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Claudemir Santos

ativo 3 dias, 22 horas atrás

Dados da Conta

Sexo

Masculino

Data de Nascimento(00-00-0000)

04-07-77

Sobre..

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Decepcione-se comigo
, mas que a sua decepção comigo não seja uma decepção com Aquele a quem eu anuncio. (Padre Fábio de Melo)

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“Eis aí a tua mãe!”
1. Depois de ter confiado João a Maria com as palavras: “Mulher, eis aí o teu filho!”, Jesus, do alto da cruz, dirige-se ao discípulo predileto, dizendo-lhe: “Eis aí a tua Mãe!” (Jo. 19, 26-27). Com esta expressão, Ele revela a Maria o vértice da sua maternidade: enquanto Mãe do Salvador, Ela é a mãe também dos remidos, de todos os membros do Corpo Místico do Filho.

A Virgem acolhe no silêncio a elevação a este máximo grau da sua maternidade de graça, tendo já dado uma resposta de fé com o seu “sim” na Anunciação.

Jesus não só recomenda a João que cuide de Maria com particular amor, mas confia-lhe para que a reconheça como a própria mãe.

Durante a última Ceia, “o discípulo a quem Jesus amava” escutou o mandamento do Mestre: “Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei” (Jo. 15, 12) e, reclinando a cabeça no peito do Senhor, recebeu d’Ele um singular sinal de amor. Essas experiências prepararam-no para perceber melhor, nas palavras de Jesus, o convite a acolher Aquela que lhe é dada como mãe e a amá-la como Ele com ardor filial.

Oxalá todos descubram nas palavras de Jesus: “Eis aí a tua Mãe!”, o convite a aceitar Maria como mãe, respondendo como verdadeiros filhos ao seu amor materno.

2. À luz dessa entrega ao discípulo predileto, pode-se compreender o sentido autêntico do culto mariano na comunidade eclesial. Este, de fato, põe os cristãos na relação filial de Jesus com a Sua mãe, colocando-os na condição de crescerem na intimidade com ambos.

O culto que a Igreja presta à Virgem não é apenas fruto duma iniciativa espontânea dos crentes, diante do valor excepcional da sua pessoa e da importância do seu papel na obra da salvação, mas baseia-se na vontade de Cristo.

As palavras “Eis aí a tua mãe!” exprimem a intenção de Jesus de suscitar nos discípulos uma atitude de amor e confiança para com Maria, conduzindo-os a reconhecer n’Ela a própria mãe, a mãe de todos os crentes.

Na escola da Virgem os discípulos aprendem, como João, a conhecer profundamente o Senhor e a realizar uma íntima e perseverante relação de amor com Ele. Descobrem, além disso, a alegria de se confiarem ao amor materno da Mãe, vivendo como filhos afetuosos e dóceis.

A história da piedade cristã ensina que Maria é a via que leva a Cristo, e que a devoção filial para com Ela nada tira à intimidade com Jesus, antes, a aumenta e a conduz a altíssimos níveis de perfeição.

Os inúmeros santuários marianos espalhados pelo mundo estão a testemunhar as maravilhas operadas pela Graça, por intercessão de Maria, mãe do Senhor e nossa mãe.

Recorrendo a Ela, atraídos pela sua ternura, também os homens e as mulheres do nosso tempo encontram Jesus, Salvador e Senhor da vida deles.

Sobretudo os pobres, provados no íntimo, nos afetos e nos bens, ao encontrarem refúgio e paz junto da Mãe de Deus, redescobrem que a verdadeira riqueza consiste para todos na graça da conversão e do seguimento de Cristo.

3. O texto evangélico, segundo o original grego, prossegue: “Desde aquela hora o discípulo acolheu-a entre os seus bens” (Jo. 19, 27) pondo, assim, em realce a pronta e generosa adesão de João às palavras de Jesus e informando-nos acerca do comportamento, por ele mantido durante a vida toda, como fiel guardião e dócil filho da Virgem.

