Deixo um novo post sobre relacionamentos.
Acesse: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11890# e deixe seus comentários.

junho 9th, 2010 Deixo um novo post sobre relacionamentos.
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abril 21st, 2010
O dicionário nos dá uma definição clara e quase que definitiva da palavra mãe: “Mulher ou qualquer fêmea que dá à luz um ou mais filhos”, segundo o dicionário Aurélio. Porém, esta regra nem sempre é assim. Muitos casais, por motivos diversos, não conseguem ter filhos e a mãe cumprir com esta etapa gestacional e do parto dos seus filhos. Optam, então, por um gesto de amor incondicional, que é a adoção, palavra que significa ação ou efeito de adotar; aceitação involuntária e legal de uma criança como filho. E, desta forma, muitas mães e pais, realizam seu sonho de maternidade e paternidade em todo o mundo.
Mais do que o desejo por ser pai e mãe e formar uma “família completa” o casal deve ter um bom preparo emocional para lidar com as questões advindas da adoção: como contar para o filho [que ele é adotado], como aceitar as diferenças físicas e emocionais da criança, ou ainda relacionar-se com a sociedade ou com as dificuldades que possam encontrar no caminho.
Como qualquer ato jurídico, e muito mais ainda, por se tratar de uma adoção, por acolher uma vida em sua família, o preparo emocional do casal é imprescindível; homem e mulher devem ter conversado bastante sobre a decisão, que não deve ser fruto apenas da vontade de uma das partes, para que não se torne um jogo de responsabilidades quando a criança vai crescendo e dá trabalho para os pais; ou seja, adotar é assumir de forma humana, emocional, familiar e conjunta, um novo participante ativo desta família. É característica da adoção ser um ato irrevogável; uma vez realizada, é definitiva. Nem mesmo o eventual falecimento dos adotantes restabelece o pátrio poder dos genitores naturais.
João Paulo II faz uma citação especial durante um encontro sobre famílias adotivas: “Adotar crianças, sentindo-as e tratando-as como verdadeiros filhos, significa reconhecer que as relações entre pais e filhos não se medem somente pelos parâmetros genéticos. O amor que gera é, antes de mais nada, um dom de si.
Há uma ‘geração’ que vem através do acolhimento, da atenção, da dedicação. A relação que daí brota é tão íntima e duradoura, que de maneira nenhuma é inferior à que se funda na pertença biológica”. E traz ainda outras contribuições: “(…) Os cônjuges que vivem a experiência da esterilidade física saberão inspirar-se nesta perspectiva, para todos rica de valor e de empenho. (…) Os pais cristãos terão assim oportunidade de alargar o seu amor para além dos vínculos da carne e do sangue, alimentando os laços que têm o seu fundamento no espírito e que se desenvolvem no serviço concreto aos filhos de outras famílias, muitas vezes necessitadas até das coisas mais elementares”.
É importante que os pais esclareçam para a criança, para que ela não sinta desprezo, menosprezo ou diferença, principalmente quando existem outros irmãos na família, deixando claro que as relações entre todos são iguais.
Adotar uma criança é um ato de amor incondicional, ou seja, um ato de aceitação do outro, independentemente de ter em sua origem o sangue e a natureza geracional dos pais que optaram por criar esta criança. O ventre amoroso mora, então, no coração desta mãe e deste pai, deste casal, que, juntos, assumem este filho do coração e são capazes de supri-lo, dentre tantas necessidades, de amor e carinho familiar, que serão capazes de lhes dar valores que por vezes nunca teriam oportunidade de vivenciar em uma instituição de menores.
“Adotar uma criança é uma grande obra de amor” (Madre Teresa de Calcutá)
abril 21st, 2010
Neste tempo de Páscoa, do memorial da Paixão de Cristo, tão cheia de significados e mistérios, remeto-me aos pensamentos daquelas pessoas que me procuram no consultório ou mesmo em conversas informais, e-mails e comentários no blog para falar de suas angústias e da vontade de viver o novo.
Viver o novo, muitas vezes, é reviver, mesmo que emocionalmente, aquelas dores que nos consumiram por um tempo, mas das quais temos de tirar apenas as lições necessárias para seguirmos em frente. Com isto, não quero que pense que estou dispensando seu sofrimento; muito contrário disto, quero que você faça comigo uma reflexão sobre aquilo que você é, aquilo que pensa, o que viveu e que gostaria de retomar na Páscoa da sua vida.
