Category: Cristianismo

Deus é mau?

Tradução das legendas:

Professor: – Eu vou lhes mostrar

que se Deus existir ele é mau

Deus criou tudo que existe?

se Deus criou tudo,

então ele criou a maldade

o que significa que Deus é mau.

Estudante: – Com licença, professor

o frio existe?

Professor: – Que tipo de pergunta é esta?

Naturalmente ele existe.

Você nunca teve frio?

Estudante: – De fato senhor, o frio não existe.

Segundo as leis de física,

o que consideramos como frio

é na verdade a ausência do calor.

- Professor, a escuridão existe?

Professor: – Claro que sim.

Estudante:  – O senhor está errado,

a escuridão não existe também.

A escuridão é na verdade a ausência da luz.

Podemos estudar a luz, mas não a escuridão.

(portanto) A maldade não existe

é como a escuridão e o frio,

Deus não criou o mal

a maldade é o resultado do que acontece

quando o homem não tem o amor de Deus

presente no seu coração.

Albert Einsteis (1859-1955)

A religião também é conhecimento

devolvam a religião à escola.

Porque somos amigos da cruz

Grandeza do nome Amigo da Cruz

A. Este nome é grande e glorioso

“Chamai-vos Amigos da Cruz. Como é grande este nome! Confesso-vos que ele me encanta e deslumbra. É mais brilhante do que o sol, mais elevado que os céus, mais glorioso e mais pomposo que os títulos mais magníficos dos reis e dos imperadores. É o grande nome de Jesus Cristo, a um tempo verdadeiro Deus e verdadeiro homem; é o nome inequívoco de um cristão.

B. Mas quantas obrigações encerra!

“Entretanto, se seu brilho me encanta, seu peso não me espanta menos. Quantas obrigações indispensáveis e difíceis contidas neste nome e expressas por estas palavras do Espírito Santo: ‘Sois uma raça eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo que Deus formou’ (I Pedro, 2,9).

“Um Amigo da Cruz é um homem escolhido por Deus, entre 10 mil que vivem segundo os sentidos e a razão para ser unicamente um homem todo divino e elevado acima da razão, e todo em oposição aos sentidos, por uma vida e uma luz de pura fé e por um amor ardente pela Cruz.

“Um Amigo da Cruz é um rei todo-poderoso e um herói triunfante do demônio, do mundo e da carne em suas três concupiscências. Pelo amor às humilhações, esmaga o orgulho de Satanás; pelo amor à pobreza, triunfa da avareza do mundo; pelo amor à dor, amortece a sensualidade da carne.

“Um Amigo da Cruz é um homem santo e separado de todo o visível, cujo coração está acima de tudo quanto é caduco e perecível, e cuja conversa está no Céu; que passa pela Terra como estrangeiro e peregrino; e que, sem lhe dar o coração, a contempla com o olho esquerdo e com indiferença, calcando-a com desprezo aos pés.

“Um Amigo da Cruz é uma ilustre conquista de Jesus Cristo crucificado no Calvário, em união com sua Santa Mãe; é um Benoni ou um Benjamim, filho da dor e da dextra, gerado em seu dolorido coração, vindo ao mundo por seu lado direito atravessado e coberto da púrpura de seu sangue. Dada a sua extração sangrenta, só respira cruz, sangue e morte ao mundo, à carne e ao pecado, para estar totalmente oculto, aqui na Terra, com Jesus Cristo em Deus.

“Enfim, um perfeito Amigo da Cruz é um verdadeiro porta-Cristo, ou antes, um Jesus Cristo, de maneira que possa, em verdade, dizer: ‘Vivo, mas não eu, é Jesus Cristo que vive em mim’ (Gal. 2, 20).