A hora do acolhimento é a da realização da obra de salvação. Precisamente nesse contexto, têm início a maternidade espiritual de Maria e a primeira manifestação do novo ligame entre Ela e os discípulos do Senhor.

João acolheu a Mãe “entre os seus bens”. Esta expressão bastante genérica parece evidenciar a sua iniciativa, cheia de respeito e de amor, não só de hospedar Maria em sua casa, mas sobretudo de viver a vida espiritual em comunhão com Ela. Com efeito, a expressão grega, literalmente traduzida “entre os seus bens”, não indica tanto os bens materiais pois João – como observa Santo Agostinho (In loan. Evang. tract. 119, 3) – “não possuía nada”, quanto os bens espirituais ou dons recebidos de Cristo: a graça (Jo. 1, 16), a Palavra (Jo. 12, 48; 17, 8), o Espírito (Jo. 7, 39; 14, 17), a Eucaristia (Jo. 6, 32-58)… Entre estes dons, que lhe derivam do fato de ser amado por Jesus, o discípulo acolhe Maria como mãe, estabelecendo com Ela uma profunda comunhão de vida (cf. RM, 45, nota 130). Possa cada cristão, a exemplo do discípulo predileto, “receber Maria em sua casa”, dar-lhe espaço na própria existência quotidiana, reconhecendo o seu papel providencial no caminho da salvação.

* L’Osservatore Romano, ed. port. n.19, 10/05/1997, pag. 12(216)

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Aonde a Virgem Maria leva os seus consagrados?

Jesus a entregou como Mãe de todos

Para responder a esta pergunta é preciso, antes, responder a outra: onde e em que situação Jesus nos deu Sua Mãe como nossa Mãe?
O Evangelho de João nos responde: “Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: ‘mulher, eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe’. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa” (Jo 19, 25-27). Jesus nos deu Sua Mãe junto à cruz, debaixo da cruz e enquanto o Seu Sangue estava escorrendo sobre a terra.
A Virgem Maria, como mulher cheia do Espírito Santo e de sabedoria, sabe muito bem o que deve fazer com os filhos que a Ela se consagram.
Ela “reflete”: “Onde foi mesmo que meu filho Jesus me entregou como Mãe de todos os homens? Por que será que Ele não me entregou nas Bodas de Caná, onde eu consegui que antecipasse Seu tempo e fizesse o primeiro milagre? Por que Ele não me entregou, como Mãe, quando Ele estava no auge de Sua popularidade, quando multidões O procuravam para ouvi-Lo e para serem curadas? Por que Ele não fez uma grande convocação com os anjos tocando trombetas e, então, solenemente me entregou como Mãe de todos?
Minha marca, que encantou o Senhor, foi a humildade (cf. Lc 1, 48). Assim costumo agir: quando alguém se entrega a mim eu tomo este filho e levo-o aos pés da cruz a fim de que ele seja lavado com o preciosíssimo Sangue de meu Filho, para que alcance a graça do arrependimento de seus pecados e, pela Sua Divina Misericórdia, possa alcançar a salvação.
Eu não sou a salvadora. Eu sou MÃE. Eu nunca esqueci onde meu Filho, Jesus, me entregou como Mãe de todos: aos pés da cruz e enquanto Seu Sangue era derramado pela salvação de todos. João, o discípulo amado, representando todos vocês, levou-me para a sua casa (cf. Jo 19, 27). Mas, eu levo vocês para os pés da cruz. Intercedo em seu favor para que você possa reconhecer seus pecados, arrepender-se e desejar mudar de vida, e, com isso, ser perdoado e lavado pelo Sangue preciosíssimo do meu Filho, Jesus.
Eu levo meus filhos até meu Filho, Jesus. Eu rogo por eles, como fiz nas Bodas de Caná (cf. Jo 2). Só Ele pode perdoar os pecados. Vocês acham que meu Filho recusa um pedido de sua Mãe? Ninguém pode ser meu verdadeiro filho se rejeita meu Filho, Jesus. Afinal, Ele mesmo disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim’ (Jo 14, 6) e também está escrito: ‘Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devemos ser salvos’ (At 4, 12).
Meu adversário
, o demônio, é o enganador. Eu lhes apresento a verdade: meus verdadeiros filhos devem permanecer junto comigo, aos pés da cruz. Ali está a fonte da eterna misericórdia. Tomar a cruz e segui-lo (cf. Mt 16, 24). Eu sou a Mãe das Dores. Eu fui dada na dor. Somente João, o discípulo amado, permaneceu junto ao meu Filho, Jesus. Os outros fugiram. Eu posso não ter estado junto com meu Filho, Jesus, nos grandes momentos em que todos O aclamaram e O procurava, mas, na hora da dor, em que Ele mais precisava de apoio, eu estive ao Seu lado. Permaneci de pé, junto à cruz.
É o mesmo que desejo fazer hoje: ficar junto de você, meu filho, e, com você, junto à cruz do meu Filho e nosso Salvador, Jesus Cristo”.
Em síntese podemos dizer: Quem se consagra a Virgem Maria é levado por Ela até Jesus. Quem acolhe Jesus, reconhece seus pecados, arrepende-se, confessa seus pecados, pedindo a Sua Misericórdia, obtém o perdão. Então, Jesus, o Caminho, o leva ao Pai.
Padre Alir