Viver a novidade da Páscoa é ressignificar, ou seja, dar um novo significado aos seus caminhos com um intenso desejo de transformar sua vida. Se você trazia consigo mágoas e ressentimentos, por que não perdoar? Por que não dar uma nova chance àquela amizade que você achava perdida? Por que não ressuscitar aquele casamento que você nem tinha mais esperança de retomar?
Se falamos da misericórdia de Deus, aceite que Ele, na figura do sacerdote, perdoe suas faltas; aceite de fato o perdão em sua vida. Temos memória, por isso não vamos nos esquecer das situações, mas não façamos delas um marco de dor e de autocondenação eterna em nossas vidas.
Se você busca converter-se daquilo que não gosta em sua vida, dos comportamentos dos quais você quer se livrar, siga um firme propósito, mas não tente fugir ou agir com comportamentos de fuga na primeira dificuldade. Pode ser difícil, pois a estrada terá muitas pedras, mas você colherá frutos saborosos ao prosseguir neste caminho. E é aí, bem neste ponto, que entra a sua fé n’Aquele que o fortalece e dá sustento no caminho. Fé naquele tratamento médico que você faz, mas que, nem sempre, lhe dá tanta confiança; fé que sua perseverança fará com que você encontre um novo trabalho para sustentar você e sua família. No entanto, há também um fator muito importante para que tudo isto ocorra: não adiantará a fé, se você não persistir, perseguir seu alvo.
Não seja expectador da sua própria vida; se está difícil, busque ajuda; se levantar-se é um peso maior do que aquilo que você consegue suportar, erga suas mãos, deixe de lado seu orgulho, peça ajuda. O conforto virá, muitas vezes, de onde menos acreditamos. Não queira resolver todas as suas pendências de uma vez. Organize seus pensamentos, coloque no papel as coisas que gostaria da fazer para viver melhor, coloque prioridades, imagine o passo a passo; não queira que tudo se transforme num piscar de olhos.
Seja, nessa Páscoa, um testemunho de vida nova. Use aquela fé e aquela atitude que, tantas vezes, você incentiva nas pessoas, mas que não tem coragem de assumir para você. Viva intensamente essa Páscoa, não apenas como um evento católico ou uma festa para celebrar e trocar chocolates, viva cada minuto de sua vida como uma verdadeira Páscoa para a vida inteira.
fevereiro 15th, 2010
Pude escrever mais um artigo para o www.cancaonova.com em Formação http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11752# e repasso aqui, na íntegra.
O dicionário nos dá uma definição clara e quase que definitiva da palavra mãe: “Mulher ou qualquer fêmea que dá à luz um ou mais filhos”, segundo o dicionário Aurélio. Porém, esta regra nem sempre é assim. Muitos casais, por motivos diversos, não conseguem ter filhos e a mãe cumprir com esta etapa gestacional e do parto dos seus filhos. Optam, então, por um gesto de amor incondicional, que é a adoção, palavra que significa ação ou efeito de adotar; aceitação involuntária e legal de uma criança como filho. E, desta forma, muitas mães e pais, realizam seu sonho de maternidade e paternidade em todo o mundo.
Mais do que o desejo por ser pai e mãe e formar uma “família completa” o casal deve ter um bom preparo emocional para lidar com as questões advindas da adoção: como contar para o filho [que ele é adotado], como aceitar as diferenças físicas e emocionais da criança, ou ainda relacionar-se com a sociedade ou com as dificuldades que possam encontrar no caminho.
Como qualquer ato jurídico, e muito mais ainda, por se tratar de uma adoção, por acolher uma vida em sua família, o preparo emocional do casal é imprescindível; homem e mulher devem ter conversado bastante sobre a decisão, que não deve ser fruto apenas da vontade de uma das partes, para que não se torne um jogo de responsabilidades quando a criança vai crescendo e dá trabalho para os pais; ou seja, adotar é assumir de forma humana, emocional, familiar e conjunta, um novo participante ativo desta família. É característica da adoção ser um ato irrevogável; uma vez realizada, é definitiva. Nem mesmo o eventual falecimento dos adotantes restabelece o pátrio poder dos genitores naturais.
