Posts tagged: Atualidades

Reza, fanfarrão!

Eu não quero acreditar que tu ainda não tá rezando para proteger nosso Brasil do flagelo dos contra-valores que ameaçam a liberdade religiosa, o direito à vida e a própria célula-mãe da sociedade, a família. O flagelo do comunismo! O que tu tá pensando, fera? Hein? O que tu tá pensando da tua vida que tu ainda não rezando essas MIL ave-marias, rapá?! Seu fanfarrão! Só faltam trezentas daqui até o dia das eleições, pela salvação do Brasil… Manda vê! Compreendeu? Primeiro a gente reza… Depois a gente vê!

Publicado originalmente no blog O Possível e o extraordinário

Campanha de oração

Campanha de Oração – pela salvação do Brasil!

O Brasil vive uma situação política terrível. Enquanto governantes ímpios zombam de Deus e das raízes católicas do povo brasileiro, o país caminha a passos largos em direção à Foice e ao Martelo que, derrotados no Leste Europeu, querem fincar raízes aqui no Novo Mundo. Os brasileiros, inermes e apáticos, não se apercebem do abismo que se lhes abre aos pés. Não se descortina, no horizonte, nenhuma esperança meramente humana que possa libertar o país da sombra que, sobre ele, paira ameaçadora.

Já não há o que fazer, mas o nosso auxílio está no Nome do Senhor – que fez os Céus e a Terra. As hostes do Inferno levantam-se contra o Brasil e o pretendem tomar de assalto, diante da apatia do seu povo; mas esta aqui é a Terra de Santa Cruz. Esta é a terra que tem por Padroeira uma Senhora poderosa e terrível, uma Virgem que, sozinha, venceu todas as heresias do mundo inteiro. Esta aqui é Terra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Este é o país que, em sua história, já pôde contar com as inestimáveis graças desta Boa Rainha. Foi Ela que, no século XVII, livrou-nos da dominação holandesa. Foi também Ela que, no século passado, livrou-nos do comunismo. É a Ela que recorremos mais uma vez, e que mais uma vez há de nos valer. Porque jamais se ouviu dizer que algum dos que tivessem a Ela recorrido, fosse desamparado.

É a Ela que recorremos, gemendo e chorando sob o peso de nossos pecados, sem termos absolutamente mais a quem recorrer. É a Virgem Aparecida que vai salvar o Brasil. É aos pés d’Ela que depositamos a nossa confiança; e a Ela que recorremos neste momento terrível que a nossa Pátria atravessa.

Rezemos pela Pátria! Unamo-nos à Campanha de Oração pela Salvação do Brasil. Reproduzo-a, como foi originalmente publicada no En Garde. Divulguemo-la. E rezemos. Que Nossa Senhora Aparecida Se compadeça de nós, e nos salve!

* * *

A nossa Terra de Santa Cruz enfrenta um de seus piores momentos. O comunismo galopa como o cavaleiro vermelho do Apocalipse, trazendo consigo os flagelos do aborto, da destruição da família, da perseguição religiosa, do ateísmo programático, do narcotráfico.

Em Pernambuco, a Virgem apareceu em 1936 advertindo que o Brasil passaria por uma sangrenta Revolução que instauraria o comunismo no país e traria sofrimento e dor ao povo brasileiro. Com o sangue dos cristãos nas mãos, a Virgem pediu que rezássemos o Santo Terço, em devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, contra a comunistização do país e em favor da exaltação da Santa Cruz. Pediu penitência e oração.

Esse é o momento de atendermos ao pedido da Virgem!

1000 Ave-Maria’s pelo Brasil!

Rezemos o Santo Terço diariamente, até o dia das Eleições, adicionando a início a seguinte petição: “Nossa Senhora Aparecida, livrai o Brasil do flagelo do comunismo!”

Se cada católico brasileiro comprometer-se um Terço pelos 20 dias anteriores à Eleição, teremos rezado 1000 Ave-Maria’s, cada um, pelo nosso país!

Comprometamo-nos a rezarmos diariamente o Santo Terço até o fim do pleito, atendendo ao pedido da Virgem, nesta hora difícil que se avizinha.

Caso contrário, com o advento do comunismo, do aborto e da destruição do matrimônio e da família, advirá sobre nós também a Ira de Deus; lembremo-nos que a Virgem disse em La Salette que “a mão do Seu Filho já pesava demais, e já não conseguia segurá-La”. Rezemos, pois!

Replique em seu Blog e listas este apelo, no Brasil e no exterior! Faça chegar o apelo da Virgem a todo o Brasil, pelas diversas mídias católicas: TV’s, rádios, Blogs, jornais, revistas… tudo!

