”Namoro Santo ”
Grupo público
Descrição
Continuem confiando no Senhor!! Que no momento certo ”ELE” colocará a pessoa certa na vida de vcs!! O momento do Senhor não é o nosso momento!! As vezes, ainda necessitamos estar mais preparados!! Nunca se esqueçam, Deus vai além dos nossos pensamentos mais profundo e no mais íntimo de nosso coração!! Bjs a todos vcs!! Tenha um ótimo fim de semana!
Este grupo é para todos aqueles que cansaram do namoro do mundo, aonde tudo que convém é permitido ,aonde o amor não existe e sim a atração carnal.
Que através deste grupo possamos conhecer novas pessoas e quem sabe encontra o nosso José a nossa
Maria, e que juntos possamos verdadeiramente colocar Deus em todas nossas ações e fazer deste namoro um elo junto ao Pai, para que consigamos ter famílias realmente santas que lutem e divulgam que é sim possível viver na santidade.
O QUE SERIA O NAMORO?
Namorar é algo muito sério. Exige compromisso, responsabilidade, fidelidade, respeito mútuo, companheirismo, seriedade, sentimentos sinceros e racionalismo sólido de ambas as partes. Não se confunde com a “cultura do fica”. No fica, as pessoas, sobretudo os jovens, tratam-se uns aos outros como um copo descartável e terreno baldio. Torna-se então uma verdadeira prostituição socializada e vício físico alimentado a cada fica; acostuma-se o corpo ao prazer, desprezando os sentimentos e o desejo por algo mais sólido. Descaracteriza os sentimentos e cria-se um verdadeiro “círculo vicioso” pela sensualidade sexual.
Embora alguns desprezem a afirmação vindoura, mas o fica é um verdadeiro truque que Satanás usa para que aconteça a destruição do namoro. Deus, ao contrário, deseja que os jovens tenham a experiência do namoro, que é a preparação para o casamento.
O Namoro é justamente isso: preparação para o casamento! Não estou dizendo que a pessoa que você está namorando agora, será o seu esposo ou a sua mulher. Mas, é no namoro que se tem o discernimento e a decisão para escolher o homem ou a mulher de sua vida, o (a) que viverá com você até que a morte os separe.
”Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gn 2,24). Não se escolhe qualquer pessoa para morar conosco pelo resto de nossas vidas! É algo muito sério e deve-se ter muito cuidado para não machucar o coração. Quando se compra um sapato, por exemplo, tem-se todo um cuidado para que se esteja de acordo com os nossos gostos. Com a nossa “moda”. Com o nosso jeito de ser. Que nos deixe satisfeitos quando vamos a algum lugar, a alguma festividade, nos ambientes em que estivermos. A final de contas, ninguém quer passar vergonha ou desconforto ao usar um simples par de sapatos. Além do mais, não se observa somente a estética, por que pode acontecer de chegarmos em casa e ao usarmos, pode ocorrer de provocar dor e desconforto. Estou mentindo? Pois é! Agora imagine aí escolher a pessoa que ficará 24 horas dos nossos dias para o resto de nossas vidas. É algo que deve ser muito bem trabalhado, analisando assim, cada atitude, cada gesto, cada palavra, cada momento…
Se você gosta somente das coisas de Deus, muito cuidado para não se corromper com uma pessoa mundana que te arrastará ao mundo, desconvertendo- te. Se você gosta de ouvir somente conversas cristãs, muito cuidado para não se deparar com alguém que pode vir a encher os teus ouvidos de imundícies. Se você preserva o teu corpo com castidade, guardando-te e reservando-te assim para a pessoa que você espera, muito cuidado para que não surja um príncipe que venha a se transformar num sapo.
