, que nos ama quando menos merecemos. É o caso do filho pródigo que gastou a sua herança com coisas supérfluas e ainda sim foi recebido com amor por seu pai; o homem que possuía cem ovelhas na qual uma se desgarrou das outras e sente grande júbilo quando a encontra, mais do que pelas noventa e nove que não se desgarraram, e tantos outros exemplos.
Será que foi fácil para Jesus suportar tudo que Ele suportou em Sua paixão? Com certeza não, mas pelo Seu grande amor por cada um de nós sabia que tudo que Ele sofreu foi por uma grande causa: A NOSSA SALVAÇÃO! Portanto, que você nunca… nunca mesmo duvide do amor de Deus por você.
“Precisamos nos sentir amados por Deus. E quando temos a consciência de que não somos qualquer coisa, mesmo que tenhamos cometido muitos erros, sabemos que o amor de Deus é muito maior que os nossos erros. Nós precisamos colocar os nossos pés nesta verdade.”
Padre Fábio de Melo
E a nossa resposta a esse amor é o nosso esforço e dedicação em sermos cada dia mais irrepreensíveis no amor, na humildade, na misericórdia e nos desígnios do Senhor.
Se o amor que as pessoas têm por nós nos conforta, quanto mais então saber que Deus nos ama com um amor sem medidas, perfeito, não é mesmo?
Deus te abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Testemunho á favor da vida: “Estatuto do Nascituro”!
“Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!”
Deputada Fátima Pelaes
Este foi o depoimento da deputada Fátima Pelaes durante reunião que aprovou o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade e Família no dia 19 de maio de 2010. Fátima Pelaes é deputada amapaense, militante pelas causas das mulheres, crianças e adolescentes. Ela relatou a CPI sobre o extermínio de crianças e adolescentes (1992), presidiu a CPI que investigou a mortalidade materna no Brasil (2000/2001) e criou a lei, de 2002, que estendeu a licença-maternidade para mães adotivas.
O Estatuto do Nascituro foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família e agora o projeto dos deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini segue para a Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição. Sendo aprovado por lá o projeto é encaminhado para votação no plenário e por último é entregue para sanção do presidente da república.
Mas não pensem que foi fácil esta vitória da vida sobre a “cultura” de morte. Foram quatro horas de intensa discussão contra abortistas que se dizem a favor dos “direitos humanos” da mulher, como que se a criança que está no ventre da mãe não fosse um ser humano também!
Os deputados pró-vida defenderam a urgência da aprovação do projeto. Os deputados abortistas aterrorizaram a todos denunciando – sempre falsamente – que o Estatuto do Nascituro tinha por objetivo criminalizar as mulheres e revogar o Artigo 128 do Código Penal, que autoriza o aborto praticado por médico em casos de estupro e de risco de vida para a mãe.
O projeto define o direito à vida desde à concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo de algum direito mesmo em razão de deficiência física ou mental, ou ainda por causa de delitos cometidos por seus genitores.
Mas os esforços continuam e esta batalha também é nossa! Estamos em ano de eleição e devemos conhecer verdadeiramente o candidato que estamos elegendo, não só à presidência, mas também ao governo do Estado e aos deputados estaduais, federais e senadores, pois são eles que aprovam ou rejeitam muitos projetos de lei antes de serem sancionados ou não pelo presidente.
Ser cristão também é ser cidadão consciente e como diz a música do padre Zezinho: “Faz parte da nossa fé!”.
Deus lhe abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Um esperar em Deus
“Sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência, a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça.”
Eclesiástico 2, 3
Ouvimos muito falar de esperar em Deus, mas o que é este esperar em Deus? Este esperar é um esperar no tempo de Deus e no jeito como Ele nos conduz nesta vida.
Muitas vezes somos precipitados pedimos sem saber se é realmente bom para nós e queremos tudo na nossa hora. Esse é o tipo de pensamento que estamos acostumados a ver no sistema mundano, ser tudo na hora e se possível “pra ontem”. Porém o tempo de Deus não é o nosso, e só Ele sabe o que realmente é bom para nós. Lembremos o que nos diz o livro do Eclesiastes: “Todas as coisas que Deus fez são boas, a seu tempo” (3, 11a).
Só que este esperar não é ficar de braços cruzados como alguns pensam, mas seguir buscando realizar a vontade de Deus sempre, mesmo quando temos vontade de agir diferente e do nosso jeito.
E como sabemos se estamos buscando a vontade de Deus? É simples: seguimos seus mandamentos, os ensinamentos de Jesus e buscamos a nossa santificação? Tudo que nos afasta de praticar a santidade, devemos eliminar das nossas vidas, só assim estaremos esperando verdadeiramente de coração o Senhor agir em nossas vidas.
Talvez você ache que já esta demorando, mas creia nesta frase: Deus não demora, Ele capricha! E se hoje as coisas em sua vida não estão como você gostaria continue esperando em Deus, buscando Sua vontade, em oração, e você verá que em breve… muito em breve tudo se resolverá.
Ontem tivemos um evangelho muito bonito (Mateus 11, 28-30) em que Jesus oferece o seu próprio coração manso e humilde para Nele repousarmos de nosso cansaço e de todo o jugo que o mundo impõe sobre nós. Jugo este da indiferença, do materialismo, do imediatismo e tantos outros que vemos presentes nos tempos atuais. Em contrapartida Jesus nos oferece seu próprio jugo e nos diz que ele é suave. Este jugo de Jesus são as próprias bem aventuranças: paciência, misericórdia, humildade, mansidão.
