Recomeçar

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Estamos começando um novo ano. Temos mais uma oportunidade para realizar tudo aquilo que não foi possível nos dias que se passaram.

Fiz uma retrospectiva de tudo que vivi no ano passado, e pude ver que acertei, errei, magoei, fui magoada, fiz coisas boas e ruins, ajudei e deixei de ajudar. De tudo que foi analisado, fica a certeza da vontade de recomeçar e colocar cada coisa em seu devido lugar. Questiono-me que postura vou adotar para o novo ano. Tentar realizar aquilo que eu não consegui ou desistir? Conhecemos tantas frases que dizem, “nunca desista dos seus sonhos”, mas há sonhos que de tão grandes, não é possível sonhá-los sozinho. Nesse caso, o que fazer? Às vezes, tenho medo de estar sendo teimosa, por querer continuar lutando para alcançar aquilo que o coração pede. Chega a ser frustrante, desejar realizar algo, e se ver cada vez mais distante do objetivo. Eu sei, que na caminhada em busca dos nossos objetivos, sempre haverá obstáculos, mas quando eles são grandes demais, a tendência é querer encaixotar e guardar. Sabe, eu nasci no interior do estado do Maranhão. Cresci subindo em mangueiras, goiabeiras, cajueiros, cajazeiras… para mim, era um desafio pegar a fruta que estivesse no lugar mais alto, no galho mais difícil, e sem a aprovação de qualquer adulto, pois era um perigo. Uma queda, era morte certa. Algumas vezes conseguia pegar aquela fruta desejada, outras vezes não conseguia, porque os obstáculos eram sempre muito grandes. Galhos frágeis, caixas de abelhas, de formigas e  a altura. Lembro-me de uma ocasião em que bati a cabeça em uma caixa de formigas, meus cabelos claros, ficaram escuros, cheios delas. Levei uma bronca daquelas e passei uma semana tirando formigas dos cabelos.Você consegue imaginar a cena? Depois, eu até conseguia sorrir, lembrando do ocorrido. E por culpa delas, fui descoberta. Minha avó, muito preocupada comigo, questionou a razão de correr tanto risco, argumentou que era perigoso, e que não me queria subindo em árvores. Eu falei que gostava de pegar as frutas lá do alto, ela dizia que as frutas que estavam mais baixas tinham o mesmo sabor, eu nunca concordei.  Nunca gostei de fazer as coisas que qualquer um fazia. Na minha opinião, elas eram mais doces, tinham um sabor diferente, o sabor da conquista. Minha avó veio com outro argumento, dizendo que eu deveria esperar que elas caíssem, a areia fofa amortecia a queda e raramente elas ficavam machucadas. Então, lembrei dos passarinhos, eles aproveitavam e faziam a festa com as frutas lá do alto. Eu achava  que era uma covardia, eles tinham asas,  e eu, não. E facilmente faziam o que eu tanto gostava de fazer. Decidi criar algo para ajudar. Peguei uma lata de óleo, vazia, abri, fiz dois furos na lateral, prendi com um pedaço de arame na ponta de uma vara de mais ou menos 2,5m. A partir daí, eu subia até um determinado galho e conseguia alcançar a fruta do alto com a vara que tinha uma cesta de lata. Quando a fruta não cabia na cesta, eu balançava até que ela caísse. Quanto aos passarinhos, eu sempre deixava alguma coisa para eles, afinal, eu não conseguia pegar todas as frutas do alto de uma árvore, somente as escolhidas. Toda essa história foi para lembrar que desde criança, eu já gostava de desafios, e nunca desisti fácil. Nos tornamos adultos, ficamos mais racionais, realistas e aos poucos, vamos perdendo a capacidade de criar soluções e meios para alcançar os nossos sonhos, objetivos, metas… No fundo, eu sei que ainda mora dentro de mim, aquela mesma criança que gostava de subir em árvores, que achava injusto não ter asas, e que de uma forma mágica, conseguia alcançar o topo de uma árvore, mesmo com a ajuda de uma vara de 2,5m. Neste ano, vou tentar resgatar esta criança guerreira, e que ela possa ser o incentivo, do qual eu necessito para seguir em frente, sonhando, acreditando, buscando, e lutando sempre.

