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Dan Brown e o programa da revolução Anticristã

Ótimo artigo escrito pelo Taiguara F. de Sousa sobre a Revolução Anticristão perpetrada pelo nada inocente escritor de romances Dan Brown. Para quem acredita que sua histórias são só estórias…

[Dan Brown possui] “um programa bem elaborado e malicioso para os seus livros, que equivale ao programa da Revolução Anticristã.

Em 12 de Outubro de 1952, o Papa Pio XII [foto abaixo], numa alocução aos homens da Ação Católica Italiana, delineava os traços principais do "inimigo da Igreja":

"Ele se encontra em todo lugar e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral, social, da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé; a liberdade sem a autoridade; às vezes a autoridade sem a liberdade. É um “inimigo” que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto; e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um Direito sem Deus, uma política sem Deus".

“O plano de fundo do livro inteiro [Anjos e Demônios] é visível a quem o leia atentamente: a Igreja é uma instituição corrupta, traidora, inimiga da razão e da liberdade e, acima de tudo, uma instituição meramente humana, que nada possui de divina – contra o ensinamento de Cristo. (cf. Mateus XVI,18-19) Em Anjos e Demônios, pois, está o primeiro grito da Revolução: ‘A Igreja, não!’”

“No seu segundo livro com Robert Langdon, o livro que o ‘consagrou’ para o mundo e se tornou best-seller mundial, O Código Da Vinci, A perspectiva de Dan Brown é outra: seu objetivo agora é "provar" que Cristo não é Deus; que era apenas um mortal, um sábio, um profeta, mas não Deus – estas são as palavras de Sir Leigh Teabing próximo do fim da história.”

“E agora Brown lançou seu terceiro livro com Robert Langdon, O Símbolo Perdido. A história gira em torno da Maçonaria, de seus segredos e dos Fundadores da América. E qual é o ‘símbolo perdido’? ‘O símbolo perdido é este: o homem é divino e pode alterar a realidade com a força do pensamento.’”

Para ler o artigo completo: http://taiguaraonline.blogspot.com/2010/01/dan-brown-e-o-programa-da-revolucao.html

Para saber mais: http://www.acidigital.com/anjosdemonios/

1 boa, 1 preocupante, 1 péssima

História de uma conversão -  Foi publicada ontem, no site da agência de notícias Zenit uma entrevista com Vittorio Messori, jornalista e escritor, famoso pelos livros “Cruzando o limiar da esperança” (livro-entrevista com o papa João Paulo II, 1994) e “A fé em crise?” (juntamente com o então cardeal Ratzinger, 1987). Ele expõe a sua conversão, de agnóstico a católico “papista” ortodoxo. Entre outras coisas fala sobre a fé e a razão. Alguns trechos:

“A conversão é um mistério e é muito difícil contar um mistério (…)  Não sou um místico, nem um visionário. Sempre fui uma pessoa muito pragmática, muito concreta, muito racional. Mas, não sei por que, houve um período em minha vida, de alguns meses de verão, onde encontrei uma nova dimensão na qual a verdade, que eu não pensava que existisse em maiúsculas, se me fez evidente. Está no Evangelho.”

“O Evangelho conta que os discípulos perguntaram a Jesus quem ele era. Ele não lhes dá sermões, não lhes oferece racionalizações, dizia-lhes: ‘vem e me segue’. Vem comigo, vive comigo e verá que sou o Messias. O cristianismo não é uma filosofia, nem uma ideologia. É um encontro de duas pessoas.”

“O que tento demonstrar é que o cristão não é um idiota, não é alguém que renuncia a usar a razão. O cristão é quem está usando a razão, rompe os muros do racionalismo para chegar a uma realidade certa que é maior que nossa própria razão.”

Leia a entrevista completa aqui.Altamente recomendável.

Isso não é intolerância religiosa? – Hoje estreia o filme 2012, que versa sobre o suposto fim do mundo profetizado pela civilização Maia. Cenas da película mostram a destruição do Vaticano.  O diretor, Roland Emmerich, cinicamente disse a jornalistas que decidiu “destruir” os símbolos cristão porque sabia que não sofreria represálias, como aconteceria no caso de fazer o mesmo com monumentos islâmicos. Outro desses símbolos é bem caro a nós brasileiros: a imagem do cristo redentor, no rio de Janeiro. Ele disse não ter remorsos por ter destruído o Vaticano, “sobretudo agora que o Papa é alemão" e  que "a fé e a religião não podem ajudar a pessoa em momentos assim. Se houver um terremoto não se refugie diante de uma igreja, porque pode ser que ela caia em cima de você".

Não é a primeira vez que um filme mostra a Basílica de São Pedro desmoronando. Parece haver nos últimos anos uma grande demanda.  Anjos e Demônios também contém cenas desse tipo. Deve ser algum desejo (in)consciente desses caras (e da sociedade em geral), que se manifesta em suas produções. Mas “et portae inferi non praevalebunt adversum eam”

Fonte: http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESCOLA&id=esc0246#4

Foi querendo mesmo – A organização internacional católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIN) denunciou, através de "uma fonte próxima aos bispos da Venezuela", que o governo de Hugo Chávez confiscaria templos, escolas e propriedades eclesiásticas no país com o propósito de "eliminar o trabalho da Igreja".
Segundo a fonte citada pela AIN, que pediu manter-se no anonimato por razões de segurança, a tensão no país "acrescentou-se logo depois da decisão do presidente (Chávez) de confiscar instituições financeiras líderes que rodeiam o Lago Maracaibo e que estão relacionadas à indústria do petróleo". A fonte também explicou que "ninguém sabe o que reserva o futuro, mas ele (Chávez) poderia confiscar Igrejas, escolas e outras propriedades eclesiásticas. "

Fonte: http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESCOLA&id=esc0246#4

Como disse o Prof. Felipe ontem, na escolada fé: algo assim só aconteceu nos períodos terríveis como na Revolução Francesa, na União Soviética ou nas guerras civis mexicana  espanhola. Que a senhora de Guadalupe interceda por aquela nação.

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