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Viva Pedro! Viva o Papa!

                    

“(…) Jesus lhe disse: ‘Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus’”. (Mt 16, 17-19)

Ekklësia, palavra grega que significa assembleia, designa a comunidade nova, o novo povo de Deus, que ia substituir o antigo povo de Israel. Nela, Petros [a rocha], obtem o poder supremo, o chamado primado do reino que dirá a última palavra sobre quem está dentro e quem deve ser expulso da mesma Ekklësia. E esta estrutura seria a definitiva, sem que a morte [os portões do Ades], tanto de Pedro como de seus sucessores, pudesse contra ela. As consequências são essenciais para entender o cristianismo atual, como organização que contribui para a obra de salvação de Jesus.

(…)

Além de Cristo, como figura central, temos Pedro, como figura destacada, por duas razões: por sua fé em Jesus e por sua lista de serviços como chefe da comunidade. A revelação de confessar Jesus como Messias Filho de Deus, é um dom do Pai e isso serve para todos nós. A chefia da comunidade eclesial é própria dele e continua em seus sucessores através dos séculos. A eles pertence o poder das chaves, jurídico e doutrinal, como o entende a Igreja católica. Não foi dado este poder aos outros discípulos e, portanto, devemos distingui-lo do poder evangelizador e de governo dado ao resto dos apóstolos.” (Pe. Inácio, dos padres escolápios via Presbiteros).

O dia de São Pedro e São Paulo é 29/06, eu sei. Mas liturgicamente, aqui no Brasil, o “dia do Papa” é celebrado no primeiro domingo depois do dia 29 de junho. Ou seja, este domingo também é dia de dizer Viva São Pedro e São Paulo!! Viva o Papa!! Viva a Santa Igreja!!

Santo Cura d’Ars como padroeiro de todos os sacerdotes!

Santo Cura d'Ars

No último dia 11.6, encerramento do frutuoso ano sacerdotal, esperava-se que o Santo Padre proclamasse São João Maria Vianney como padroeiro de todos os sacerdotes (atualmente ele só é padroeiro dos párocos). Mas, como não aconteceu, foi lançada na internet uma campanha de petições para que enfim o Cura d’Ars, zeloso e santo sacerdote, seja exemplo de todos os padres. Segue abaixo o texto da petição e link para assiná-la:

Beatíssimo Padre,

Fiéis da Igreja Católica, nós somos os primeiros beneficiários do ministério dos sacerdotes, que dirigimos a Sua Santidade o Papa Bento XVI esta súplica, para obter a proclamação de São João Maria Vianney Padroeiro de todos los sacerdotes da Igreja Católica. Desejamos associar-nos à petição dos sacerdotes, convictos de que do seu amor ao ideal sacerdotal dependa a nossa santificação…”

Assine também!

Para os sacerdotes, o texto e o link são diferentes. Confira no site Presbíteros.

Papa fala mais uma vez contra a TL

marx

Eu vi aqui e aqui. Mais uma vez o Papa Bento XVI se posiciona contra a Teologia Marxista e Materialista da Libertação. No discurso aos bispos dos Regionais Sul 3 e 4 da CNBB, em visita Ad Limina Apostolorum, o Sumo Pontífice disse:

"(…) amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz."

Para quem tinha alguma dúvida de que esta Teologia não era católica…

O prof. Felipe diz em seu blog:

"Assim, mais uma vez, o Papa faz uma condenação veemente da teologia da libertação; é de se esperar que nenhum leigo, sacerdote ou bispo, tenha, daqui para a frente, a coragem de defende-la, propagá-la e ensina-la; pois, estaria em confronto como Magistério  da Igreja."

Infelizmente a obediência anda meio escassa por estes tempos moderno.

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