Vou colocar aqui uma situação pra você refletir: “Você é um membro fervoroso da Igreja de Deus e de repente conhece alguém que não conhece o Senhor e nem tem uma vida segundo a Palavra de Deus. Despreza a Santa Missa, não vai para o Grupo de Oração, não quer papo em rezar o terço ou se confessar. Então você pensa: Eu vou ser instrumento de Deus para mudar a vida dessa pessoa. Mas, você percebe já com um certo tempo no namoro, a dureza de coração dessa pessoa e conclui que ele não quer esse negócio de Igreja. E aí? Você vai se expor ao ridículo? Você vai para o grupo de oração e pra Santa Missa enquanto essa pessoa vai para as festas. Você vai acompanhá-lo nas festas só por que é o(a) seu(sua) namorado(a)? Você acha isso correto mesmo? Cadê a tua vida de caminhada e a tua intimidade para com o teu Deus? Ele tem que te dá valor e perceber que tem que mudar, caso você queira um namoro cristão. Ou você se enquadra no mundo dessa pessoa ou essa pessoa se enquadra no seu mundo cristão e de seguimento a Palavra de Deus. Digo-lhe sem nenhum pingo de dúvida, dando-te este conselho: Prefira a segunda opção e não se curve diante da primeira. É preferível você sofrer de uma só vez do que passar a vida toda em sofrimento. Já parou para pensar como seria no casamento: Você indo pras coisas de Deus e essa pessoa indo pras coisas do mundo? Complicado não? Pois é no namoro que isso já tem que se resolver. Caso você venha a diagnosticar que isso não vai acontecer no namoro não espere mudança somente no casamento pois será muito mais difícil e complicado. Prova disso, é que muitos afirmam: “Você já me conheceu assim. Não reclame”. Termine o namoro para não machucar mais ainda o seu coração. Deus não deseja ver os seus filhos sofrendo. Até na área afetiva, ele quer te dá felicidade plena. E não se preocupe que Deus preparou alguém para te fazer feliz. Só não faça é se enganar. Procure ter compromisso com alguém que te dê respeito e amor. Que não te faça sofrer. Que tenha fidelidade desde as pequenas coisas. Que tenha compromisso contigo e que te faça feliz. Para isso, reze, reze, reze…
Sejam todos bem vindos.
Que Deus lhes abençoem
Paz de Jesus e Amor de Maria.
Notícias
C.15 CASTIDADE
C.15.1 Amizade e castidade
§2347 A virtude da castidade desabrocha na amizade. Mostra ao discípulo como seguir e imitar Aquele que nos escolheu como seus próprios amigos, se doou totalmente a nós e nos faz Participar de sua condição divina. A castidade é promessa de imortalidade.
A castidade se expressa principalmente na amizade ao próximo. Desenvolvida entre pessoas do mesmo sexo ou de sexos diferentes, a amizade representa um grande bem para todos e conduz à comunhão espiritual.
C.15.2 Castidade conjugal e Matrimônio
§2365 A fidelidade exprime a constância em manter a palavra dada. Deus é fiel. O sacramento do Matrimônio faz o homem e a mulher entrarem na fidelidade de Cristo à sua Igreja. Pela castidade conjugal, eles testemunham este mistério perante o mundo.
S. João Crisóstomo sugere aos homens recém-casados que falem assim à sua esposa: ”Tomei-te em meus braços, amo-te, prefiro-te à minha própria vida. Porque a vida presente não é nada, e o meu sonho mais ardente é passá-la contigo, de maneira que estejamos certos de não sermos separados na vida futura que nos está reservada… Ponho teu amor acima de tudo, e nada me seria mais penoso que não ter os mesmos pensamentos que tu tens”.
§2368 Um aspecto particular desta responsabilidade diz respeito à regulação da procriação. Por razões justas, os esposos podem querer espaçar os nascimentos de seus filhos. Cabe-lhes verificar que seu desejo não provém do egoísmo, mas está de acordo com a justa generosidade de uma paternidade responsável. Além disso, regularão seu comportamento segundo os critérios objetivos da moral.
A moralidade da maneira de agir, quando se trata de harmonizar o amor conjugal com a transmissão responsável da vida, não depende apenas da intenção sincera e da reta apreciação dos motivos, mas deve ser determinada segundo critérios objetivos tirados da natureza da pessoa e de seus atos, critérios esses que respeitam o sentido integral da doação mútua e da procriação humana no contexto do verdadeiro amor. Tudo isso é impossível se a virtude da castidade conjugal não for cultivada com sinceridade.