C. Exame de consciência sobre essas obrigações

“Sois, por vossas ações, meus queridos Amigos da Cruz, aquilo que vosso grande nome significa? Ou, pelo menos, tendes verdadeiro desejo e vontade verdadeira de assim vos tornardes, com a graça de Deus, à sombra da Cruz do Calvário e de Nossa Senhora da Piedade? Entrastes no verdadeiro caminho da vida, que é o caminho estreito e espinhoso do Calvário? Não estareis, sem o pensar, no caminho largo do mundo, que é o caminho da perdição? Sabeis bem que há um caminho que parece ao homem reto e seguro, e que conduz à morte?”.  (São Luiz maria Grignion de Montfort)

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Fonte:http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=714BE63B-3048-560B-1C5922C848A5399C&mes=Fevereiro1999

Deus está de volta

A entrevista publicado no site da agência católica de notícias Zenit com o francês Jean-Baptiste Maillard, autor do livro Dieu est de retour (Deus está de volta) é simplesmente palpitante e inspiradora. Maillard fala sobre a obra, que surgiu de uma pesquisa de campo realizada na França, com passagens também pelo Brasil. O autor descreve  como a Igreja na França tem se renovado a partir de um novo ardor e de novas formas de evangelização. Sobre o crescente laicismo europeu, o autor aponta as iniciativas e o jeito latino-americano de evangelizar, com destaque para a Canção Nova, que conheceu em 2007, para o Hallel de Brasília e para as novas comunidades. Segundo ele, essa nova evangelização poderia ser adaptada para os moldes europeus, especialmente para os jovens. Para ele, a França deve abandonar seu “intelectualismo”, que tenta explicar até Deus, e admitir que a fé é um dom, portanto um mistério.

Ele conclui a entrevista afirmando que “Não podemos permanecer recolhidos sobre nós mesmos, sobre nossas paróquias, movimentos, associações; e devemos, sem cessar, atender espiritualmente todas as almas que esperam, perto de nós – porta a porta? –, perto das nossas casas; falar-lhes de Cristo. Evangelizar não é questão de sensibilidade ou inclusive de emoção. Evangelizar é, sobretudo, amar. Propor um encontro nascido de outro encontro. E é responder ao convite de Cristo: ‘Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’ (Mt 28,19).”

Que São Bento, padroeiro da Europa, interceda pelo êxito dos missionários naquele continente!

Ligeiros Comentários

Cientistas italianos reproduziram o Santo Sudário de Turim. Ponto para os céticos, certo? Ainda não. Um estudioso da relíquia afirma que o mesmo é “um objeto único, irreprodutível e inimitável”. Embora o pano que supostamente envolveu Jesus após a sua morte não seja oficialmente declarado pela Igreja como autêntico, goza de grande estima até mesmo por parte dos Papas, como João Paulo II. Ano que vem, em Turim, o atual Papa, Bento XVI, participará de uma exposição pública do Sudário. Pelo que se vê, o Sudário ainda é um mistério e continuará despertando debates.

Barack Obama ganha Nobel da Paz. Não sei se é para rir ou para chorar. O cara é pró-aborto, chefia duas guerras (Afeganistão e Iraque) e só está no cargo de presidente a nove meses. Ou seja, ainda não fez nada (a favor da paz e dos direitos humanos). Só porque ele é negão? (bom, então eu também vou reivindicar o meu prêmio). Alguns justificam afirmando que ele deu esperanças de paz ao Oriente Médio. Perguntem isso ao Ahmadinejad, acho que ele não vai dar a mesma resposta. E imaginar que João Paulo II, a Pastoral da Criança e D. Hélder Câmara não levaram um prêmio desses…

PS.: O Vaticano liberou uma nota afirmando apreciar a premiação de Obama.

Superprodução espanhola é acusada de semear ódio contra os cristãos. O filme Ágora (veja trailer aqui), com orçamento de 50 milhões de euros, do diretor espanhol Alejandro Amenáber, mesmo do filme Mar Adentro,  desperta ódio anti-cristão, diz Antonio Alonso Marcos, presidente do Observatório antidifamação religiosa, numa carta aberta dirigida ao diretor. "As pessoas que estavam ao meu redor disseram ao acabar o filme: que filhos da p… são os cristãos", disse o próprio Amenáber, após a exibição privada do filme, que conta a história da intelectual pagã Hipátia, passada no séculos IV-V , que teria sido assassinada de maneira brutal por cristão da cidade de Alexandria, no Egito. Mais uma vez o foco é difamar a Igreja Católica e acirrar o confronto ciência e fé. O filme segue os mesmos passos de O Código da Vinci e Anjos e Demônios, dirigidos por Ron Howard, frutos de livros homônimos do inglês Dan Brown. Malhar os cristão está na moda e pelo visto deve dar dinheiro. 