Minha avó, era devota de Nossa Senhora Aparecida, meu avô, de Santo Antônio. Sempre fui incentivada a acreditar em milagres, por menores que eles fossem. Eles acreditavam que tudo era possível, só precisava acreditar.

Não vamos deixar que morra em nós a esperança de dias melhores.  A esperança de ver renascer aqueles sentimentos mais bonitos que ficaram guardados. A esperança de um novo encontro, de um novo olhar, de um novo sorriso, de uma nova chance… a chance de fazer acontecer, e dar continuidade ao que, por alguma razão, ficou inacabado.

Um Feliz e abençoado 2011 a todos os amigos do Gente de Fé.

E o amor faz o bobo…

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O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.”

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: “Até tu, Brutus?”

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

Clarice Lispector.

SABER OUVIR.

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Embora a audição seja uma dádiva maravilhosa, não há como negar que poucos, muito poucos de nós, dominamos a arte de ouvir.

Thomas Edison, o inventor da lâmpada, perdeu boa parte de sua capacidade auditiva quando tinha doze anos de idade. Só podia ouvir os ruídos e gritos mais fortes.  Isso, no entanto, não o incomodava.

Certa vez, indagado a respeito da sua deficiência, respondeu com serenidade: “não ouço um passarinho desde meus doze anos, mas em vez disso constituir uma desvantagem, minha surdez talvez tenha sido benéfica para mim. Ela encaminhou-me muito cedo à leitura, e além disso, pude sempre concentrar-me com rapidez, já que me encontrava naturalmente desligado de conversações inúteis.”

A singela observação guarda grande ensinamento. A maioria de nós tem plena capacidade auditiva, mas isso não significa necessariamente que tenhamos o dom de saber ouvir. Ainda não conseguimos ouvir os queixumes dos outros sem que atravessemos um comentário a respeito da nossa própria desdita. Deixamos assim de escutar as histórias dos outros, para narrar a nossa própria, como se apenas esta fosse digna de ser registrada e conhecida. Não conseguimos ouvir, com aceitação, as críticas que nos fazem. Em poucos instantes já estamos irritados e ofendidos, mais preocupados em nos defender ou até em agredir verbalmente o outro.

Ouvir com serenidade tudo o que nos querem falar, por ora, parece ser superior às nossas forças. Não conseguimos ouvir conselhos e orientações que sejam dirigidas à nossa melhoria íntima. Esse tipo de conversa sempre nos parece aborrecida e sem sentido, afinal, muitas dessas palavras sábias representariam uma mudança de conduta e o abandono de muitos vícios ou de uma situação específica. A maioria das vezes, não estamos dispostos a isso. Criamos um modelo mental e nos acostumamos a ele. Mudanças nunca são fáceis. Mas se a conversa gira em torno de maledicências, aí então, os ouvidos parecem ficar mais capazes de registrar sons, e nosso interesse fica aguçado. O sono passa e sempre há tempo para querer saber algum detalhe a mais a respeito do assunto.

Muita conversa inútil preenche nossas horas e consome nosso tempo. Muitos exemplos infelizes são tomados como modelos de atitude, por equívoco daqueles que os ouvem. Inúmeras dificuldades são criadas em nossa intimidade pelo desequilíbrio gerado pela maledicência. Por outro lado, muitos amigos precisam de nós para um diálogo saudável e nós não temos sensibilidade suficiente para deixá-los falar. Muitas palavras acertadas que nos auxiliariam a não incidir mais uma vez no mesmo erro, deixam de ser escutadas por desatenção.

A capacidade de ouvir não se limita exclusivamente à possibilidade de captar sons.

Temos sido surdos em um mundo repleto de sons e de melodias que poderiam transformar nossas vidas em sinfonias de amor e de realização.