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A sua capacidade de penetração interior consentia-Lhe criar em Si espaços de silêncio em que Se refugiava para continuar o seu colóquio com Deus. Aparentemente nada a espantava; olhava à sua volta com um olhar cheio de coragem, sustentada por uma força de vontade que A ajudava a não abandonar-Se ao cansaço. – Maria Pavese

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Na sua Assunção, Maria é a gota de orvalho que brilha sob o sol da Páscoa. A pérola de orvalho que cintila no cimo de um fio de erva é uma imagem de Maria, perfeitamente pura: nada n’Ela ofusca a imagem de Cristo ressuscitado que A transforma em luz. – Bernard Martelet

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Maria foi uma mulher pobre e simples, desinteressada e humilde, que nos tornou presente e transparente o mistério total de Deus e da salvação. Para si escolheu o silêncio. Maria foi a Mãe que se perdeu silenciosamente em seu Filho. – Inácio Larrañaga

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Maria, como outrora Maria, irmã de Moisés, Débora, Ana, Judite, foi uma mulher que cantava a salvação de Deus. Num mundo baseado num intrincado de forças de violência, Ela serve para indicar que a salvação não provém da criatura mas do Senhor. – Alberto Valentini

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Deus conheceu Maria desde a eternidade e predestinou-A para um destino exaltante, antes de A chamar à existência e de A colmatar de dons em vista da glória. E quando Deus empreendia a obra da Criação e fixava os céus, Ela estava lá. – Mariano Magrassi

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Ao lado de Cristo encontramos Maria, Mãe sua e nossa Mãe, que invocamos como “causa de nossa alegria”. Senhor, dai-me o vosso amor, um amor imenso, e caminharei na alegria. – Bernard Martelet

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Não há nenhum cristão sem amor à Santíssima Virgem; e quanto mais cristãos se for, mais se ama Nossa Senhora. A teologia mariana não é mais que uma voz de intenso amor; as outras vozes são a pregação, os santuários, a arte, as devoções, as orações prolongadas, os hinos e as lamentações que, através dos séculos, se elevaram ao nome e à beleza de Maria, ao seu amor e à sua dor. – Giuseppe De Lucca

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Cheia de graça, Vós abraçais num único amor a Cristo e a nós seus membros. O vosso desejo é transmitir, a quantos Vos pertencem, o amor que Vos anima. – Columba Marmion

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A obra do Espírito em Maria consiste em conduzi-la continuamente, como faz com todos os homens criados por Deus, para contemplá-lo em todas as coisas, a novos níveis de conhecimento de sua unidade na Trindade com todo o universo criado.