A Virgem pediu, a Mãe pediu: nós atendemos! Rezemos!

Recorramos à Virgem Santíssima, Porta dos Céus e Refúgio dos Pecadores! Consagremos a nós mesmos e ao Brasil ao Coração Imaculado de Maria!

Bispos do Brasil, consagrem a Terra de Santa Cruz ao Coração Imaculado de Maria, por Ela prometeu em Fátima: No fim, meu Imaculado Coração triunfará!

Mãe Maria, Nossa Senhora Aparecida, Rainha do Brasil, rogai por nós!

Publicado originalmente nos blogs En Garde e Deus Lo Vult

Site da campanha: http://www.salvemobrasil.com/

O presidente precisa ser crente?

Em tempos de eleição, sempre somos confrontados com a nossa crença religiosa e os valores morais e aqueles apresentados pelos candidatos. Alguns deles fazem questão de dizerem que são desta ou daquela denominação, deste ou daquele movimento, enquanto outros são mais genéricos. Mas nunca vi ninguém dizer, categoricamente, que era ateu.

E foi pra contribuir com a escolha do voto, com consciência de quem pensa o que sobre aborto, homossexualismo, símbolos religiosos em repartições públicas e outros temas candentes que estão diretamente relacionados e, não raro, com opiniões bem diversa da doutrina católica, que 2 das mais importantes TVs católicas brasileiras realizaram um debate entre os principais presidenciáveis. Abaixo, há um resumo do aconteceu no evento.

Por Roldão Arruda- Estado de São Paulo via Blog do Carmadélio

Os candidatos Marina Silva (PV), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e José Serra (PSDB), protagonizaram uma boa aula de cidadania e espírito republicano na segunda-feira, durante o encontro promovido e transmitido ao vivo pelas emissoras católicas Canção Nova e Rede Aparecida. Em diversos momentos eles mostraram que às vezes é preferível perder votos a abdicar de princípios para agradar a plateia.

O encontro se destinou sobretudo a verificar se o pensamento dos candidatos estava calibrado ou não com o pensamento dos organizadores do evento. Isso ficou perceptível a partir da forma como eram feitas as perguntas, quase sempre precedidas de considerações destinadas a deixar claro o ponto de vista da Igreja Católica sobre o assunto.

No pontapé inicial, o apresentador, um padre, perguntou aos três se o presidente da República do Brasil precisa acreditar em Deus. Quem se saiu melhor foi Marina Silva, que já foi católica e hoje faz parte do grupo evangélico Assembleia de Deus. Disse, de maneira ousada para o local, que a crença pode representar um ponto a mais para o futuro presidente, mas não é imprescindível, porque ateus também podem ser bons governantes.

A resposta completa dela foi: “Do ponto de vista do Estado laico, obviamente que não é preciso acreditar. Do ponto de vista dos valores que a fé cultiva no coração, no caráter, é, com certeza, uma delta a mais, altamente relevante. Todas as culturas têm em suas mentes e corações três valores comuns a todos os povos: o sentido da justiça, o sentido da liberdade e o desejo de amar e ser armado. Percebo isso como um dom de Deus. O bom é que Deus é tão generoso que mesmo aqueles que não acreditam em Deus podem ser agraciados com esse dom. Pessoas que não creem podem ser justas e éticas e também podem buscar a liberdade.”

O tucano Serra seguiu na mesma direção, embora de maneira muito mais tímida. Batizado na Igreja Católica, disse que seria bom se o presidente acreditasse em Deus. Plínio, católico de quatro costados, muito à vontade no ambiente, pulou a resposta, preferindo usar o tempo para protestar contra a ausência da petista Dilma Rousseff, acusando-a de fugir para não ter que expor seu pensamento sobre os assuntos ali tratados.

Plínio mostrou ousadia, no entanto, ao apoiar a proposta de retirada de símbolos religiosos de espaços públicos, tremendamente criticada pela Igreja Católica, desde Roma. Eis o que ele disse: “Essa é uma república laica, com gente que acredita em Deus e gente que não acredita. Não há necessidade da Igreja insistir em ter símbolos religiosos em prédios públicos, porque os prédios públicos são de todos. Os devotos, nas cidades e no campo, devem colocar os símbolos em qualquer lugar, mas não nas repartições públicas, porque nelas o que deve valer mesmo é o princípio da igualdade de todos. Não considero que a Igreja do Cristo deva fazer muita força para segurar essa proposta. É um resquício de uma ideia de cristandade, de uma ideia de sociedade inteirinha dominada pelo cristianismo.”