Temos sido criaturas incapazes de perceber palavras e histórias maravilhosas que ilustram a existência dos seres que nos cercam e que muito poderiam nos ensinar.

Temos sido deficientes auditivos quando se trata de escutar verdadeiramente aquilo que precisamos ouvir.

É necessário e urgente que desenvolvamos a real capacidade de ouvir.

Experimente ouvir mais e falar menos.

“Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.” Provérbio Indiano.

(Via Momento de Fé)

Gente do bem tem “Fé na Educação”

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Peço aos amigos do “Gente de Fé” que votem para Deputado Federal, Gabriel Chalita nº4030

“O Brasil avançou, ficou mais justo, distribuiu renda. Mas não basta. A educação é o desafio.
Educar para o bem, para a liberdade, para fortalecer o povo e o País. É o nosso ideal e o de muita gente que ama a educação.”

Se você é do estado de São Paulo, peço o seu voto. Deputado Federal – Gabriel Chalita, nº 4030.

Pessoas de outros estados também podem ajudar na campanha, pedindo voto a uma amigo. Vamos ajudar nessa corrente do bem.

“Nasci em Cachoeira Paulista. Comecei a dar aulas em escolas públicas  aos 15 anos de idade. O ofício de professor sempre marcou minha vida. É  nas salas de aula que experimento a linda lição de ser aprendiz e mestre  ao mesmo tempo. Professo a fé na educação como professo a fé na pessoa  humana. A educação é o caminho para a liberdade, a autonomia.

Escrevi meu primeiro livro aos 12 anos de idade. Em um asilo, fui  aprendendo o mundo encantado da palavra, essa senhora que nos alimenta  de novos significados. Em meus livros, trato de educação, ética,  filosofia, poesia, vida – dos romances aos ensaios de política, dos  grandes clássicos revisitados ao mundo fascinante da literatura  infantil. Escrevo para o professor sobre os mesmos valores que vivencio  nas salas de aula.

Comecei minha experiência política aos 19 anos, como vereador e  presidente da Câmara Municipal de minha cidade natal. Mudei-me para São  Paulo e resolvi investir em minha carreira acadêmica. Sou doutor em  Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, mestre em Direito e  em Ciências Sociais e graduado em Direito e em Filosofia. Jamais  abandonei a sala de aula. Sou professor, atualmente, na Pontifícia  Universidade Católica de São Paulo e na Universidade Presbiteriana  Mackenzie.

Fui secretário da Educação do Estado de São Paulo. Tive, assim, a  oportunidade de colocar em prática sonhos que sempre defendi: a  valorização do professor, a Escola da Família, a Escola de Tempo  Integral e o Caminho das Artes. Os resultados não tardaram a aparecer:  no ensino fundamental, a evasão escolar teve uma redução de 52% e, no  ensino médio, de 26%. Os índices de violência também diminuíram – até  80% em algumas escolas – e o interesse dos jovens pelos estudos  aumentou.

Nas últimas eleições, em 2008, candidatei-me a vereador em São Paulo e  fui o mais votado do Brasil. Empossado, criei a lei que protege as  crianças do bullying (intimidação, agressão e pressão psicológica  repetitivas nas escolas); também apresentei a Lei 01-0081/2010, que,  para ajudar a encontrar crianças desaparecidas, obriga as escolas da  rede municipal a manter um cadastro fotográfico dos alunos e estabelece  normas que favorecem a divulgação e a localização dessas crianças. Sou  autor de leis que apoiam crianças com dificuldade de aprendizagem, que  combatem os trotes violentos e que auxiliam moradores de rua, entre  outras.

Este é um resumo do caminho que segui e continuarei seguindo. Quero  ser deputado federal para levar a todo o Brasil as ideias, os valores e  os princípios que começaram a mudar a educação no Estado de São Paulo.  Vamos juntos abrir as portas de todas as escolas, da pré-escola à  universidade, para que todos os brasileiros tenham a oportunidade de  aprender”.

