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foiporvoce

ativo 15 horas, 49 minutos atrás

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Masculino

Data de Nascimento(00-00-0000)

25-08-1976

Sobre..

Meu Nome é Clayton, sou um resgatado pelo Sangue Sacro Santo de Jesus. Traficava, roubava e fazia tudo aquilo que a santa Palavra de Deus diz para não fazer. Fiquei internado em 2 clinicas de recuperação, mas foi tudo em vão. No dia 19 de junho de 1998, tive um encontro pessoal com Jesus Cristo, aonde Ele me libertou totalmente do vicio das drogas e da vida do crime que eu levava. Graças a Deus estou a um pouco mais de 12 anos vivendo intensamente o amor de Deus, e sobre isso eu sei tudo, pois sou totalmente correspondido por Ele. Hoje sou um servo do Altíssimo, e faço parte de uma missão de evangelização, chamada Missão Foi Por você. Sejam todos bem vindos a nossa página. MEU SENHOR E MEU DEUS..MEU DEUS E MEU TUDO!

“Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi tudo; mas tudo que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo.”

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  • Uma coisa é importante: VIVER!
    E é porque o importante é viver, que os pássaros voam e fazem seus ninhos, que as arvores crescem e pedem sol e água, que nos animais procuram seus alimentos.
    Tudo clama pela vida, tudo quer viver. Viver é o grito de toda natureza. Nada é feito para a morte, tudo é feito para a vida. Se um ser morre e desaparece, é para que o outro ser tenha vida, e assim a vida continua e não tem fim.
    Somos feitos para viver. Viver é o grito do coração humano. Embora a gente veja homens cansados, homens caindo sob o peso da vida, pessoas maldizendo a vida, temos que gritar: viva a vida! Vejo pessoas que não amam mais a vida. Mas não amam porque não tem olhos para ver, ouvidos para ouvir, mãos para sentir, coração para amar, Tudo nestas pessoas esta tapado e cego.
    Quem abre seu coração sente um mar de vida passar pelos ares, um mar de vida que parte de outros corações. Só não ama a vida quem esta fechado em si mesmo, quem pensa ser o centro do mundo. Nossos olhos são feitos para ver ao nosso redor; nossos ouvidos, para ouvir a musica que esta em todo o universo; nosso coração, para sentir a vida e o palpitar da vida de outros corações; nossas mãos, para apertar outras mãos.
    Ressurreição! Grito de Deus para os homens desanimados, os homens cansados, nos homens deitados no caminho da vida!
    Ressurreição! Grito do Cristo ressuscitado, Deus que é a vida, e que nos chama para a vida, vida que não acabara jamais.
    Fazer páscoa, significa passar o pessimismo para o otimismo, do olhar triste para o olhar alegre, da palavra destruidora para a palavra construtora e cheia de esperança, da confiança da vida para uma fé mais plena no que a vida pode dar. Isso é Páscoa!!!
    É passar do mal para o bem, do egoísmo para o amor, da escravidão do pecado para a liberdade dos filhos de Deus.
    Ressurreição! Cristo que grita: viva a vida!
    Cristo que grita: eu sou a vida, vinde a mim! Viva a vida!
    Que o Cristo ressuscitado te cumule de bênçãos e graças por todo o sempre…
    A verdadeira páscoa é aquela que trazemos em nossos corações.
    Feliz Páscoa.

  • Os Dois Viajantes e o Urso
     
     
     
    Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, à frente deles.
     
    Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.
     
    Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.
     
    Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.
     
    O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:
     
    ”Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?”
     
    ”Ele disse sim!” respondeu o outro, ”Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição me deixa na mão!”.
     
    Moral da História:
     
    A crise é o melhor momento para nos revelar quem são os verdadeiros amigos.