João Paulo II faz uma citação especial durante um encontro sobre famílias adotivas: “Adotar crianças, sentindo-as e tratando-as como verdadeiros filhos, significa reconhecer que as relações entre pais e filhos não se medem somente pelos parâmetros genéticos. O amor que gera é, antes de mais nada, um dom de si.
Há uma ‘geração’ que vem através do acolhimento, da atenção, da dedicação. A relação que daí brota é tão íntima e duradoura, que de maneira nenhuma é inferior à que se funda na pertença biológica”. E traz ainda outras contribuições: “(…) Os cônjuges que vivem a experiência da esterilidade física saberão inspirar-se nesta perspectiva, para todos rica de valor e de empenho. (…) Os pais cristãos terão assim oportunidade de alargar o seu amor para além dos vínculos da carne e do sangue, alimentando os laços que têm o seu fundamento no espírito e que se desenvolvem no serviço concreto aos filhos de outras famílias, muitas vezes necessitadas até das coisas mais elementares”.
É importante que os pais esclareçam para a criança, para que ela não sinta desprezo, menosprezo ou diferença, principalmente quando existem outros irmãos na família, deixando claro que as relações entre todos são iguais.
Adotar uma criança é um ato de amor incondicional, ou seja, um ato de aceitação do outro, independentemente de ter em sua origem o sangue e a natureza geracional dos pais que optaram por criar esta criança. O ventre amoroso mora, então, no coração desta mãe e deste pai, deste casal, que, juntos, assumem este filho do coração e são capazes de supri-lo, dentre tantas necessidades, de amor e carinho familiar, que serão capazes de lhes dar valores que por vezes nunca teriam oportunidade de vivenciar em uma instituição de menores.
“Adotar uma criança é uma grande obra de amor” (Madre Teresa de Calcutá)
fevereiro 9th, 2010
Vamos falar sobre liberdade? Parece encantador pensar em ser livre como um pássaro, não é mesmo?
Quantos de nós já não tivemos uma imensa vontade de sair “voando” por aí, vendo-nos livres das responsabilidades, das dificuldades, daquilo que nos aflige, daquela prova que não queremos fazer, daquela decisão que não queremos tomar, ou simplesmente ser livre para não seguir regras de casa, dos pais, da sociedade.
Mas, será que tudo é permitido? Nossa referência é da liberdade enquanto poder, ou seja, daquele desejo de ultrapassar limites e neste sentido, quanto menos limites, restrições e regras, com maior sensação de liberdade a pessoa se sente. Porém, isto é uma visão distorcida do verdadeiro ser livre. Até esta passagem bíblica nos traz esta recordação: ”Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”, (cf. I Cor 6,12).
Não é possível negar uma realidade que sempre impõem regras a serem respeitadas e delas dependem a convivência saudável de uma comunidade. Assumir suas escolhas, analisar as possibilidades, observar os caminhos disponíveis de forma consciente é um ato de liberdade; de liberdade responsável, especialmente, quando, de fato, tomamos um posicionamento definido.
O não escolher já é uma escolha. Porém, as escolhas podem ser mais ou menos conscientes. Quando ela não é clara para o homem, quando os motivos não estão explicitados, a escolha transforma-se em condenação – pois de qualquer maneira haverá uma escolha.
Liberdade é própria do homem; quando em sua vida pode ser livre nestas escolhas, nos coloca em papel de responsáveis pelos atos e pelas consequencias. Fugindo e deixando que os outros pensem por nós, decidam por nos, ou ainda que atribuamos a responsabilidade para o outro também é um ato livre, mas, talvez, não o mais consciente. Ser livre é assumir responsabilidade por cada momento de seu viver, cuidando de suas escolhas da maneira mais autêntica possível, encarando os desafios, a angústia que é estar lançado em um mundo que não oferece nenhum tipo de garantia de sucesso ou felicidade; essas conquistas irão depender da maneira como cada um constrói seu caminho para realização de seus projetos e como cada um de nós assume o projeto de liberdade responsável em nossas vidas, conduzindo nossa existência, porque ”Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”.
fevereiro 8th, 2010
Convido você a ler meu novo texto no Canal Formação do Portal Canção Nova.