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Chalita é membro da Academia Brasileira de Educação e da Academia  Paulista de Letras.

Dentre os títulos e as condecorações recebidas por ele,  destacam-se o Prêmio Personalidade do Ano 2005 – Educação, conferido  pela revista ISTOÉ Gente; o Troféu Raça Negra 2005; o Prêmio  Educação – Visconde de Porto Seguro 2004 e o Prêmio Fernando de Azevedo -  Educador do Ano 2004, outorgado pela Academia Brasileira de Educação.

A Escola da Família baseia-se num conceito de  envolvimento familiar e comunitário. Com ela, as escolas estaduais ficam  abertas nos fins de semana, apresentando atividades nas áreas de  cultura, esporte, geração de renda e saúde.

A Escola de Tempo Integral aumenta a carga  horária das escolas estaduais. Os alunos passam nove horas diárias na  escola e recebem três refeições. O programa foi implantado em 500  unidades escolares do Estado de São Paulo.

O Caminho das Artes leva professores e alunos a teatros,  cinemas e museus, para o desenvolvimento da sensibilidade, a troca de  ideias e a ampliação do universo cultural.

Conto com o seu voto.

Pequenos gestos geram mudanças.

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É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano.

Vejamos:

A mais longa caminhada só é possível passo a passo.

O mais belo livro foi escrito letra por letra.

Os milênios se sucedem, segundo a segundo.

As maiores cachoeiras se formam de pequenas fontes.

A imponência do pinheiro e a beleza do ipê, começaram ambas na simplicidade das sementes.

A canção só tem razão se se cantar. Um nuvem só acontece se chover.  Disse Vinicius de Moraes

Os ninho são construídos de pequenos gravetos.

As maiores construção se iniciaram apartir do primeiro tijolo.

As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia.

É  incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à “Ave Maria”, de Bach, e à “Aleluia”, de Hendel.

O brilhantismo de Einstein e a ternura de Madre Tereza de Calcutá, tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor, dispensou a fragilidade do berço.

Assim também, o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos, só será construído apartir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão no dia a dia.

No livro Cartas entre amigos – “Sobre Ganhar e Perder”, o Gabriel Chalita diz: “Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso preciso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir.” O escritor tem razão, quando diz que não pode mudar o mundo sozinho. Ninguém pode mudar o mundo sozinho, mas podemos começar mudando uma pequena parcela dele: esta parcela que chamamos de “Eu”. Seja a mudança que você deseja ver no mundo. (Gandhi)

Não é fácil nem rápido, mas vale a pena tentar!

Não fique parado, dê o primeiro passo.

Abraço

DEPRESSÃO – MAL DO SÉCULO?

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Depressão é uma doença marcada por mudanças extremas no comportamento, energia e ânimo de uma pessoa. Não é uma doença “de cabeça”. Ela afeta tanto a mente quanto o corpo, afeta o humor, a visão sobre a vida, o seu comportamento e até algumas funções corporais tais como o sono, o apetite ou os níveis de energia. A pessoa depressiva sente quase sempre tristeza ou preocupação, e manifesta com freqüência irritabilidade e ansiedade. Muitas pessoas com depressão costumam ter baixa auto-estima e pensamentos negativos acerca de si próprio, dos outros, do mundo e do futuro.

A melhor forma de sair deste estado sombrio de tristeza é fazer com que as pessoas afundadas nesta areia movediça se reencontrem a partir da auto-análise e encontrem as causas que a levaram a isso. Lembre-se que nem toda a atenção do mundo, nem os recursos avançados da medicina serão suficientes para que possa fazer as pazes com a vida sem a própria colaboração.

A depressão não deve ser confundida com situações passageiras de tristeza ou frustração.

NÃO CONFUNDA DEPRESSÃO COM TRISTEZA

A diferença entre depressão e tristeza, é que a tristeza é passageira, sendo conseqüência de um fator adverso da vida, mas a depressão perdura sem motivo aparente.