C.15.3 Castidade dos noivos
§1632 Para que o ”sim” dos esposos seja um ato livre e responsável e para que a aliança matrimonial tenha bases humanas e cristãs sólidas e duráveis, a preparação para o casamento é de primeira importância:
O exemplo e o ensinamento dos pais e da família continuam sendo o caminho privilegiado desta preparação.
O papel dos pastores e da comunidade cristã como ”família de Deus” é indispensável para a transmissão dos valores humanos e cristãos do Matrimônio e da família , e mais ainda porque em nossa época muitos jovens conhecem a experiência dos lares desfeitos que não garantem mais suficientemente esta iniciação (feita dentro da família):
Os jovens devem ser instruídos convenientemente e a tempo sobre a dignidade, a função e o exercício do amor conjugal, a fim de que, preparados no cultivo da castidade, possam passar, na idade própria, do noivado honesto para as núpcias .
§2350 Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, urna aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade.
C.15.4 Castidade e Batismo
§2345 A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual. O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo.
§2348 Todo batizado é chamado à castidade. O cristão ”se vestiu de Cristo”, modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade.
§2355 A prostituição vai contra a dignidade da pessoa que se prostitui, reduzida, assim, ao prazer venéreo que dela se obtém. Aquele que paga peca gravemente contra si mesmo; viola a castidade à qual se comprometeu em seu Batismo e mancha seu corpo, templo do Espírito Santo. A prostituição é um flagelo social. Envolve comumente mulheres, mas homens, crianças ou adolescentes (nestes dois últimos casos, ao pecado soma-se um escândalo). Se é sempre gravemente pecaminoso entregar-se à prostituição, a miséria, a chantagem e a pressão social podem atenuar a imputabilidade da falta.
C.15.5 Castidade e caridade
§2346 A caridade é a forma de todas as virtudes. Influenciada por ela, a castidade aparece como uma escola de doação da pessoa. O domínio de si mesmo está ordenado para a doação de si mesmo. A castidade leva aquele que a pratica a tornar-se para o próximo uma testemunha da fidelidade e da ternura de Deus.
C.15.6 Castidade e estado de vida
§2348 Todo batizado é chamado à castidade. O cristão ”se vestiu de Cristo”, modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade.
§2349 ”A castidade há de distinguir as pessoas de acordo com seus diferentes estados de vida: umas na virgindade ou no celibato consagrado, maneira eminente de se dedicar mais facilmente a Deus com um coração indiviso; outras, da maneira como a lei moral determina, conforme forem casados ou celibatários.” As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência:
Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica.
§2350 Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, urna aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade.
C.15.7 Castidade e homossexualidade
§2357 A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que ”os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.
§2358 Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.
§2359 As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.
C.15.8 Coração puro e castidade
§2518 A sexta bem-aventurança proclama: ”Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5,8). A expressão ”puros de coração” designa aqueles que entregaram o coração e a inteligência às exigências da santidade de Deus, principalmente em três campos: a caridade, a castidade ou a retidão sexual, o amor à verdade e à ortodoxia da fé. Existe um laço de união entre a pureza do coração, do corpo e da fé:
Os fiéis devem crer nos artigos do símbolo, ”para que, crendo, obedeçam a Deus; obedecendo, vivam corretamente; vivendo corretamente, purifiquem seu coração; e, purificando o coração, compreendam o que crêem”.
§2520 O Batismo confere àquele que o recebe a graça da purificação de todos os pecados. Mas o batizado deve continuar a lutar contra a concupiscência da carne e as cobiças desordenadas. Com a graça de Deus, alcançará a pureza de coração:
pela virtude e pelo dom da castidade, pois a castidade permite amar com um coração reto e indiviso;
pela pureza de intenção, que consiste em ter em vista o fim verdadeiro do homem; com uma atitude simples, o batizado procura encontrar e realizar a vontade de Deus em todas as coisas;
pela pureza do olhar, exterior e interior; pela disciplina dos sentimentos e da imaginação; pela recusa de toda complacência nos pensamentos impuros que tendem a desviar do caminho dos mandamentos divinos: ”A desperta a paixão dos insensatos” (Sb 15,5);
pela oração:
Eu julgava que a continência dependia de minhas próprias forças… forças que eu não conhecia em mim. E eu era tão insensato que não sabia que ninguém pode ser continente, se vos lho concedeis. E sem dúvida mo teríeis concedido, se com gemidos interiores vos ferisse os ouvidos e, com firme fé, pusesse em vós minha preocupação.