Serra também mostrou fidelidade ao seu pensamento quando perguntado sobre ensino religioso nas escolas públicas – outra questão pela qual a Igreja Católica vem se batendo. Ele disse que o ensino religioso deve ser ministrado, como disciplina opcional, em escolas de propriedade das igrejas, mas não na rede pública. Lembrou que se fosse aberta a possibilidade de se contratar professores para ensinar cristianismo, outras vertentes religiosas entrariam na Justiça, exigindo o mesmo direito. “Haveria uma inflação de ensino religioso, o que o tornaria impraticável.”

Plínio e Marina apoiaram o ensino religioso na rede pública como disciplina opcional, ou seja, que não reprova o aluno. Para Marina, o Estado brasileiro “é laico, mas não ateu”.

A candidata do PV, como era de esperar, foi confrontada com a questão do aborto. Como é que uma pessoa que defende com a veemência a vida das plantas, não se mostra tão segura na defesa da vida humana, chegando a propor um plebiscito sobre o assunto? – quis saber o jornalista da Canção Nova que fez a pergunta. A representante dos verdes respondeu o de sempre: embora seja contrária ao aborto, do ponto de vista da sua fé, acha que o Brasil ainda precisa debater mais o assunto. Daí a ideia de plebiscito.

Sobre o projeto de lei, em tramitação no Congresso, que criminaliza a homofobia, o candidato do PSOL deu uma no cravo e outra na ferradura. De um lado disse, en passant, que considera a homossexualidade um pecado. Ficou com o papa. De outro, porém, apoiou o projeto, porque entende que ninguém deve ser discriminado, perseguido ou humilhado por causa de sua “opção sexual”.

Serra também titubeou um pouco ao falar sobre a questão dos programas de prevenção da Aids, sempre criticados pela Igreja, que gostaria que a prevenção fosse feita à base da abstinência sexual e da fidelidade no casamento. O tucano defendeu os programas de prevenção, baseados na distribuição de preservativos, mas também disse que não vê problema em incentivar a abstinência e monogamia, como fez o presidente americano George W. Bush em seu governo, se isso ajudar a reduzir a incidência da doença.

Não foi fácil para ninguém. Mas foi um bom exercício democrático, no qual os candidatos tiveram que se confrontar com um grupo de posições baseadas em dogmas da fé, analisar o caráter do Estado brasileiro, e, no fundo, tentar equilibrar temas de fé com direitos civis – uma questão muito nova no Brasil, do ponto de vista histórico. A candidata Dilma perdeu uma excelente oportunidade de se exercitar.

