Dinheiro faz homens ricos; o conhecimento, homens sábios; e a humildade faz grandes homens!!!

Posted by Missão Yeshua on 20th julho 2011 in Mensagens

Existem pessoas que não tem absolutamente nada, mas porque ocupam um determinado cargo em alguma grande, média ou pequena empresa, acham-se no direito de serem superiores aos demais… na verdade são pequenos, e só conseguem sentir–se grande humilhando, pisando, tripudiando o seu semelhante!

Isso está sendo plantado em muitas empresas e, o que colhem, são pessoas amargas, doentes e determinadas a vencer a qualquer preço, na verdade se tornam pessoas infelizes e incapazes de realizações simples.

Temos que lembrar que todos nós somos seres humanos, somos semelhantes uns aos outros, temos anseios, necessidades, amor, tristeza, desilusões, aborrecimentos, medo, inseguranças, e tudo o que qualquer mortal pode sentir mas, muitas vezes, não sabemos usufruir de momentos raros que jamais voltarão, como estar com a família, cultivar a amizade, trabalhar em equipe, reconhecer um grande profissional, agir com caridade, preservar o amor…

“Não é riqueza ou o dinheiro que nos faz feliz e sim o modo como interpretamos nossas vidas!”

Você faz parte deste grande teatro que é a vida humana! Você também é um ator com um papel importante a desempenhar! Você faz parte deste elenco! Mas lembre-se que você não é o único. Existem outros atores compartilhando deste cenário com você!

Pense!!!

O ponto negro

Posted by Missão Yeshua on 15th julho 2011 in Mensagens

Certo dia, um professor chegou à sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova – relâmpago. Todos acertaram suas filas, aguardando assustados ao teste que viria.

O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume. Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.

Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha. O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.

Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta. Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.
A vida é um presente de Deus dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos.
No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.

Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente. Pense nisso!

Tire os olhos dos pontos negros de sua vida. Aproveite cada bênção, cada momento que Deus lhe dá. É deixar a ansiedade e o stress de lado, porque isso é falta de fé. É acreditar que os pontos negros passarão e viver a plenitude do amor de Deus. Lembre-se disso! O ponto negro que há em sua vida é infinitamente menor que as graças e as bênçãos de Deus.
Faça a sua parte, deixe a ansiedade de lado, aproveite cada dia que você tem. E Deus vai lhe dar sabedoria e vai abrir as portas necessárias para que os pontos negros de sua vida se acabem.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.

Tenha essa certeza, tranqüilize-se e seja feliz!!!
Autor Desconhecido

A paz que trago em meu peito…

Posted by Missão Yeshua on 28th junho 2011 in Mensagens

A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia…
Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.
Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.

A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé…

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se faz o melhor ou, pelo menos, tentou…

Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem.

Ter paz é ter um coração que ama…

Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam…

Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.

Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer…

Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade… É ter forças para voltar, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer…

Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências…

A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições. É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos… É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo. É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra. É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por causa disso.

A paz que trago hoje em meu peito é a confiança Naquele que criou e governa o mundo… A certeza da convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.
(autor desconhecido)