Para pensar um pouco…

Eu tenho medo do “deus-amor”

Por João Batista Passos

Algo me incomoda sobremaneira. O pensamento corrente em um "deus-amor" que se contrapõe ao Deus revelado nas páginas da Bíblia e por toda a amplitude da Revelação Divina. Ora, Deus, criador do céu e da terra não é também um Deus-Amor? Sim, Deus é Amor, para sabermos sobre isto, basta lermos a I Carta do Apóstolo João, onde ele não somente explicita o Amor Divino como diz que quem não ama não é de Deus.
Para tratarmos melhor esta questão, vamos então conhecer um pouco deste "deus-amor" recorrente em nosso tempo. Um dos maiores perigos, tanto pelo excesso quanto pelo desleixo é justamente querermos moldarmos um deus as nossas convêniencias, que seja compatível ao modo de pensar nas diversas épocas de nossa sociedade. O que acontece em nossa época? Acontece que há um esfriamento da Fé, um esquecimento muito grande do compromisso com a Fé e seus mínimos preceitos, um aniquilamento do modo geral de que Fé não é exatamente necessário para ser uma boa pessoa, o clima atual nos faz pensar que a Fé é apenas um ato bom e natural e que no fundo no fundo não leva ninguém a nada, a não ser confortá-las até o fim da vida. Já que há uma dormência do conhecimento de Deus, então alarga-se o campo das teorias religiosas de nossos tempos e que estas teorias, muitas delas bestiais, encontre um grandioso campo fértil para a sua propagação e que acaba sendo acolhidas por muitos e muitos, grandes e pequenos, ricos e pobres, etc. É muito fácil, muito bom e confortável acolhermos a imagem de um "deus-amor", que concede a liberdade não para que O amemos, mas para que possamos fazer tudo o que se pode fazer, principalmente, este "deus-amor" é contrário a repressão dos sentimentos desordenados, pelo contrário, é a imagem de um deus que antes incentiva tais desordens, já que este deus é a pura misericórdia, tudo e todos estão salvos, então comamos, bebamos e morramos depois. Para propagar este deus-amor, muitas vezes as pessoas, já confortavelmente envolvidas com este deus, gostam de contrastar o deus-amor de hoje com o Deus de nossos pais, ou seja, o Deus de nossos pais, o Deus que os nossos pais tiveram a virtude de nos ensinar desde o nosso berço, é um Deus de castigo, um Deus de rosto fechado, bravo, pronto a nos dar cachimbadas pelos nossos erros, então claro, o deus de nossa época é muito melhor que o Deus de nossos pais, pois não castiga, não cobra respostas inteligiveis ao dom da Fé, não nos ameaça com a perdição eterna do inferno…um deus praticamente hippie, que se possivel viria a terra para gandaiar conosco e conduzir a festa.

Deus não muda, mesmo que as nossas convêniências nos insitem a querer isso. Dizer que o Deus de nossos pais é diferente do deus de nossos tempos é dizer que deus somente existe pela nossa necessidade natural de crer e assim podemos então, ao invés de se abrir ao grande mistério divino, criamos o nosso deus, seja ele deus-amor, deus-paz, deus-justiça, dos pobres, do homossexualismo, fraternal, um deus escondido, irreconhecivel, e mais uma vez, etc.

Deus não muda e este Deus eterno e soberano, Todo-Poderoso, criador do Céu e da terra é sim um Deus de Amor, do Amor único, pois fora Dele não há amor verdadeiro, não há vida, não há nada que preste.

Reflitamos de forma demasiadamente simples sobre o amor. Amor é não querer que o mal aconteça a nós e a ninguém, para isso temos limites que muitas vezes so conseguimos suportá-los por Amor. Logo, este deus-amor não se encaixa, pois, em sua omissão permite que as pessoas se atolem até o pescoço com esta liberdade que conduz a ruina da pessoa humana, confundindo a individualidade da pessoa humana com o egoismo.