§2532 A purificação do coração exige a oração, a prática da castidade, a pureza da intenção e do olhar.
C.15.9 Crescimento da castidade
§2343 A castidade tem leis de crescimento. Este crescimento passa por graus, marcados pela imperfeição e muitas vezes pelo pecado. ”Dia a dia o homem virtuoso e casto se constrói por meio de opções numerosas e livres. Assim, ele conhece, ama e realiza o bem moral seguindo as etapas de um crescimento.”
C.15.10 Espírito Santo na origem da virtude da castidade
§1832 Os frutos do Espírito são perfeições que o Espírito Santo forma em nós como primícias da glória eterna. A Tradição da Igreja enumera doze: ”caridade, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência e castidade” (Gl 5,22-23 vulg.).
§2345 A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual. O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo.
C.15.11 Ofensas à castidade
§2351 A luxúria é um desejo desordenado ou um gozo desregrado do prazer venéreo. O prazer sexual é moralmente desordenado quando é buscado por si mesmo, isolado das finalidades de procriação e de união.
§2352 Por masturbação se deve entender a excitação voluntária dos órgãos genitais, a fim de conseguir um prazer venéreo. ”Na linha de uma tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado.” Qualquer que seja o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade. Aí o prazer sexual é buscado fora da ”relação sexual exigida pela ordem moral, que realiza, no contexto de um amor verdadeiro, o sentido integral da doação mútua e da procriação humana”.
Para formar um justo juízo sobre a responsabilidade moral dos sujeitos e orientar a ação pastoral, dever-se-á levar em conta a imaturidade afetiva, a força dos hábitos contraídos, o estado de angústia ou outros fatores psíquicos ou sociais que minoram ou deixam mesmo extremamente atenuada a culpabilidade moral.
§2353 A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos. Além disso, é um escândalo grave quando há corrupção de jovens.
§2354 A pornografia consiste em retirar os atos sexuais, reais ou simulados, da intimidade dos parceiros para exibi-los a terceiros de maneira deliberada. Ela ofende a castidade porque desnatura o ato conjugal, doação íntima dos esposos entre si. Atenta gravemente contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes, público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar e de um proveito ilícito, Mergulha uns e outros na ilusão de um mundo artificial. E uma falta grave. As autoridades civis devem impedir a produção e a distribuição de materiais pornográficos.
§2355 A prostituição vai contra a dignidade da pessoa que se prostitui, reduzida, assim, ao prazer venéreo que dela se obtém. Aquele que paga peca gravemente contra si mesmo; viola a castidade à qual se comprometeu em seu Batismo e mancha seu corpo, templo do Espírito Santo. A prostituição é um flagelo social. Envolve comumente mulheres, mas homens, crianças ou adolescentes (nestes dois últimos casos, ao pecado soma-se um escândalo). Se é sempre gravemente pecaminoso entregar-se à prostituição, a miséria, a chantagem e a pressão social podem atenuar a imputabilidade da falta.
§2356 O estupro designa a penetração à força, com violência, na intimidade sexual de uma pessoa. Fere a justiça e a caridade. O estupro lesa profundamente o direito de cada um ao respeito, à liberdade, à integridade física e moral. Provoca um dano grave que pode marcar a vítima por toda a vida. E sempre um ato intrinsecamente mau. Mais grave ainda é o estupro cometido pelos pais (cf. incesto) ou educadores contra as criança que lhes são confiadas
§2396 Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais.
C.15.12 Opções da castidade
§2339 A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz. ”A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.”
§2341 A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que tem em vista fazer depender da razão a paixões e os apetites da sensibilidade humana.