  • Muitas vezes pedimos saúde, mas só comemos porcaria.Pedimos proteção, mas caminhamos pelos lugares mais perigosos.Pedimos amigos verdadeiros, mas não somos um.Pedimos um dia ótimo, mas não fazemos nada para que seja.Pedimos perdão, mas continuamos a cometer os mesmos erros.Pedimos conselhos, mas não ouvimos nenhum. Que tal pelo menos por um dia, pararmos de pedir tanto,de reclamarmos tanto…e fazermos nossa parte??!!!
    Abraços…

  • Oração Simples e Sincera (Pe. Léo)
    Dona Nazaré é uma mulher de muita fibra. Muito pobre. Vive sozinha nesse mundo ao lado de sua filha. Uma menina moça que nasceu com sérios problemas sanguíneos.
    Desde pequena a menina sempre viveu doente. Poucas foram as noites que dona Nazaré não passou acordada boa parte do tempo tentando aliviar a dor da sua pequena.
    Além das muitas dores que sentia em todo o corpo, a menina tinha uma fraqueza tão acentuada que a impediam de fazer até mesmo os serviços mais simples. Por ter que cuidar da filha e sendo sozinha no mundo, dona Nazaré vivia de uma pensão de meio salário mínimo, conseguida a duras penas, graças a ajuda de um vereador da região.
    O dinheiro mal dava pra comer quanto mais para comprar os remédios cada dia mais necessários e mais caros.
    A menina vivia a base de remédio caseiro e do cuidado primoroso da bondosa mãe.
    Infelizmente com o passar do tempo o problema da menina foi piorando.
    Naquela manhã, depois de uma noite inteirinha ao lado da filha, dona Nazaré não teve outra saída senão ir até Itajubá, a cidade mais próxima, para ver se conseguia alguma ajuda.
    Como não conseguiu dinheiro pra levar a filha que estava fraca demais, tentou ajuda junto aos estudantes de medicina que fazem estagio no hospital universitário. Infelizmente o hospital não dispõe de condições pra fazer o atendimento domiciliar, ainda mais que a paciente estava a 18 km de distância.
    Dona Nazaré não desistiu. Mãe não desiste. Foi até a Santa Casa. Quem sabe ali encontraria um médico que pudesse ir até a sua casa pra tentar curar a sua filha. Também lá não conseguiu nada, a não ser a promessa de que se trouxesse a menina, tentariam dar um jeito de interná-la. Mas infelizmente não teriam como deslocar-se até o interior.
    Ela ficou pensando.
    Pra ir até Delfi Moreira pedir a ambulância da prefeitura é uma viagem fora de mão. Quase impossível.
    O jeito era trazer a menina pra Santa Casa de misericórdia de Itajubá. Nasceu no coração daquela mãe aflita um raio de esperança, quem sabe conseguiria alguém que ajudasse a trazer a menina. Decidiu voltar pra casa e pedir ajuda aos vizinhos, pensou especialmente no japonês, um plantador de arroz que tinha um jipe e de vez em quando as presenteava com meio saco de arroz recém colhido. Quando voltava ao mercado municipal, que tomaria um ônibus ou pegaria uma carona, dona Nazaré passou em frente a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade. Como boa mineira, entrou para rezar um pouco. Dentro da Igreja tinha um grupo de animados jovens: rezavam, cantavam, era um grupo carismático. Por alguns instantes dona Nazaré acabou se esquecendo de sua filha doente. A música daqueles jovens era bonita demais. E dona Nazaré foi se misturando ao animado grupo. Depois de algumas suaves canções os jovens começaram a rezar. Cada hora era um que fazia uma oração espontânea. Lindas e profundas orações. Dona Nazaré se sentindo motivada e talvez até contagiada pela fé daqueles jovens, quase da idade da sua filha, também se dispôs a fazer uma oração. Claro que os jovens ficaram felizes. E acolheram com muito carinho a sua disposição.