Por isso eu digo, que este deus-amor bonzinho ao ponto de nos fazer afundar na nossa própria miséria e de nos deleitarmos dela, deve ser tido como nada. Abra-se sim a Deus da Redenção, ao Deus que falou ao Povo de Israel, ao Deus que nos deixou por herança a sua própria obra que é a Santa Igreja, na qual se congrega todo o seu povo e que o conduz a presença deste Deus que é Amor, mas que também corrige aqueles que ama e castiga aqueles que tem por seus filhos.

Claro, ao disserem sobre Deus Amor verifique se ele é o Deus que a Igreja ensina(pois ela foi fundada por Ele e enviada a anunciá-la sem enganos até o fim dos tempos), se é o Deus da Bíblia, o Deus da Divina Revelação Cristã, completa e imperecível. Deus é Pai, é Amor é Vida. O Deus Verdadeiro.

Paz e Fé!

J.B.

Pro Catholica Societate

P.S:

1.Se quiser aprender um pouco mais sobre o amor, leia mesmo é a Enciclica Deus Caritas Est do nosso amado Papa Bento XVI, que seguindo as ordens de Cristo e fiel ao Santo Evangelho, nos ensina muito sobre o que é o verdadeiro Amor e aponta os erros da compreensão moderna do que é o amor.

2.Leia a Bíblia, ouça a Igreja!

Passos, João Batista. Eu tenho medo do "deus-amor". Disponível em www.sociedadecatolica.com.br desde 08/09/2009.

Bíblia e História (III)

bilbia

A FUNÇÃO DA HISTÓRIA
Além do imenso contributo dado nestes últimos anos pela arqueologia, que, bem longe de relegar a Bíblia para o bazar das lendas, lhe confirmou em conjunto os dados principais, e sobre a qual seria longo demais falar aqui, a função da história esgotar-se-á no esclarecimento desta ou daquela parte do texto sagrado, na colocação em perspectiva exata de algum episódio, na compreensão de uma determinada atitude moral ou religiosa à luz de critérios diferentes dos nossos?
Para nos convencermos disso basta recordar as intenções que moveram os escritores bíblicos: demonstrar a ação de Deus no desenvolvimento dos tempos, especialmente em favor do Povo escolhido, depositário da sua mensagem. Objetivamente, qualquer estudo do Antigo Testamento que não tiver em conta esta vontade apologética, será incompleto; mas não se pode falar da Bíblia como livro de história, sem pensar ao mesmo tempo que é também um livro de oração: o livro da Palavara de Deus.

