Eu não quero acreditar que tu ainda não tá rezando para proteger nosso Brasil do flagelo dos contra-valores que ameaçam a liberdade religiosa, o direito à vida e a própria célula-mãe da sociedade, a família. O flagelo do comunismo! O que tu tá pensando, fera? Hein? O que tu tá pensando da tua vida que tu ainda não rezando essas MIL ave-marias, rapá?! Seu fanfarrão! Só faltam trezentas daqui até o dia das eleições, pela salvação do Brasil… Manda vê! Compreendeu? Primeiro a gente reza… Depois a gente vê!
Esta canção, interpretada pela irmã Kelly Patrícia, narra a ressurreição de Cristo de uma maneira diferente. Como uma consolação ao coração da Virgem mãe, que chorava a morte do Filho.
SANCTA MARIA, MATER DEI, ORA PRO NOBIS PECATORIBUS, NUNC ET HORA MORTIS NOSTRAE. AMÉM.
“o Concílio de Éfeso proclamou, em 431, que Maria se tornou, com toda a verdade, Mãe de Deus, por ter concebido humanamente o Filho de Deus em seu seio: «Mãe de Deus, não porque o Verbo de Deus dela tenha recebido a natureza divina, mas porque dela recebeu o corpo sagrado, dotado duma alma racional, unido ao qual, na sua pessoa, se diz que o Verbo nasceu segundo a carne”[¹]
“’Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós…’. Com Isabel, também nós ficamos maravilhados: “E de onde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?” (Lc 1, 43). Porque nos dá Jesus, seu Filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe; podemos confiar-lhe todas as nossas preocupações e pedidos: Ela ora por nós como orou por si própria: “Faça-se em Mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com Ela à vontade de Deus: “Seja feita a vossa vontade”.[²]
Sois toda bela, ó Maria, e mancha não existe em Vós. Como é bela, como é suave, nas delícias, a Vossa Imaculada Conceição! Vinde, vinde do Líbano; vinde, vinde, Vós sereis coroada!
Avançais como a aurora resplandecente, Vós trazeis as alegrias da salvação. Por meio de Vós, levantou-se o Cristo Deus, Sol da Justiça, ó brilhante Porta da Luz!
Como o lírio entre os espinhos, Assim, entre as jovens, Vós sois a Virgem abençoada. As Vossas vestes brilham e são brancas como a neve, O Vosso rosto é como o sol. Jardim fechado, Fonte selada, Mãe de Deus e Paraíso da Graça!
A chuva cessou e desapareceu, o Inverno foi-se e as flores surgiram. E Sobre a Terra uma voz se fez ouvir, tão doce voz, voz das pombas.
Voai até nós, ó pomba infinitamente bela! Levantai-vos, apressai-vos e vinde!
“A Virgem Santíssima, predestinada para Mãe de Deus desde toda a eternidade em simultâneo com a encarnação do Verbo, por disposição da Divina Providência foi na terra a nobre Mãe do Divino Redentor, a Sua mais generosa cooperadora e a escrava humilde do Senhor. Concebendo, gerando e alimentando a Cristo, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele q […]
Tu, Trindade eterna, és como um oceano profundo: quanto mais em Ti procuro, mais encontro; quanto mais encontro, mais procuro. Tu saciais-nos sem fim a alma pois, nas Tuas profundezas, sacias de tal modo a alma que ela torna-se indigente e faminta, porque continua a aspirar e a desejar ver-Te na Tua luz (Sl 35,10), ó luz, Trindade eterna [...]. Experimente […]
Quem és, suave luz que me sacias E que iluminas as trevas do meu coração? Guias-me como a mão de uma mãe, e se me soltasses não mais poderia dar um só passo. És o espaço que envolve o meu ser e me protege. Longe de Ti, naufragaria no abismo do nada de onde me tiraste para me criar para a luz. Tu, mais próximo de mim do que eu […]