Na depressão, sentimentos de tristeza são fora de proporção e nem sempre se relacionam a causas externas. Pessoas que não sofrem de depressão lidam com seus problemas (internos e externos) sem ficarem incapacitadas. O mesmo não acontece com depressivos. A doença interfere na habilidade pessoal de trabalhar, dormir, se relacionar, comer, de gostar de atividades antes consideradas prazerosas.

Em uma declaração dada à revista “Veja” na matéria “Doença da alma”, o psiquiatra americano Peter Whybrow, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, definiu uma imagem para descrever a depressão: “Para se ter uma idéia do que é uma depressão severa, tente entender o desconforto de várias noites sem dormir, misturada à dor causada pela perda de um parente querido. Depois imagine a sensação de que esse torpor nunca mais vai acabar. Isto é crise depressiva.

Depressão é uma dor que fica, mesmo quando o problema vai embora.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, ela se tornou o mal mais comum entre as mulheres, superando o câncer de mama e as doenças cardíacas.

As mulheres são duas vezes mais propensas a terem o diagnóstico da depressão do que os homens. Há inúmeros motivos para isto, entre eles podemos destacar:

(1) As mulheres admitem mais seus sentimentos do que os homens. Elas vão mais freqüentemente, que os homens, aos consultórios médicos, havendo assim mais oportunidades para diagnosticar esta doença.

(2) As mulheres têm um nível maior dos hormônios estrógeno e progesterona, que mudam seus níveis durante o ciclo menstrual, na gravidez, no parto e na menopausa.

(3) A pílula anticoncepcional, que contém hormônios sexuais, pode também ser uma causa da depressão.

As mulheres são muito mais abertas para aceitar e revelar que sofrem de depressão. O homem acha que é um sinal de fraqueza admitir que esteja com este mal.

É importante que, a auto-estima seja trabalhada. A auto-estima tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança com auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades). Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e os outros. Se, não conseguir elevar a auto-estima, a depressão assumi o papel principal na sua vida. Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabei de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas errado como pessoa. Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a incerteza. Auto-estima, seja qual for o nível, é uma experiência íntima; reside no cerne do nosso ser. É o que EU penso e sinto sobre mim mesmo, não sei o que o outro pensa e sente sobre mim, mas sou o que Deus pensa de mim, sou o melhor que posso ser. Estamos longe de ser meros receptáculos da visão que as outras pessoas têm sobre nós. E de qualquer forma, seja qual tenha sido a nossa educação, o assunto está em nossas próprias mãos, e cabe a cada um de nós decidirmos a melhor forma de lidar com o nosso interior (emocional).

Ninguém pode respirar por nós, ninguém pode pensar por nós, ninguém pode nos dar autoconfiança e amor-próprio. Pensando nisso, não espere, levante-se do lugar que o limita como pessoa. Olhe em volta, veja quanta vida, quantas coisas boas esperam por você.

Abra seu coração.

ps. Desculpem-me pelos possíveis erros (digitação/português), não tive tento de revisar e corrigir.

Quando o impossível acontece.

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“Para o homem é impossível, mas para Deus

todas as coisas são possíveis” Mateus 19.26

Há poucos dias ouvi um pregador falar que para o impossível acontecer é uma questão de fé. Ele disse que em Inglês a palavra “impossible” – impossível, em português, pode ser lida da seguinte maneira: “I’m possible”, que quer dizer em português “eu sou possível”.

Há coisas na vida que parecem impossíveis. Todavia, ao longo da nossa vida vemos inúmeras coisas, que pareciam impossíveis, acontecendo. A ida do homem à Lua; a queda do Muro de Berlim e tantos outros acontecimentos mundiais ou pessoais são exemplos disto.

Na Bíblia lemos que Moisés foi chamado por Deus para realizar algo aparentemente impossível: libertar toda uma nação da escravidão imposta pela superpotência egípcia aos hebreus. Humanamente, impossível!