O SIMBOLISMO DA BÍBLIA
Não se deve portanto perder de vista que todo o texto bíblíco é escrito simultâneamente em dois planos diversos: um é aquele em que os acontecimentos se desenrolam com os seus caracteres concretos, tangíveis; o outro é aquele em que se manifesta a intenção divina, cujos arcanos nem sempre são explicáveis, mas que, no caso de o serem, ilumina os destinos humanos através dos símbolos e das figuras.
Se se considera unicamente um dos dois planos, atraiçoa-se o próprio espírito da Bíblia. Claudel, nas suas duas cartas ao «Deus vivo», e Daniélou na sua «Exegese e Dogma», têm razão para se erguerem contra uma exposição da Escritura que apresentasse sistematicamente como não válido o seu sentido espiritual; mas, por outro lado, prestar pouca atenção ao sentido literal é desconhecer também um dos elementos fundamentais da Bíblia: o seu carácter autêntico de documento.
De resto, a encíclica Divino afflante mostrou perfeitamente que os dois pontos de vista são igualmente valiosos, e que não se deve considerar um maior do que o outro. O «sentido total da Escritura», segundo a expressão de Tamisier, não pode ser penetrado senão por uma investigação simultânea, sintética, do sentido espiritual através do sentido literal.
Deixamos de lado, por estar fora de lugar neste momento, o comentário simbólico dos fatos, tão usado pelos Padres da Igreja, fatos a que o Novo Testamento não concede nenhum significado profético. Este gênero de interpretação, aliás, é um conjunto de riquezas, e de riquezas que a liturgia católica soube recolher. Reconhecer – como se faz desde a mais antiga tradição da Igreja – a prefiguração do sacrifício do Calvário no sacrifício de Abraão; comparar a passagem miraculosa das águas do Mar Vermelho a passagem através duma outra água que dá a salvação, a água do batismo – tudo isto é uma visão em que se descobrem profundas realidades, sem dúvida mais verdadeiras do que aquelas em que se entretém a dialética materialista, mas que, apesar de possuírem o seu valor para o místico, não entram no quadro da história. De qualquer maneira, não se pode dizer – mesmo só dum ponto de vista estritamente histórico – que não seja possível extrair da Bíblia lições espirituais; pelo contrário, quanto mais se estudam os textos sagrados, tanto mais se verifica que surge naturalmente da interpretação histórica uma interpretação autenticamente espiritual.
São os próprios redatores bíblicos a declararem-nos o princípio de que os fatos por eles narrados estão cheios de significados transcendentes. Nada se compreende da Bíblia sem a visão profética, que não deve relacionar-se exclusivamente com os personagens extraordinários chamados «profetas», mas abrange tudo o que é indicado por Deus. O velho Jacob, abençoando os filhos antes de morrer, é um profeta, tal como David o é, ao compor os salmos.
O tema da Aliança, apresentado desde o início do desenvolvimento histórico, retomado e confirmado continuamente, é como que a espinha dorsal em que se baseiam os acontecimentos narrados no Livro, tema que a pouco e pouco vai sendo substituído, e superado ao mesmo tempo, o tema do Messias, com as suas grandiosas iluminações. Foi por Deus ter estabelecido uma aliança com o seu povo, porque a sua Palavra não poderá ser vã, porque o seu Sacerdote há-de vir para cumprir as suas ordens e estabelecer o seu reino, que os acontecimentos foram como foram, e não de outra maneira. Esta convicção é o substracto de todo o Antigo Testamento, e perdê-la de vista significa não compreender nada dos textos nem dos fatos.
Objetivamente falando, tal convicção confirma-se? Bem sabemos que os historiadores procuram não dar a história um sentido transcendente, mas, se existe um caso em que o próprio mistério se impõe a mente como uma evidência, é precisamente o dos predestinados do Povo Escolhido, herói e redator do Livro!

 

Daniel Rops

www.quadrante.com.br

Livro para crianças chama Cristo de “canalha” e o apresenta como fantasia de São Paulo

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16971

Mais uma do mundo secularizado europeu.  Depois de fazer propaganda do ateísmo em livros para crianças (um deles chegou a virar filme – A Bússola de Ouro), o escritor inglês Philip Pullman pretente lançar novo livro na Semana Santa de 2010 para o mesmo público, intitulado ”Jesus o Bom Homem e o Cristo canalha” (”The Good Man Jesus and the Scoundrel Christ”).

O escritor, ateu convicto, faz parte da Sociedade Nacional Secular, e nesta nova obra acusa o Cristianismo de ser um verdadeiro Paulismo, ou seja, São Paulo teria deturpado a mensagem original de Jesus, criando um mito, o Cristo (para não perder o costume, como aconteceu com Dan Brown, as acusações não são novas). Para Pullman, “Paulo era um literato e um gênio da imaginação que teve mais influencia em seu mundo que qualquer outro, incluindo Jesus. Teve a grande habilidade de persuadir a outros e suas habilidades retóricas convenceram às pessoas por 2,000 anos”.

A Igreja, claro, reagiu. O bispo auxiliar de Birmingham afirmou que nenhum estudioso da Bíblia sustenta que São Paulo tenha influenciado a visão dos evangelistas sobre Jesus.

É triste. As crianças européias estão sendo cada vez mais catequizadas contra o Cristianismo. É hora do novo Mundo devolver a fé que recebeu dos europeus a 500 anos atrás. 

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