Dados da Conta
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| Sobre.. |
******************************************** ********************************************* “Eis aí a tua mãe!” A Virgem acolhe no silêncio a elevação a este máximo grau da sua maternidade de graça, tendo já dado uma resposta de fé com o seu “sim” na Anunciação. Jesus não só recomenda a João que cuide de Maria com particular amor, mas confia-lhe para que a reconheça como a própria mãe. Durante a última Ceia, “o discípulo a quem Jesus amava” escutou o mandamento do Mestre: “Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei” (Jo. 15, 12) e, reclinando a cabeça no peito do Senhor, recebeu d’Ele um singular sinal de amor. Essas experiências prepararam-no para perceber melhor, nas palavras de Jesus, o convite a acolher Aquela que lhe é dada como mãe e a amá-la como Ele com ardor filial. Oxalá todos descubram nas palavras de Jesus: “Eis aí a tua Mãe!”, o convite a aceitar Maria como mãe, respondendo como verdadeiros filhos ao seu amor materno. 2. À luz dessa entrega ao discípulo predileto, pode-se compreender o sentido autêntico do culto mariano na comunidade eclesial. Este, de fato, põe os cristãos na relação filial de Jesus com a Sua mãe, colocando-os na condição de crescerem na intimidade com ambos. O culto que a Igreja presta à Virgem não é apenas fruto duma iniciativa espontânea dos crentes, diante do valor excepcional da sua pessoa e da importância do seu papel na obra da salvação, mas baseia-se na vontade de Cristo. As palavras “Eis aí a tua mãe!” exprimem a intenção de Jesus de suscitar nos discípulos uma atitude de amor e confiança para com Maria, conduzindo-os a reconhecer n’Ela a própria mãe, a mãe de todos os crentes. Na escola da Virgem os discípulos aprendem, como João, a conhecer profundamente o Senhor e a realizar uma íntima e perseverante relação de amor com Ele. Descobrem, além disso, a alegria de se confiarem ao amor materno da Mãe, vivendo como filhos afetuosos e dóceis. A história da piedade cristã ensina que Maria é a via que leva a Cristo, e que a devoção filial para com Ela nada tira à intimidade com Jesus, antes, a aumenta e a conduz a altíssimos níveis de perfeição. Os inúmeros santuários marianos espalhados pelo mundo estão a testemunhar as maravilhas operadas pela Graça, por intercessão de Maria, mãe do Senhor e nossa mãe. Recorrendo a Ela, atraídos pela sua ternura, também os homens e as mulheres do nosso tempo encontram Jesus, Salvador e Senhor da vida deles. Sobretudo os pobres, provados no íntimo, nos afetos e nos bens, ao encontrarem refúgio e paz junto da Mãe de Deus, redescobrem que a verdadeira riqueza consiste para todos na graça da conversão e do seguimento de Cristo. 3. O texto evangélico, segundo o original grego, prossegue: “Desde aquela hora o discípulo acolheu-a entre os seus bens” (Jo. 19, 27) pondo, assim, em realce a pronta e generosa adesão de João às palavras de Jesus e informando-nos acerca do comportamento, por ele mantido durante a vida toda, como fiel guardião e dócil filho da Virgem. A hora do acolhimento é a da realização da obra de salvação. Precisamente nesse contexto, têm início a maternidade espiritual de Maria e a primeira manifestação do novo ligame entre Ela e os discípulos do Senhor. João acolheu a Mãe “entre os seus bens”. Esta expressão bastante genérica parece evidenciar a sua iniciativa, cheia de respeito e de amor, não só de hospedar Maria em sua casa, mas sobretudo de viver a vida espiritual em comunhão com Ela. Com efeito, a expressão grega, literalmente traduzida “entre os seus bens”, não indica tanto os bens materiais pois João – como observa Santo Agostinho (In loan. Evang. tract. 119, 3) – “não possuía nada”, quanto os bens espirituais ou dons recebidos de Cristo: a graça (Jo. 1, 16), a Palavra (Jo. 12, 48; 17, 8), o Espírito (Jo. 7, 39; 14, 17), a Eucaristia (Jo. 6, 32-58)… Entre estes dons, que lhe derivam do fato de ser amado por Jesus, o discípulo acolhe Maria como mãe, estabelecendo com Ela uma profunda comunhão de vida (cf. RM, 45, nota 130). Possa cada cristão, a exemplo do discípulo predileto, “receber Maria em sua casa”, dar-lhe espaço na própria existência quotidiana, reconhecendo o seu papel providencial no caminho da salvação. * L’Osservatore Romano, ed. port. n.19, 10/05/1997, pag. 12(216) ****************************************** Aonde a Virgem Maria leva os seus consagrados? Jesus a entregou como Mãe de todos Para responder a esta pergunta é preciso, antes, responder a outra: onde e em que situação Jesus nos deu Sua Mãe como nossa Mãe? ****************************************** A sua capacidade de penetração interior consentia-Lhe criar em Si espaços de silêncio em que Se refugiava para continuar o seu colóquio com Deus. Aparentemente nada a espantava; olhava à sua volta com um olhar cheio de coragem, sustentada por uma força de vontade que A ajudava a não abandonar-Se ao cansaço. – Maria Pavese ************************ Na sua Assunção, Maria é a gota de orvalho que brilha sob o sol da Páscoa. A pérola de orvalho que cintila no cimo de um fio de erva é uma imagem de Maria, perfeitamente pura: nada n’Ela ofusca a imagem de Cristo ressuscitado que A transforma em luz. – Bernard Martelet **************************** ************************* Maria, como outrora Maria, irmã de Moisés, Débora, Ana, Judite, foi uma mulher que cantava a salvação de Deus. Num mundo baseado num intrincado de forças de violência, Ela serve para indicar que a salvação não provém da criatura mas do Senhor. – Alberto Valentini ************************ Deus conheceu Maria desde a eternidade e predestinou-A para um destino exaltante, antes de A chamar à existência e de A colmatar de dons em vista da glória. E quando Deus empreendia a obra da Criação e fixava os céus, Ela estava lá. – Mariano Magrassi ************************ Ao lado de Cristo encontramos Maria, Mãe sua e nossa Mãe, que invocamos como “causa de nossa alegria”. Senhor, dai-me o vosso amor, um amor imenso, e caminharei na alegria. – Bernard Martelet **************************** Não há nenhum cristão sem amor à Santíssima Virgem; e quanto mais cristãos se for, mais se ama Nossa Senhora. A teologia mariana não é mais que uma voz de intenso amor; as outras vozes são a pregação, os santuários, a arte, as devoções, as orações prolongadas, os hinos e as lamentações que, através dos séculos, se elevaram ao nome e à beleza de Maria, ao seu amor e à sua dor. – Giuseppe De Lucca **************************** Cheia de graça, Vós abraçais num único amor a Cristo e a nós seus membros. O vosso desejo é transmitir, a quantos Vos pertencem, o amor que Vos anima. – Columba Marmion *********************************************************************** ****************************************************************** ******************************************************** Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorando vosso socorro e invocando vosso auxílio, fosse por vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança, a vós, ó Virgem entre todas singular, como à minha mãe recorro; de vós me valho, e gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto a vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do filho de Deus humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo. Amém. ****************************************************** “Por isso vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que o tendes recebido,
( Mc 11">e ser-vos-á dado”. Nossa Senhora de Fátima Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorzinhos os tesouros de graças que podemos alcançar, rezando o Santo Rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais esta santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insistentemente vos pedimos (peça agora a graça pretendida). **************************************************************** “Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (Atos 1:8) |
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