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VOCE, ESTA PRECISANDO DE ORAÇÃO?! PEÇA A MAE QUE O FILHO ATENDE!!!

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Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorando vosso socorro e invocando vosso auxílio, fosse por vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança, a vós, ó Virgem entre todas singular, como à minha mãe recorro; de vós me valho, e gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto a vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do filho de Deus humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo. Amém.

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“Por isso vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que o tendes recebido, ( Mc 11">e ser-vos-á dado”.
( Mc 11
, 24)
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Nossa Senhora de Fátima

Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorzinhos os tesouros de graças que podemos alcançar, rezando o Santo Rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais esta santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insistentemente vos pedimos (peça agora a graça pretendida).

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“Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (Atos 1:8)

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  • Olá Claudemir, obrigada por sua amizade, que Deus esteja nos  abençoando.Tenha uma ótima semana. Abraços. Fica com Deus. 

  • paz e fogo. um lindo e abençõado  fds

  • [b]Bom Dia;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
    Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lucas 17:3-4).

  • A MENINA DO “MARRON GLACÊ”
     
    (Ex-evangélica)
     
    Em síntese: Susan, filha do ex-pastor Francisco Almeida Araújo, narra como se converteu ao Catolicismo após um sinal portentoso atribuído à Virgem Santíssima. Desejava um “Marron glacê”, … e este lhe foi obtido pela Mãe do céu, que ela invocara. Daí o nome de “Menina do Marron Glacê”.
     
     “Se é bom conservar escondidoo segredo do rei, é coisa louvávelrevelar e publicar as obras de Deus”.(Tobias 12,7)
     