A responsabilidade do cristão na vida pública

Padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia

Naquele tempo, os fariseus (…) lhe enviaram seus discípulos a dizer-lhe: «Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus com franqueza e que não dás preferência a ninguém, porque não olhas a condição das pessoas. Diga-nos, pois, o que lhe parece, é lícito pagar o tributo a César ou não?». Mas Jesus, conhecendo sua malícia, disse: «Hipócritas, por que me tentais? Mostrai-me a moeda do imposto». Eles lhe apresentaram um denário. E lhes disse: «De quem é esta imagem e a inscrição?». Disseram-lhe: «De César». Então lhes disse: «Pois dê a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus».
A Deus o que é de Deus
(…), o Evangelho termina com uma frase lapidária de Jesus: «Dê a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus». Não: ou César ou Deus, mas: a um e a outro, cada um em seu plano. É o começo da separação entre religião e política, até então inseparáveis em todos os povos e regimes. Os judeus estavam acostumados a conceber o futuro reino de Deus instaurado pelo Messias como uma teocracia, ou seja, como um governo direto de Deus na terra através de seu povo.
Ao contrário, Cristo revela um reino de Deus que está neste mundo, mas não é deste mundo, que caminha em uma longitude de onda diferente e que pode por isso coexistir com qualquer regime, seja este de tipo sacro ou «leigo».
Revelam-se assim dois tipos diferentes de soberania de Deus no mundo: a soberania espiritual que constitui o reino de Deus e que Ele exercita diretamente em Cristo, e a soberania temporal ou política que Deus exercita indiretamente, confiando-a à livre eleição das pessoas e ao jogo das causas segundas. César e Deus não estão contudo situados no mesmo plano, porque também César depende de Deus e deve dar contas a Ele. «Dê a César o que é de César» significa, portanto: «Daí a Cear o que Deus mesmo quer que seja dado a César». É Deus o soberano último de todos. Nós não estamos divididos entre duas pertenças, não estamos obrigados a servir a «dois senhores».
O cristão está livre para obedecer ao Estado, mas também para resistir-lhe quando o Estado se põe contra Deus e sua lei. Não vale invocar o princípio da ordem recebida dos superiores, como estão habituados a fazer ante o tribunal os responsáveis por crimes de guerra. Antes que aos homens, há que obedecer a Deus e à própria consciência. Não se pode dar a César a alma, que é de Deus. O primeiro a tirar as conclusões práticas deste ensinamento foi São Paulo. Ele escreve: «Submetam-se todos às autoridades constituídas, pois não há autoridade que não provenha de Deus. De modo que, quem se opõe à autoridade, rebela-se contra a ordem divina… por isso, precisamente pagais os impostos, porque são funcionários de Deus os ocupados assiduamente nesse ofício» (Rm 13, 1ss). Pagar legalmente os impostos para um cristão (e para toda pessoa honesta) é um dever de justiça, uma obrigação de consciência. Garantindo a ordem, o comércio e todos os serviços, o Estado dá ao cidadão algo pelo qual tem direito a uma contrapartida, precisamente para poder seguir dando tais serviços.
A evasão fiscal, quando chega a certas proporções –recorda-nos o Catecismo da Igreja Católica–, é um pecado mortal. É um roubo feito não ao «Estado», ou seja, a ninguém, mas à comunidade, isto é, a todos. Isso supõe naturalmente que também o Estado seja justo e eqüitativo ao impor seus tributos.
A colaboração dos cristãos na construção de uma sociedade justa e pacífica não se esgota em pagar os impostos, deve-se estender também à promoção dos valores comuns, como a família, a defesa da vida, a solidariedade com os mais pobres, a paz. Outro âmbito no qual os cristãos deverão oferecer uma contribuição mais incisiva é a política: não tanto os conteúdos quanto os métodos, o estilo. Há que desmantelar o clima de perpétuo litígio, voltar a levar às relações entre os partidos mais respeito e dignidade.
Respeito ao próximo, suavidade, capacidade de autocrítica são marcas que um discípulo de Cristo deve levar a todas as coisas, também à política. É indigno de um cristão abandonar-se a insultos, sarcasmo, descender a rinhas com o adversário. Se, como diz Jesus, quem diz ao irmão «estúpido!» já é réu (cf. Mt 5, 22. Ndr), o que será de muitos políticos?

Comentário ao Evangelho do dia 16.10.2005, Originalmete publicado por «Famiglia Cristiana». Traduzido por Zenit

Santo Cura d’Ars como padroeiro de todos os sacerdotes!

Santo Cura d'Ars

No último dia 11.6, encerramento do frutuoso ano sacerdotal, esperava-se que o Santo Padre proclamasse São João Maria Vianney como padroeiro de todos os sacerdotes (atualmente ele só é padroeiro dos párocos). Mas, como não aconteceu, foi lançada na internet uma campanha de petições para que enfim o Cura d’Ars, zeloso e santo sacerdote, seja exemplo de todos os padres. Segue abaixo o texto da petição e link para assiná-la:

Beatíssimo Padre,

Fiéis da Igreja Católica, nós somos os primeiros beneficiários do ministério dos sacerdotes, que dirigimos a Sua Santidade o Papa Bento XVI esta súplica, para obter a proclamação de São João Maria Vianney Padroeiro de todos los sacerdotes da Igreja Católica. Desejamos associar-nos à petição dos sacerdotes, convictos de que do seu amor ao ideal sacerdotal dependa a nossa santificação…”

Assine também!

Para os sacerdotes, o texto e o link são diferentes. Confira no site Presbíteros.

A defesa da vida não tem fronteiras – Protesto Mundial Contra o aborto

Protesto mundial contra o aborto – A defesa da vida não tem fronteiras

A Federação Pro Europa Cristã, com sede em Bruxelas, na Europa, começou a campanha SOSVita, com o objetivo de impedir que se legalize o aborto em Luxemburgo, pequeno país europeu.

O Parlamente de Luxemburgo quer aprovar uma lei chamada “indicação social”, que nada mais é que um Aborto a Pedido, deixando assim as crianças nascituras inteiramente desprotegidas.

Os políticos afirmam desejar deste modo uma redução do número de abortos.

Contudo apenas uma proibição – e não uma liberalização – dos abortos é que poderá diminuir o derramamento do sangue de crianças inocentes.

Quero agir agora em prol da defesa dos nascituros!

Juntamente com a introdução da Indicação Social está planejada também a aprovação de um aconselhamento obrigatório. Este aconselhamento obrigatório não impedirá a matança de crianças nascituras e não passa de um mero disfarce.

Todos devemos protestar contra esta planejada liberalização do aborto.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira apóia esta campanha e convida todos os amigos a se mobilizar contra este extermínio de inocentes que estão querendo fazer tanto no Brasil, como em qualquer parte do mundo.