    Mas, quando a mulher começou a oração, alguns dos meninos tiveram que se segurar muito para não cair na gargalhada. Que oração mais estranha aquela mulher estava fazendo. Ela falava com Jesus como se Ele fosse um entregador de pizzas, pensou um dos meninos.
    Quem será que Ela pensa que é Jesus pra falar desse jeito com Ele? – questionava intimamente uma das coordenadoras do grupo.
    A mulher começava a rezar com devoção. A oração dela:
    - Senhor Jesus, olha sou eu, a Nazaré. Não sei se o Senhor se lembra. Sou lá do Biguá. Muitas vezes já conversei com o Senhor na Igreja de São Benedito, lembra?
    Pois é Senhor Jesus, o problema da minha menina ta cada vez pior. Essa noite ela não pregou os olhos nem um minuto, nem eu. A pobre da coitadinha gemeu a noite toda. Virava para um lado e pro outro. Suava feito uma condenada. Não sei como ela está lá agora. Vim aqui pra ver se achava um médico, pra ir em casa consultar ela. Mas os médicos não podem ir. Se fosse o doutor Gaspar eu sei que ele iria, que Deus o tenha. Lá na Santa Casa, mandaram eu trazer a menina. Como eu vou conseguir fazer isso? Ela ta fraca demais.
    Não temos dinheiro pra alugar uma ambulância, até pensei em pedir ajuda pro senhor Toshio, aquele bondoso plantador de arroz, quem sabe ele traz a menina. Mas agora eu to aqui Senhor, eu queria pedir. Já que o Senhor está em todo lugar o Senhor bem que podia ir até lá em casa curar a minha filha. Não custa nada. O senhor sabe e pode.
    Os jovens estavam estragando aquela oração. Dois rapazes dos mais novos não conseguiram segurar o riso e chegaram a sair da Igreja. “Onde já se viu uma pessoa rezar desse jeito?” “Até é falta de respeito falar assim com Jesus!” “Ela nem louvou o Senhor!” “Não recitou nenhum versículo da Sagrada Escritura!” “Ela não sabe rezar!” “Com certeza nunca fez uma experiência de oração.” “Sua oração estava atrapalhando o grupo.” “O grupo tava indo tão bem.” – concluiu um dos rapazes que tinha saído.
    Dona Nazaré continuou rezando.
    - É verdade. O senhor num instantinho podia ir lá em casa curar a menina e já voltava. Não é difícil chegar na nossa casa não. O Senhor pega a rodovia que vai pra Aparecida do Norte, lá eu sei que o Senhor conhece bem, na ponte de Santo Antonio o Senhor entra rumo Delfi Moreira, só que na hora que chegar na água limpa, bem em frente a fábrica de queijo, o Senhor vira pra esquerda, passa a ponte e continua… Depois da ponte não vira pra direita não. Lá vai para o mosteiro de Serra Clara. Minha casa fica para o outro lado. Então o Senhor passa a ponte e segue reto. Em frente sobe um morrinho bem pesado e já vai virando pra direita. Logo o Senhor já chega lá na estação onde antigamente a gente pegava o trem. Não é lá não. Lá tem uma placa com o nome Biguá mas o Biguá é mais pra cima. O Senhor passa a morada do pessoal dos ramos, depois vem a reta do Zé Gaspar, chega na curva da Cridia, ali não vira pro lado da ponte não, passa meio reto pra lado esquerdo, sobe o morrinho do grupo escolar, o Senhor vai passar em frente a casa onde o baiano morava. Depois vem a casa que era do Venazão. Ali tem até um atalho mas é melhor o Senhor ir pela estrada mesmo. Logo depois da curva o Senhor já vai ver a Igreja de São Benedito, ali é fácil. É só o Senhor perguntar na bar do Lourenço que ele sabe onde fica a minha casa, ele vende queijo, é o vereador que arrumou o fundo rural pra nós, é só o Senhor pedir pra ele que até é capaz dele levar o Senhor lá em casa, eu moro pertinho.