§2344 A castidade representa uma tarefa eminentemente pessoal. Mas implica também um esforço cultural, porque ”o homem desenvolve-se em todas as suas qualidades mediante a comunicação com os outros”. A castidade supõe o respeito pelos direitos da pessoa, particularmente o de receber uma informação e uma educação que respeitem as dimensões morais e espirituais da vida humana.
§2346 A caridade é a forma de todas as virtudes. Influenciada por ela, a castidade aparece como uma escola de doação da pessoa. O domínio de si mesmo está ordenado para a doação de si mesmo. A castidade leva aquele que a pratica a tornar-se para o próximo uma testemunha da fidelidade e da ternura de Deus.
§2395 A castidade significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal.
C.15.13 Seguimento de Cristo e castidade
§2053 A esta primeira resposta é acrescentada uma segunda: ”Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e segue-me” (Mt 19,21). Esta não anula a primeira. O seguimento de Jesus Cristo inclui o cumprimento dos mandamentos. A Lei não foi abolida, mas o homem é convidado a reencontrá-la na pessoa de seu Mestre, que é o cumprimento perfeito dela. Nos três Evangelhos sinópticos, o apelo de Jesus dirigido ao jovem rico, de segui-lo na obediência do discípulo e na observância dos preceitos, é relacionado com o convite à pobreza e à castidade. Os conselhos evangélicos são indissociáveis dos mandamentos.
C.15.14 Significação da castidade
§2395 A castidade significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal.
C.15.15 Temperança virtude que comanda a castidade
§2341 A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que tem em vista fazer depender da razão a paixões e os apetites da sensibilidade humana.
C.15.16 Vida Consagrada e castidade
§915 Os conselhos evangélicos, em sua multiplicidade, são propostos a todo discípulo de Cristo. A perfeição da caridade à qual todos os fiéis são chamados comporta para os que assumem livremente o chamado à vida consagrada a obrigação de praticar, a castidade no celibato pelo Reino, a pobreza e a obediência. E a profissão desses conselhos em um estado de vida estável reconhecido pela Igreja que caracteriza a ”vida consagrada” a Deus.
§944 A vida consagrada a Deus caracteriza-se pela profissão pública dos conselhos evangélicos de pobreza, de castidade e de obediência em um estado de vida permanente reconhecido pela Igreja.
C.15.17 Vocação para a castidade
§2337 A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual. A sexualidade, na qual se exprime a pertença do homem ao mundo corporal e biológico, torna-se pessoal e verdadeiramente humana quando é integrada na relação de pessoa a pessoa, na doação mútua integral e temporalmente ilimitada do homem e da mulher.
A virtude da castidade comporta, portanto, a integridade da pessoa e a integralidade da doação.
§2348 Todo batizado é chamado à castidade. O cristão ”se vestiu de Cristo”, modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade.
§2394 Cristo é o modelo da castidade. Todo batizado é chamado a levar uma vida casta, cada um segundo seu estado de vida próprio.
Entrega seus caminhos ao Senhor, confia Nele e Ele agirá!
Love Is Not a Fight ( Amor não é uma luta! ) Vejam o clipe da música de Warren Baifield. Simplesmente Linda e profunda!
LOVE IS NOT A FIGHT
http://www.youtube.com/watch?v=b9pAanTXZ7w
Love Is Not a Fight
Love is not a place
to come and go as we please
It’s a house we enter in
then commit to never leave
So lock the door behind you
Throw away the key
Work it out together
Let it bring us to our knees
Love is a shelter
in a raging storm
Love is peace
in the middle of a war
If we try to leave;
May God send angels to guard the door
No, Love is not a fight
but its something worth fighting for
Some love is a word
that they can fall into.
But when they’re falling out
keeping that word is hard to do
Love is a shelter
in a raging storm
Love is peace
in the middle of a war
If we try to leave;
May God send angels to guard the door
No, Love is not a fight
but its something worth fighting for
Love will come to save us
If we’ll only call
He will ask nothing from us
but demand we give our all
Love is a shelter
in a raging storm
Love is peace
in the middle of a war
If we try to leave;
May God send angels to guard the door
No, Love is not a fight
but its something worth fighting for