Não podemos pensar que só porque Luxemburgo está longe de nosso país, não devemos nos importar, qualquer ser humano independente de onde esteja, é precioso para Deus. Portanto qualquer ação que fazemos em defesa da vida é fundamental.

Pedimos a você, que dedique alguns minutos para salvar vidas.

Basta apenas que clique aqui e assine a carta endereça aos parlamentares de Luxemburgo.

O que acontecerá se você não reagir?

O que será permitido de acordo com o novo projeto de lei?

* Mulheres que se encontraram por causa de uma gravidez indesejada “numa situação difícil” têm o direito de matar seu filho até a 12a. semana de gestação (Art. 12). Essa “situacao dificil” é definida pela própria mulher. O médico deve apenas exigir uma confirmação escrita da mulher, na qual ela declare que realmente deseja abortar.

Essa assim chamada Indicação Social abre as portas para o “Aborto a Pedido”. O número de abortos vai aumentar.

* O médico DEVERÁ esclarecer a mulher sobre as possibilidades e métodos de matar seu filho (Art. 14).

* Está proibido exercer uma influência psicológica ou moral sobre a decisão da gestante “sob pena de multa ou reclusão de até dois anos”. Isso se aplica também a pessoas próximas da gestante.

Portanto se o pai não concordar com o assassinato de seu filho corre ele o risco de ser preso.

Não saia desta pagina enquanto não tiver levantado sua voz em defesa da vida.

Se você agora está convencido, então reaja e envie o seu protesto do Parlamento do Luxemburgo.

Fonte: SOSVita

Bispos Brasileiros contra a PNDH-3

Via En Garde!

Nós abaixo-assinados, impelidos por nosso dever pastoral como Bispos católicos, provenientes de várias regiões do País, reunidos em um encontro de atualização pastoral – prosseguindo a tradição profética da Igreja Católica no Brasil que, nos momentos mais significativos da história de nosso País, sempre se manifestou em favor da democracia, dos legítimos direitos humanos e do bem comum da sociedade, em continuidade com a Declaração da CNBB do dia 15 de Janeiro de 2010 e com a Nota da Comissão Episcopal de Pastoral para a Vida e a Família e em consonância com os pareceres emitidos por diversos segmentos da sociedade brasileira feridos pelo III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), assinado pelo Preside nte da República no dia 21 de dezembro de 2009 – nos vemos no dever de manifestar publicamente nossa rejeição a determinados pontos deste Programa.

             Diz a referida Declaração: “A CNBB reafirma sua posição muitas vezes manifestada em defesa da vida e da família e contrária à descriminalização (sic) do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e o direito de adoção de crianças por casais homo-afetivos. Rejeita, também, a criação de mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União, pois considera que tal medida intolerante, pretende ignorar nossas raízes históricas”.

            Não podemos aceitar que o legítimo direito humano, já reconhecido na Declaração de 1948, de liberdade religiosa em todos os níveis, inclusive o público, possa ser cerceado pela imposição ideológica que pretende reduzir a manifestação religiosa a um âmbito exclusivamente privado. Os símbolos religiosos expressam a alma do povo brasileiro e são manifestação das raízes históricas cristãs que ninguém tem o direito de cancelar.

             Há propostas que banalizam a vida, descaracterizam a instituição familiar do matrimônio, cerceiam a liberdade de expressão na imprensa, reduzem as garantias jurídicas da propriedade privada, limitam o exercício do poder judiciário, como ainda correm o perigo de reacender conflitos sociais já pacificados com a lei da anistia. Estas propostas constituem, portanto, ameaça à própria paz social.

            Fazemos nossas as palavras do Cardeal Dom Geraldo Majela Agnelo, Primaz do Brasil, referidas à proposta de descriminalização do aborto, mas extensivas aos demais aspectos negativos do programa. O PNDH 3 “pretende fazer passar como direito universal a vontade de uma minoria, já que a maioria da população brasileira manifestou explicitamente sua vontade contrária. Fazer aprovar por decreto o que já foi rechaçado repetidas vezes por órgãos legítimos traz à tona métodos autoritários, dos quais com muito sacrifício nos libertamos ao restabelecer a democracia no Brasil na década de 80”.

             “Firmes na esperança, pacientes na tribulação, constantes na oração” (Rm 12, 12), confiamos a Deus, Senhor supremo da Vida e da História, os rumos de nossa Pátria brasileira.

Rio de Janeiro, 28 de Janeiro de 2010.