    A essa altura os jovens já estavam se esforçando para não cair na gargalhada. Era uma experiência inédita além de longa aquilo, segundo eles, não era oração.
    Mas dona Nazaré continuou:
    - A hora que o Senhor chegar lá em casa a portas vai tá trancada, não tem problema, a chave ta no vaso de flor que fica pendurado no alpendre. O senhor pode entrar, cura a minha filha e depois, por favor, tranca de novo a porta, que eu me preocupo muito com a menina.
    Depois que o senhor curar ela, é só fechar a porta, colocar a chave no mesmo vaso que a hora que eu chegar eu acho e entro.
    O jovem que tocava o violão começou a tocar uma musica e cantar bem alto, dona Nazaré parou de rezar, saiu da Igreja até meio triste, nem deu tempo pra ela dizer pro nosso Senhor que tinha café no bule em cima do fogão de lenha, caso Ele quisesse tomar um golinho. E no forninho tinha bolão de fubá. Paciência. Ater que o jovem cantava bonito. – Só foi meio grosseiro interrompendo a minha oração. – Com o pensamento continuou rezando. Desceu a escadaria da matriz, atravessou a ponte que antigamente era muito mais bonita quando tinha os dois arcos, e foi na direção do mercado. Quem sabe um filho de Deus não lhe daria uma carona! Graças a Deus conseguiu a carona num caminhão de Sento Silva. Um pouco mais de meia hora lá estava ela de volta, sem remédio, e com a esperança de pedir ao Senhor Toshio que levasse a menina pra Santa Casa. Qual não foi a sua surpresa ao abrir a porta de sua casinha e encontrou a menina sentada, comendo um delicioso prato de arroz doce, a sua filha querida.
    A menina deu um pulo de alegria e veio correndo abraçar a mãe. Dona Nazaré ficou estupefata. Já tinha até se esquecido da sua reza na Igreja.
    - Minha filha, você de pé? Que cara mais boa. Como é que isso aconteceu?
    E a menina começou a explicar:
    - Olha mamãe, eu estava deitada, como a senhora me deixou, rezei meu terço da misericórdia junto com a Eliana Sá, escutando a rádio Canção Nova. E acabei cochilando ouvindo o Diácono Nelsinho Correia cantar Quem Me Segurou Foi Deus. De repente, eu escutei um barulho na porta, como estava quase dormindo achei que fosse a senhora, que já tinha voltado. Nossa mamãe, quase eu morri! Não era a senhora. Era um homem muito bonito, grande, risonho. Ele usava uma roupa diferente, tinha um cabelo enorme. Me olhou como nunca ninguém me olhou na vida. Ele foi chegando perto de mim e eu fui perdendo o medo. Comecei a sentir um negócio que parecia um choque elétrico, meu sangue parece que fervia. Ele não falou nada. Foi chegando em silêncio, devagarinho. Com um baita sorriso nos lábios. Chegou perto da minha cama, me estendeu a mão, pensei que fosse um médico. Tentei perguntar pela senhora mas as palavras não saiam. Eu falava mas não escutava nada. Eu acho que tava muda, surda, não sei. Só sei que Ele me segurou firme pela mão, foi me levantando vagarosamente, me colocou de pé, e me deu um grande abraço.
    Com os olhos cheios de lágrimas, dona Nazaré foi repetindo quase que inconscientemente os gestos como a menina ia descrevendo. E ela, com os olhos molhados de lágrimas continuou:
    - Depois de me abraçar demoradamente Ele foi saindo bem devagarinho, deu um gostoso beijo na minha testa e foi se afastando, quando estava quase perto da porta Ele fez um sinal de tchau e falou: – Diga pra sua mãe que Eu vou deixar a chave no vaso de flor. Ele ainda completou. – Gostei muito da flor. É a primeira vez que eu vejo lágrimas de Cristo em vaso. Adorei a idéia.
     