Moisés devia estar apavorado com a tarefa e, ao mesmo tempo, descrente de si mesmo. Começou a arranjar desculpas para não fazer o que Deus queria. Foi quando, então Deus lhe disse algo muito especial: “Quem deu boca ao homem? Quem o fez surdo ou mudo? Quem lhe concede vista ou o torna cego? Não sou eu, o Senhor? – Êxodo 4.11. Na verdade, o que Ele estava dizendo é que tanto o que fala, quanto o mudo, o que enxerga, bem como o que nada vê, são amados e valorizados por Deus da mesma maneira. Moisés tinha uma limitação na fala e se sentia impróprio para liderar um grupo por causa disso. Chegou a pedir que outro realizasse a tarefa no seu lugar. Deus, porém, o levou a olhar além de suas limitações, lançando seu olhar para seu Criador e Senhor, para quem tudo é possível.

Deus não está limitado às nossas qualidades ou defeitos. Ele transcende isso tudo. Deus não depende da nossa eloqüência, inteligência ou de habilidades naturais. Deus deseja contar acima de tudo com nossa disposição em crer que ele é capaz de nos fazer ir além de nós mesmos. Enquanto Moisés se desvalorizava, perdia a oportunidade de ver Deus agindo na sua vida.

Da mesma maneira, também, podemos perder as oportunidades que Deus tem colocado diante nós. Na nossa vida, trabalho, família, igreja e tudo mais que nos envolve, só poderemos ver o impossível acontecer quando confiarmos inteiramente nAquele que é o Senhor sobre todas as coisas.

PENSE NISSO!!!

A ESCOLHA CERTA.



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“Passando por ali, viu Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria, e disse-lhe: “Siga-me”. Levi levantou-se e o seguiu”Marcos 2.14

Acertar em uma escolha não é tarefa fácil. É comum escolhermos pessoas que sejam semelhantes a nós, quando pretendemos fazer amizades ou realizar algum projeto. Temos a tendência de, em segundos, julgar e rotular pessoas com carimbos de “aprovado” ou “reprovado”, de acordo com nossas avaliações rasas e preconceituosas.

Quando Jesus foi escolher seus parceiros de projeto, os apóstolos, ele o fez de maneira inusitada. No texto acima, vemos quem era o próprio Levi, ou Mateus como ficou mais conhecido, e como ele foi escolhido.

Levi, um dos mais improváveis de todos, por ser um “traidor da pátria”, uma vez que recolhia impostos dos judeus para o Império Romano, foi alvo do convite de Jesus. O mais importante ainda é ele aceitou o convite de Jesus e O seguiu. Como se não bastasse, Jesus foi jantar em sua casa com todos os seus amigos publicanos e pecadores.

Fica claro que o critério usado por Jesus é bem diferente dos que adotamos. Jesus buscava pessoas que aceitassem o seu convite que consistia em conhecer a Deus, e por isso Ele não se importava com a condição da pessoa, mas sim com o seu objetivo. Nem sempre agimos desta maneira, mas pelo contrário, procuramos pessoas que atendam a nossa expectativa. Na realidade, nunca sabemos, ao certo, quem dará o melhor resultado.

A atitude de Jesus nos desafia a pensar de maneira diferente. Vemos o exterior, porém Deus vê coisas que nós não vemos.

Quando procuramos seguir a direção de Deus em nossas escolhas, entendemos a necessidade de melhorar nossa percepção das pessoas que estão a nossa volta. O que importa não é o que penso a respeito delas, mas o que elas serão se o conhecimento de Deus fizer parte de suas vidas.

Deus tem valores que eu não tenho. Deus viu valor no carente, no excluído, no posto à parte, no pecador e no doente. Portanto, eu preciso converter os meus valores aos valores eternos de Deus.

Se eu sou alvo da misericórdia de Deus, todo e qualquer ser humano também o é, por isso preciso entender que o que Deus me concedeu não é algo exclusivo para mim, mas sim, algo que preciso compartilhar com os que estão a minha volta.

Compartilhar o Evangelho não é de acordo com os que as pessoas são, mas sim pela certeza que temos do que elas serão quando forem transformadas por Deus.