+ Alano Maria Pena, Arcebispo de Niteroi, RJ

+ Francisco de Assis Dantas de Lucena, Bispo de Guarabira

+ Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica S. João Maria Vianney, Campos, RJ

+ Benedito Gonçalves Santos, Bispo de Presidente Prudente, SP

+ Joaquim Carreira, Bispo Auxiliar de São Paulo, SP

+ Juarez Silva, Bispo de Oeiras, PI

+ Manoel Pestana Filho, Bispo emérito de Anápolis, GO

+ José Moreira da Silva, Bispo de Januária, MG

+ Tarcísio Nascentes dos Santos, Bispo de Divinópolis, MG

+ Guiliano Frigenni, Bispo de Parintins, AM

+ Paulo Francisco Machado, Bispo de Uberlândia

+ Gilberto Pastana de Oliveira, Bispo de Imperatriz, MA

+ Philipe Dickmans, Bispo de Miracema, TO

+ Edney Gouvêa Mattoso, Bispo eleito de Nova Friburgo, RJ

+ Carlos Alberto dos Santos, Bispo de Teixeira de Freitas – Caravelas, BA

+ Walter Michael Ebejer, Bispo emérito de União da Vitória, PR

+ José Antônio Peruzzo, Bispo de Palmas – Francisco Beltrão, PR

+ Franco Cuter, Bispo de Grajaú, MA

+ Karl Josef Romer, Secretário emérito do Pontifício Conselho para a Família

+ Roberto Lopes, Abade do Mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro, RJ

+ Orani João Tempesta OCist., Arcebispo do Rio de Janeiro, RJ

+ Eugenio de Araujo Card. Sales, Arcebispo emérito do Rio de Janeiro, RJ

+ João Carlos Petrini, Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia

+ Luciano Bergamin, Bispo de Nova Iguaçu, RJ

+ Antônio Augusto Dias Duarte, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, RJ

+ Wilson Tadeu Jönck, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

+ Pedro Brito Guimarães, Bispo de São Raimundo Nonato, PI

+ Fernando Guimarães, Bispo de Garanhuns, PE

+ Salvador Paruzzo, Bispo de Ourinhos, SP

+ José Moureira de Mello, Bispo de Itapeva, SP

+ José Francisco Rezende Dias, Bispo de Duque de Caxias, RJ

+ Laurindo Guizzardi, Bispo de Foz do Iguaçu, PR

+ Gornônio Alves da Encarnação Neto, Bispo de Itapetininga, SP

+ Carmo João Rhoden, Bispo de Taubaté, SP

+ Ceslau Stanula, Bispo de Itabuna, BA

+ João Bosco de Sousa, Bispo de União da Vitória, PR]

+ Osvino José Both, Arcebispo Militar do Brasil, BSB

+ Capistrano Francisco Heim, Bispo Prelado de Itaituba, PA

+ Aldo di Cillo Pagotto, Arcebispo da Paraíba, PB

+ Gil Antonio Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora, MG

+ Moacir Silva, Bispo de São José dos Campos, SP

+ Diamantino Prata de Carvalho, Bispo de Campanha, MG

+ Caetano Ferrari, Bispo de Bauru, SP

+ Aléssio Saccardo, Bispo de Ponta de Pedras, PA

+ Heitor de Araújo Sales, Arcebispo emérito de Natal, RN

+ Matias Patrício de Macêdo, Arcebispo de Natal, RN

+ Geraldo Dantas de Andrade, Bispo auxiliar de São Luis do Maranhão, MA

+ Bonifácio Piccinini, Arcebispo emérito de Cuiabá, MT

+ Tarcísio Scamarussa, Bispo Auxiliar de São Paulo, SP

+ Celso José Pinto da Silva, Arcebispo emérito de Teresina, PI

+ José Palmeira Lessa, Arcebispo de Aracaju, SE

+ Antônio Carlos Altieri, Bispo de Caraguatatuba, SP

+ Aloisio Hilário de Pinho, Bispo emérito de Jataí, GO

+ Guilherme Porto, Bispo de Sete Lagoas, MG

+ Adalberto Paulo da Silva, Bispo Auxiliar emérito de Fortaleza, CE

+ Bruno Pedron, Bispo de Ji-Paraná, RO

+ Fernando Mason, Bispo de Piracicaba, SP

+ João Mamede Filho, Bispo Auxiliar de São Paulo, SP

+ José Maria Pires, Arcebispo emérito de Paraíba, PB

+ Alfredo Schaffler, Bispo de Parnaíba, PI

+ João Messi, Bispo de Barra do Piraí – Volta Redonda, RJ

+  Friederich Heimler, Bispo de Cruz Alta, RS

+ Osvaldo Giuntini, Bispo de Marília, SP

+ Assis Lopes, Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ

+ Edson de Castro Homem, Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ

+Alessandro Ruffinoni, Bispo auxiliar de Porto Alegre, RS

+ Josafá Menezes da Silva, Bispo auxiliar de Salvador, BA

Deus e a tragédia no Haiti

Como era de se esperar, a catástrofe da semana passada, ocorrida na centro-américa, seria objeto de debate entre ateus e crentes. Mesmo entre estes últimos, o ocorrido despertou a velha questão do castigo divino. Deus castiga ou não seus filhos? As desordens da natureza podem ser interpretadas como resultado da ira de Deus contra a humanidade?