    Claro, nenhuma das duas conseguiu achar palavras para manifestar a sua gratidão a Jesus, a única coisa que fizeram, foi buscar aquele vaso de lágrimas de Cristo, colocá-lo sobre a mesa, perto do rádio, beijá-lo com um carinho quase sacramental e olhando o pequeno crucifixo na parede fizeram chegar até o céu uma linda oração de louvor:
    - Muito obrigado Senhor, viu, o Senhor achou direitinho. Eu não falei que era fácil? Brigada mesmo. Eu tinha certeza que podia contar com o Senhor.
     
    Está história é linda assiste no DVD Aprendendo com as histórias de PE. Léo… E ao ver ser contada chorei de emoção e entende que na mais simples forma de ora para Deus ele nos atende, pois Deus nos ama incondicionalmente seu amor é infinito e incomparável e às vezes não somos capazes de se que agradecer a sua imensa forma de declarar o seu amor é que Deus nos diz EU TE AMO sempre e nos demonstra isso em tudo que ele nos dá a nossa vida, nossa família, ele nos sacia a fome e mata nossa sede ele está em todos e tudo que está ao nosso redor.
    Peça mais não se esqueça de dizer…
    OBRIGADO SENHOR POR TUDO QUE ME DESTE SENHOR AQUI ESTOU ME GUIA E ME ENSINA A EVANGELIZA SEU SANTO NOME e tenha a certeza que Deus te atende e podes sempre contar com ele, ele não te abandona jamais está com você o tempo todo em todos os momentos até agora neste instante que eu pedi para ele ir te visitar e pode ter certeza que vai viu, pois ele acha diretinho rsrs! Por que para ele não é difícil e nem impossível porque ele nos ama.
    Boa noite á paz de Jesus e o amor de Maria fica com Deus.

  •  

    Não deixe para amanhã…
    Esta é a história sobre um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento.Seu tempo era curto e tinha consciência disso.Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Por ter muitos problemas e precisar de cuidados especiais, raramente saia de casa, principalmente sozinho.Ficava a maior parte do tempo no jardim, sentado em uma cadeira, embaixo de sua árvore preferida, lendo e pensando sobre sua vida.Um dia, cansado de estar ”trancado” em casa, decidiu sair sozinho e, depois de muito pedir, convenceu sua mãe a dar-lhe permissão para isso. Queria sentir-se independente, dono de si e principalmente vivo.Caminhou pelo seu bairro, observando as pessoas e admirando as vitrines das lojas, tão coloridas, tão lindas!Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista!Abriu a porta da loja e entrou, sem olhar para mais nada que não aquela garota.  Aproximou-se timidamente do balcão onde ela estava. Quando o viu, ela abriu um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.Era o sorriso mais lindo que havia visto, e tinha vontade de dizer-lhe que não queria nada, apenas ficar olhando para ela. Mas é claro, não teve coragem para isso, então pegou o primeiro CD que encontrou e entregou à ela:- Vou levar esse aqui.- Quer que embrulhe para presente? – perguntou a garota sorrindo.E ele balançou a cabeça afirmativamente.Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote, agradeceu e saiu, mas com uma vontade louca de ficar por ali, admirando aquela, que já era a sua amada.Daquele dia em diante, todos as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer.Todas às vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no armário de seu quarto sem nem abrir. Estava completamente apaixonado, mas tinha medo, um tremendo receio, de abrir seu coração, pois não tinha idéia da reação que ela teria.E assim foi.Por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, ele não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja decidido a falar sobre os seus sentimentos.Como todos os dias, comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, deixou discretamente em uma ponta do balcão um papel com seu telefone e endereço.Passado alguns poucos dias, o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.Era a garota da loja, perguntando por ele. A mãe, desconsolada, começou a chorar e disse: - Então você não sabe? Faleceu dois dias atrás… Mais tarde, naquele mesmo dia, a mãe entrou no quarto do filho pela primeira vez depois de sua morte.Quando abriu o guarda-roupa ficou surpresa com a quantidade de CDs que havia nele, todos ainda embrulhados. Curiosa, decidiu abrir um deles… Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: ”Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria.”Emocionada, a mãe abriu outro CD, e dele caiu outro papel que dizia algo semelhante, e assim todos que ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança e o desejo de conhecer aquele rapaz. Pena que era tarde demais…Assim é a vida. Não espere para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Divida essa mensagem com as pessoas que você gosta. Não deixe para amanhã… Faça-o agora!