Acesse o link abaixo e deixe seus comentários! Deus abençoe sua semana! http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11726#
dezembro 14th, 2009 Olá, convido você a ler meu artigo postado no campo de Formação do Portal da Canção Nova! http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11676
dezembro 5th, 2009
Estou vivendo o tempo de Hosana Brasil. Fica um pensamento para o dia de hoje:
Façamos, pois todo o esforço para adquirir o grande tesouro do amor divino. “Que possui o rico, se não tem caridade? E se o pobre tem caridade, o que não possui?”, diz Santo Agostinho. Quem possui todas as riquezas, mas não possui a Deus, é o mais pobre do mundo. Mas o pobre que possui a Deus possui tudo… E quem é que possui a Deus? Aquele que o ama. “Quem, permanece na caridade, em Deus permanece, e Deus nele” (I Jo 4,16)
dezembro 2nd, 2009
Embora busquemos relações sólidas e duradouras, é comum percebermos quanto as famílias sofrem com a separação dos pais, em especial os filhos, que, hoje em dia, pouco preparados para perder, para passar por frustrações, vêem-se numa situação jamais esperada. O divórcio dos pais apresenta-se como fonte de desenvolvimento de estresse, especialmente se não for conduzido de forma adequada pelos pais.
Isto se apresenta quando os pais têm dificuldade para trabalhar a frustração com os filhos; não são habituados a perder, a separar, a lidar com a morte, com a mudança de hábito. Há sinais de uma superproteção que, somados a própria angústia do casal e das situações que os adultos vivem, um terreno fértil para a insegurança e as fantasias das crianças.
Ao não possuir um modelo adequado para reagir frente aos problemas da vida, as crianças, de modo geral, tornam-se adultos bastante fragilizados, suscetíveis ao estresse e todas as enfermidades e dificuldades psicológicas que neles surgem. É importante que a criança possa vivenciar estes momentos, sempre adequados a sua faixa etária e sua maturidade, para que ela também saiba se proteger, perceber, raciocinar sobre estas situações, e não apenas viva numa redoma que a protege de todas situações.
Em meio a várias leituras sobre o tema, extraí o seguinte conteúdo: ” o estresse infantil pode estar envolvido na orgiem de vários distúrbios, tanto físicos quanto psicológicos, como comportamentos agressivos que não são representativos do comportamento mais geral da criança, desobediência inusitada, depressão, ansedade, choro excessivo, enurese (não controlar urina), gagueira, dificuldade de relacionamento ou na escola, pesadelos, insônia, birra e até mesmo o consumo de tóxicos. Os problemas físicos decorrentes podem ser asma, bronquite, hiperatividade motora, doenças dermatológicas, obesidade (come por ansiedade), diarréia, dores abdominais, tiques nervosos. Nenhum destes fatores isolados podem ser interpretados como sinal de estresse; o que deve servir como base para o dignóstico são vários sintomas em conjunto.” O medo da perda é usual nas crianças de pais separados; muitas vezes são desconfiadas, porque temem “perder” seu objeto de amor.
É completamente normal o medo que toma conta do casal de ferir seus filhos com a decisão de separar-se. Entretanto, este sofrimento imediato que a criança sente com a notícia é menos traumático do que a angústia de estar percebendo que existe algo de errado na relação de seus pais e não estar ciente do que está efetivamente acontecendo. O mais importante com relação a isso tudo é que seja mantida a confiança na relação entre pais e filhos, mantendo-a o mais clara, verdadeira e respeitosa possível. Se a criança sentir solidez na sua relação com seus pais, poderá receber informações desagradáveis sem que a posição de seus pais como ponto de referência em sua vida seja abalada, visto que a criança é menos frágil que o adulto para conhecer a verdade. Em compensação, situações conflitantes e incompreensíveis podem causar grandes problemas a esta criança. (GIUSTI, 1987).
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novembro 30th, 2009
Olá!
Hoje o assunto é personaldiade madura!
Deixo hoje o link da matéria que fiz para o PodCast CN sobre este assunto!
http://podcast.cancaonova.com/programa.php?id=963
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