Dando uma olhada na blogosfera católica, encontrei a repercussão do assunto. O blog do Carmadélio, por exemplo, nos posts Tragédia no Haiti. Ateus excitados e justificados. Será?  e Crer em Deus em tempos de Tragédia traz alguns argumentos contra o raciocínio ateísta de que as tragédias são a prova da inexistência de um ser divino, como o apresentado por um artigo publicado na Folha On-line (leia citação abaixo).

Grandes catástrofes naturais como a que se abateu sobre o Haiti constituem uma espécie de experimento teológico natural. Não é necessário PhD em filosofia para colocar-se a pergunta que não quer calar: se existe um Deus onisciente, onipotente e benevolente, como ele pôde produzir –ou pelo menos permitir– tanto sofrimento?

(…) É justamente para combater a ideia de que o acaso (e com ele a ausência de propósito) está no comando que, suspeito, criamos a noção de Deus. [1]

Também o blog de D. Henrique, bispo auxiliar da Arquidiocese de Aracaju, traz uma bela reflexão:

Deus não age no mundo? Não poderia evitar o mal? Sim, Deus age no mundo. Mas, quem pode compreender a sua ação? Ele não é um ser entre os outros seres; não pode ser apreendido, sua ação não pode ser capturada pela nossa inteligência ou por métodos científicos… Ele está no mais íntimo e no mais além de tudo: está na flor que se abre, na vida que teima em voltar, na humilde gota de orvalho, na força do terremoto, na energia do tsunami… Sem ser nada disso, ultrapassa tudo isso, em tudo isso está presente. Não podemos compreendê-lo, penetrar o seu modo de orientar sua criação. A Escritura afirma isso, dizendo que Deus é Santo, isto é, Separado, Diferente de tudo quanto possamos imaginar. Diferente é Deus, Diferente e Incompreensível é sua ação! Por isso os judeus não pronunciam o Nome de Deus: Ele não pode ser enquadrado, dissecado, compreendido pela nossa lógica![2]

O blog do Júlio Severo (que salvo engano, não é católico e sim protestante) admite que o castigo de Deus tenha se abatido naquele país graças à religião praticada pelos haitianos. Sobre isso, é possível ler, por uma visão mais católica, dois posts publicados no Deus Lo Vult, do Jorge Ferraz (O Haiti e os castigos de Deus e Mais sobre os castigos temporais de Deus). O arremate é dado por um belíssimo artigo escrito por Carl Anderson, publicado no site da agência Zenit:

Os filósofos e teólogos continuarão a buscar explicações na tentativa de responder às nossas indagações sobre o sofrimento no mundo. Mas a melhor resposta, no entanto, vem daqueles cujo sofrimento vai além do que somos capazes de imaginar, e ainda assim, são capazes de viver a realidade de que Deus uniu-se a eles em seu sofrimento.[3]

O que se depreende de tudo isso? Que Deus é bom; que o problema do mal e do sofrimento já foram solucionados pela Cruz redentora de Cristo; que Deus tem sim o controle de todas as coisas em suas mão e que há mistérios que são insondáveis ao espírito humano. Nossa ciência é limitada demais perante as razões supremas de Deus.

___________________

[1] Hélio Schwartsman, Deus e a terra 

[2] D. Henrique Soares, Deus e o sofrimento

[3] Carl Anderson, O aspecto espiritual do sofrimento no Haiti

A tragédia no Haiti

Todo mundo já sabe o que aconteceu no Haiti, na última terça-feira. Um terremoto violento destruiu (num país já devastado pela pobreza) parte da capital e ceifou milhares de vidas (segundo informações do núncio apostólico no Haiti, seminaristas e padres foram mortos e uma agência de notícias afirma que o arcebispo local também teria morrido) dentre elas a de 14 (confirmadas por enquanto) brasileiros. Já sabe também da dor da Igreja brasileira pela perda de D. Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança (o Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, escreveu um ótimo comentário sobre ela).