A escolha certa não é aquela que fazemos das pessoas, mas sim a de levar o conhecimento de Deus a elas.

Abraço a todos.


Sejamos Águias de Deus.


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Tomamos com exemplo para a nossa vida, a águia. Ela é uma ave que possui a maior longevidade da espécie, chegando a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Nessa idade, ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se alimentar: seu bico alongado e pontiagudo já está curvo; suas asas estão apontando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas; e voar já está se tornando uma tarefa difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer… ou, enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Essa etapa consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar. Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Depois de arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente depois de 5 meses ela sai para seu famoso vôo de renovação. E poderá viver, então, por mais uns 30 anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação, libertação, que somente Jesus Cristo pode nos dar. Para que continuemos a voar um vôo de vitórias, devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, do ódio, do medo, de envolvimentos com o ocultismo e outras tradições (maldições) que nos causaram dor/ escravidão/jugo. Somente quando nos livramos do peso do passado é que podemos aproveitar o resultado valioso de uma vida vitoriosa em Jesus –“Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão”.Gl 5:1

A águia é intrípeda, enfrenta o perigo, não se deixa vencer – “… Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder…”.II Tim. 1:7 .  Ela não aceita cativeiro, nega-se a perder a liberdade. Suas asas a levam acima das nuvens; levam-na ao seu habitat natural – as alturas. Deus nos fez para alçar vôo. Ele não deseja que seus filhos vivam rastejando . “…os que esperam no Senhor, sobem com asas como águias..” – Is. 40:31″. “A águia que voa pelos céus.” – Pv. 23:5. A águia adora um vendaval, uma tempestade, porque quanto mais forte o vento, mais alto ela voa. Vale-se das intempéries para desenvolver suas asas, vigorá-las e torná-las ainda mais poderosas. “ Seu vôo é impetuoso” – Dt. 28:49.  A águia é fiel por natureza. Só aceita um único macho durante toda a vida.  A fidelidade é traço característico das águias de Deus, porque “Deus é fidelidade…” – Dt. 32:4.  A águia é uma espécie rara, é vigorosa, enxerga tanto de dia quanto de noite. A águia do alto, seleciona a presa, e desce como uma flexa sobre ela (é caçadora). É devoradora. Não se alimenta de nada em decomposição. Possue olhos frontais (em Jesus). Constrói seu ninho nos penhascos. Morre voando (em vitória para a vida eterna).

Seja você também, uma águia de Deus.

Quando a oração do Pai Nosso é inútil.

Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando meu 
coração ao amor, 
será inútil dizer: PAI NOSSO 

Se meus valores são representados pelos bens na terra, 
será inútil 
dizer: QUE ESTAIS NO CEU. 

Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e 
comodismo, 
será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME 

Se acho tão sedutora a vida daqui, cheia de supérfluos e 
futilidades, será inútil dizer: VENHA A NOS O VOSSO REINO 

Se no fundo o que eu quero mesmo é que todos os meus 
sonhos se realizem, será inútil dizer: SEJA FEITA VOSSA 
VONTADE 

Se prefiro acumular riquezes, desprezando meus irmãos que 
passam fome, será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE 

Se não me importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar 
os que atravessam o meu caminho, 
será inútil dizer: PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO 
NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO 

Se escolho sempre o caminho nais fácil, que nem sempre é 
o caminho de Cristo, 
será inútil dizer: NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO 

Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e 
tudo o que é proibido me seduz, 
será inútil dizer: LIVRAI-NOS DO MAL. 

Se sabendo que sou assim, continuo me OMITINDO e nada 
faço para me modificar, 
será inútil dizer: AMEM ..... 

Vamos refletir
Vocês já pararam para analisar, se não estamos dizendo palavras vazias.... 
Que Deus nos ilumine para que sejamos firmes e convictos de que somos território santo d'Ele.

A todos um convite à reflexão nesta noite.
Meu carinho e amizade,
Janne Taylor