    Oi, tudo bem? Meu nome é Susan e muitos me conhecem como A Menina do “Marron Glacê”. Sou a Sexta filha do Diácono Francisco. Vou falar um pouco de mim, das experiências por que passei, saindo da Igreja Protestante e indo para a Igreja Católica, e também dos milagres que aconteceram comigo e minha família.Naquela época eu tinha 8 para 9 anos. Tive uma infância muito boa e feliz. Ia todos os domingos para a igreja; morávamos em Atibaia, interior de São Paulo.
    Em certa ocasião meu pai e minha mãe estavam se afastando da igreja e o pastor me perguntou por que meus pais não estavam freqüentando o culto aos domingos.Eu, assustada, não soube responder. Quando cheguei em casa, disse aos meus pais que o pastor havia perguntado por eles. Interroguei: – Pai, por que o senhor não está indo mais à igreja?” Ele, na mesma hora, mudou de assunto.Eu, menina quer era muito esperta, fiquei quieta. A semana passou …Chegou o Domingo!
    Quando acordei, vi que estava atrasada para o culto e achei muito estranho, porque meu pai sempre acordava os filhos para irem à igreja.Naquele Domingo meu pai não havia chamado ninguém para se levantar. Eu, como gostava de ir ao culto, corri depressa para me aprontar.
    Meus pais estavam na casa, lendo a Bíblia e eu disse:“Bênção, pai! Bênção, mãe! Vou correndo para o culto.Quando voltar, quero saber por que o senhor fica inventando desculpas para não ir ao culto, e também agora nem me acorda mais, nem a meus irmãos!?”
    Quando cheguei à porta da igreja, lá estava o pastor cumprimentando a todos. Eu pensei assim: “Que mais vou inventar para dizer ao pastor por que meus pais e meus irmãos não vem mais à igreja? Lá vou eu”. O pastor falou: “Oi, minha filha, o que aconteceu com seu pai, que não veio desta vez? ”Respondi:- “Pastor, o senhor não sabe da maior: meu pai está doente, está de cama”. Ele respondeu:- “Vou pedir oração para o pastor Francisco e à tarde vou fazer uma visita a seu pai”.
    Na mesma hora fiquei assustada porque sabia que meu pai não estava doente. Mas eu não entendia por que meus pais não estavam indo mais ao culto.Quando terminou o culto, voltei para casa e disse a meus pais que o pastor novamente perguntou por eles e que eu havia respondido que o pai estava doente, sendo que o pastor disse que viria fazer-lhe uma visita.Meu pai tranqüilizou-me, dizendo que eu não havia mentido, pois ele estava com a garganta inflamada. Olhou para minha mãe e falou:- Não é, Didi?”Minha mãe respondeu:- “É verdade, Susan”.Naquele momento fiquei muito aliviada, minha cabecinha não estava mais confusa.O pastor veio visitá-lo, orou e disse que no próximo domingo o culto seria celebrado por ele. Meu pai respondeu: – “Tudo bem!”
    A semana passou, chegou o Domingo e meu pai mandou uma carta para o pastor. Eu não sabia o que estava escrito, mas meus irmãos, sim.Um mês se passou, 3 meses, 6 meses e assim por diante.
    Certa ocasião ouvi meus pais rezando a Ave-Maria, na sala. Eu ouvi e comecei a chorar porque eu tive sempre na minha cabeça, e a igreja falava, que a Virgem Maria não ouvia orações, que teve vários filhos e que era pecado rezar a sua oração.Entrei na sala. Meu pai falou:- “Meus filhos, faz dois anos que estou estudando a Bíblia e livros de outras religiões com sua mãe e descobrimos que a Igreja verdadeira é a Igreja Católica”.
    Na mesma hora meus irmãos concordaram em ir para a Igreja Católica.Eu não. E falei:- “Pai, o senhor vai para o inferno e vai levar os meus irmãos e minha mãe juntos. Sempre o senhor disse que a Igreja Católica é coisa do inimigo”.Daí meu pai explicou por que estava mudando de religião. Falou sobre a Eucaristia e também sobre a Assunção de Nossa Senhora ao Céu. Ficou mais de quatro horas conversando e explicando que a Igreja Católica é a Igreja verdadeira.Quando ele terminou, eu disse que não ia sair da igreja protestante. O pastor despediu meu pai.Enfim, o dinheiro estava acabando e começamos a passar fome, comendo apenas mandioca no café, no almoço e no jantar .. A família estava parecendo cara de mandioca.Era todo santo dia.Uns dias depois eu disse a meu pai que queria tanto comer doce de “marron glacê”. Meu pai olhou para mim, segurou minha mão e respondeu:- “Vá para seu quarto, ajoelhe-se e peça à Virgem Maria, ela vai lhe dar”.Olhei com os olhos cheios de lágrimas para meu pai e disse:- “Papai, vou pedir; se ela me der amanhã, às 9 horas da manhã, eu vou acreditar que a Virgem Maria ouve realmente as orações”.
    Então fui para meu quarto e comecei a orar: senti uma sensação diferente, parecia que havia uma pessoa do meu lado. E esta sensação era muito gostosa, tão gostosa que não consigo explicar. Só quem já passou por esse momento entende.Hoje eu entendo: aquela sensação que eu senti era minha querida Mãezinha do Céu que estava perto daquela menininha que tinha apenas 8 anos de idade.
    Realmente nossa Mãezinha do Céu trouxe a lata de “marron glacê”, através de uma senhora da Igreja Católica e por sinal essa senhora é muito católica e amada pela Virgem Maria.Trouxe exatamente às 9 horas da manhã e me disse:- “Esta lata de doce, menininha, Nossa Senhora mandou para você. Ela a ama muito”.Eu comecei a chorar e agradecer à Virgem Maria. Na mesma hora o relógio tocou. Fui para meu quarto e pedi perdão à Mãezinha do Céu.Daí então fui para a Igreja Católica e fiz minha Primeira Comunhão. 
    fonte: http://www.cleofas.com.br 
     
    Conheça a HISTÓRIA DO EX-PASTOR e PROFESSOR DE TEOLOGIA PROTESTANTE ”FRANCISCO DE ALMEIDA”, digite o nome dele e procure no googleo.

  • oi bicnhinho saudades de tu.
    beijos