Muito já se disse sobre esta tragédia. Desde as explicações técnicas até as supostas causas sobrenaturais (um tanto extravagantes, para dizer o mínimo): foi graças a um “pacto com o diabo”, como disse um pastor americano, feito pelos haitianos ou que foi por causa da religião praticada no país, segundo o cônsul do Haiti no Brasil.  

As iniciativas de paróquias e dioceses que tentam arrecadar fundos para serem enviados aos atingidos pela catástrofe espalham-se por aqui. É um pouco do que podemos fazer por aquele povo tão sofrido. (Update: Igreja Católica no Brasil lança campanha SOS Haiti)

Não acrescentarei nada mais. Apenas as minhas orações pelos vivos, que padecem pela falta de víveres, pelos feridos, que lotam os hospitais a esperar por alívio e pelos mortos, que sejam acolhidos pelos braços de Nosso Senhor, na eternidade. Que a Consoladora dos Aflitos interceda pelos seus filhos haitianos.

___________

P.S.: Sobre catástrofes naturais e a vontade divina, o Márcio Campos publicou um interessante post em seu blog.

A Autoridade Papal fica de pé

Por Padre Elílio de Faria Matos Júnior

O episódio ocorrido na noite de Natal deste ano na Basílica de São Pedro em Roma é, de certa forma, um símbolo dos tempos atuais. O Papa, Vigário de Nosso Senhor Jesus Cristo na Terra, cai. A mitra, símbolo de sua autoridade, rola no chão. A férula, que representa a sua missão de pastor universal, é derrubada pelo homem moderno, desorientado, confuso e como que fora-de-si. Louca ou não, a jovem de 25 anos que provocou o incidente bem representa o mundo de hoje, que joga por terra a autoridade e as palavras do Romano Pontífice, que, na expressão da grande Santa Catarina de Siena, é «o doce Cristo na Terra». A jovem é louca? Não sei. Mas sei que o é, e muito, o mundo que rejeita Deus e o seu Cristo para abraçar o vazio e caminhar nas trevas.

Bento XVI se ergue rápido e continua seu caminho. Celebra a Santa Missa, que é o que há de mais sublime sobre a face da Terra, rende o verdadeiro culto a Deus e conserva-se em seu lugar, como pastor colocado à frente do rebanho pelo Pastor Eterno, bispo e guarda de nossas almas (cf. IPd 2,25). Na homilia, o Santo Padre cita a regra de São Bento. Hoje, Bento, aquele de Núrsia, fala pela boca de Bento, o Papa: «Nihil Deo praeponere» – nada antepor a Deus. É a este nosso mundo que Bento XVI dirige essas palavras carregadas de verdade. É a esta nossa cultura agnóstica, relativista, pragmática, corrupta, materialista e niilista que o Papa exorta. Cultura que, nas palavras de alguns, se gaba de ser «pós-moderna»… Cultura que rejeita cultivar a verdade… Cultura que há tanto deixou de ser cultura…

«Nada antepor a Deus». Bento XVI já havia dito aos bispos da Igreja: «No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus… Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo» (Carta aos bispos, 10 de março de 2009).

Depois da queda, o Papa se coloca de pé e age como se nada tivesse acontecido. Assim tem sido seu pontificado: muitas vezes incompreendido pelos homens, inclusive católicos – e por que não dizer: sobretudo católicos? -, Bento XVI não desiste de levar a cabo sua missão, como Cristo a caminho do Calvário, a fim de oferecer a Deus a consciência pura do dever cumprido. Como se nada acontecesse, como se incompreensões, ultrajes e rebeliões, ainda que disfarçadas e silenciosas, não existissem; como se o desprezo  a Cristo não lhe ferisse o coração; como se a recusa de Deus não lhe contristasse a alma, Bento XVI se dirige ao altar da Cruz. Está apoiado na esperança que não decepciona.

Se a autoridade do Sucessor de São Pedro é jogada no chão pelos homens atuais, isso não significa que ela tenha caído do lugar que lhe reservou Deus. Cristo também caiu – e por três vezes -, mas está de pé. Traz, sim, as marcas da paixão, mas está de pé para sempre: “Vi um Cordeiro de pé, como que imolado” (Ap 5,6). O Papa está de pé, e com ele a Igreja que lhe foi confiada, e assim ficará até a vinda gloriosa de Nosso Senhor, que disse: «Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. As portas do inferno nunca prevalecerão contra ela» (Mt 16, 18). «Non praevalebunt» – as forças negativas do mal, ainda que deixem certas marcas, nunca hão de vencer o Bem, que é Deus. E é Deus quem sustenta na Terra a sua Igreja e o Papa que colocou à frente do rebanho de Cristo!                             (grifos meus)

Panorama theme by Themocracy