Que tal deixarmos de lado o jugo que o mundo impõe e abraçarmos o jugo de Jesus, aprendendo com Ele que é manso e humilde de coração?
Pronto! Agindo assim já demos o primeiro passo neste esperar em Deus: optamos pelo jugo do Senhor!
Deus te abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
Maria Goretti
Maria Goretti nasceu em Corinaldo (Itália) no ano 1890 de família humilde. Passou uma infância dura em Nettuno, ajudando sua mãe na lida doméstica; pela sua índole piedosa, recorria assiduamente à oração. No ano 1902, em defesa da sua castidade, preferiu morrer a manchar a sua alma, e por isso morreu apunhalada.
“Não temerei mal algum, porque Tu estás comigo.”
Todos conhecem o terrível combate que esta virgem, indefesa, teve de enfrentar. Contra ela se levantou, inesperadamente, uma tremenda e cega tempestade, que procurava manchar e violar a sua pureza angélica. Mas ao ver-se em tão grave situação, ela podia repetir ao divino Redentor estas palavras de ouro do livro da «Imitação de Cristo»: «Ainda que eu seja tentada e perturbada com muitas tribulações, nada temo, se a vossa graça está comigo. Ela é a minha fortaleza; ela me aconselha e ajuda. Ela é mais forte do que todos os meus inimigos». Assim protegida pela graça celeste, à qual correspondeu com uma vontade forte e generosa, deu a sua vida, mas não perdeu a glória da virgindade.
Na vida desta humilde criança, que apontamos em breves linhas, podemos ver um quadro não só digno do Céu, mas também digno de ser contemplado com admiração e veneração pelos homens do nosso tempo.
Aprendam os pais e as mães de família com quanto empenho devem educar na retidão, na santidade e na fortaleza os filhos que Deus lhes deu, e formá-los na obediência aos preceitos da religião católica, para que possam, com o auxílio da graça divina, sair vencedores, sem feridas e sem manchas, quando for posta à prova a sua virtude.
Aprenda a alegre infância, aprenda a juventude ardente a não se deixar cair miseravelmente nos prazeres efêmeros e ilusórios da paixão, a não ceder ante a sedução do vício, mas antes a combater com alegria, mesmo entre dificuldades e espinhos, para alcançar aquela perfeição cristã de bons costumes, que todos podemos atingir com a força de vontade, ajudada com a graça divina, por meio do esforço, do trabalho e da oração.
Nem todos são chamados a sofrer o martírio; mas todos somos chamados a adquirir as virtudes cristãs. A virtude, porém, exige energia, que embora não atinja as alturas da fortaleza desta angélica menina, nem por isso obriga menos a um cuidado contínuo e muito atento, que deve ser sempre mantido por nós até ao fim da vida. Por isso, semelhante esforço pode ser considerado um martírio lento e prolongado, ao qual nos convidam estas divinas palavras de Jesus Cristo: O reino dos Céus sofre violência e são os violentos que o arrebatam.
Esforcemo-nos todos por alcançar este objetivo, confiados na graça do Céu. Sirva-nos de estímulo o exemplo da virgem e mártir Santa Maria Goretti. Que ela, lá na mansão celeste, onde goza a felicidade eterna, interceda por nós junto do Divino Redentor, a fim de que todos, cada um segundo a própria vocação, com generosidade, com vontade decidida e com obras de virtude, sigamos o seu caminho glorioso.
Da Homilia de Pio XII, papa,
proferida na canonização de Santa Maria Goretti
(AAS 42 [1950], 581-582) (Sec. XX)
Deus te abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos
A vinha do Senhor
“Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. Disse-lhes ele: – Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário. Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: – Por que estais todo o dia sem fazer nada? Eles responderam: – É porque ninguém nos contratou. Disse-lhes ele, então: – Ide vós também para minha vinha.”
São Mateus 20, 1-7
Já me veio em meu coração o questionamento: Por que criar um blog de evangelização e não um outro qualquer? Mas ao mesmo tempo em que me surgiu esta pergunta, logo me veio no coração que já há muitas pessoas que realizam belos trabalhos seculares em sites, blogs etc, mas, e da vinha do Senhor quem irá cuidar? Quem está disposto a trabalhar nela? Quem vai anunciar a mensagem de amor do Senhor?
O Senhor chama todos nós para trabalhar em Sua vinha e não faz distinção de pessoas. O que estamos esperando para atender este chamado?
A palavra do Senhor é bem atual nos dias de hoje: a messe é grande, mas os operários são poucos (Mt 9, 37). E esta messe cresce cada vez mais e está cada vez mais necessitada de ouvir palavras de vida eterna que só o Senhor pode oferecer. Principalmente porque estamos diante de um sistema mundano que despreza os valores do reino de Deus e se preocupa somente com o agora, com o passageiro e esquece-se daquilo que é eterno. Valoriza-se o exterior e esquece-se do mais importante: o interior.
“Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
Antoine de Saint-Exupéry
Talvez nos achem utópicos, ingênuos ás vezes, mas antes assim do que indiferentes aos desígnios de Deus e sendo arrastados por esta onda de incredulidade e indiferentismo que nos cerca.
O Senhor convida: “Ide vós também para minha vinha”. Então, vamos?
Deus te abençoe!
Por pura graça de Deus, do seu irmão,
Eduardo Santos



















