Nossa História, uma história que vale a pena

Nos conhecemos em 2005, quando entramos juntos para a comunidade Canção Nova no Pré discípulado, primeira etapa de formação, neste ano nos tornamos amigos.

Em 2006 fomos “separados” para vivermos discipulados diferentes, aqui na Canção Nova na época tínhamos duas casas de discipulados, uma em Queluz, e outra em Lavrinhas. Sempre sentíamos muita falta um do outro, a nossa amizade sempre foi muito grande e algo que nos ajudou a ser melhor para Deus e para o outro.

Em Janeiro de 2006 eu descobri o sentimento pelo Gustavo, porém estávamos no tempo do discípulado, este é um tempo na comunidade Canção Nova que estamos voltados para a formação, para o carisma Canção Nova e partilhei com as pessoas responsáveis por mim naquela época e me decidi viver o que o Carisma me pedia e entreguei para Deus o sentimento. Uma frase quem sempre me acompanhou neste tempo é: “Aquilo que está no coração de Deus se realiza” e vivi este tempo esperando em Deus e sendo somente amiga do Gustavo.

No final do discípulado, eu fui remanejada para Aracaju, e o Gustavo para Toulon na França e ele passou um tempo no Brasil até ser liberado o visto. Em Aracaju conversei com a pessoa responsável por mim que autorizou que eu contasse para o Gustavo do meu sentimento. Por providência vim para Cachoeira Paulista conversei com o Gustavo contei do sentimento e pedi que nos afastássemos por um tempo. Não foi fácil a decisão porque ele era meu melhor amigo mas foi necessário.

20062008
2006 e 2008

Eu já estava vivendo muita coisa nova, a minha ida para França mexeu muito comigo e com toda a minha vida, foi uma revolução. Em Abril de 2007 a Gabriela durante a semana santa, conseguiu vir a Cachoeira Paulista, e ao me encontrar veio partilhar comigo o seu sentimento por mim, ela era e sempre foi minha melhor amiga, e ouvir isso dela, me deixou ao mesmo tempo que confuso, com medo, pois eu sabia que estava “perdendo” uma amiga, e foi isso que ela disse, que por causa desse sentimento, e como ela sabia que eu gostava de outra pessoa, era difícil continuar com a amizade, pra mim foi difícil ouvir isso, porém, mesmo na dificuldade tentei compreender e respeitar o que a Gabi estava vivendo.

Fui para França e a Gabi voltou para Aracaju, não nos falávamos mais, vivíamos nossas vidas. No final do ano de 2007, a pessoa que eu gostava disse que não queria mais nada comigo, pra mim foi muito difícil viver aquilo, estando longe dos meus amigos, longe do meu país, porém eu consegui superar com a ajuda dos irmãos presentes na missão.

Eu Abril de 2008 eu fui remanejada de volta para Cachoeira Paulista e o Gustavo me procurou depois de mais de 1 ano sem nos falarmos. Dentro de mim as coisas já pareciam resolvidas e retomamos a nossa amizade. Neste mesmo ano viajei para Roma, no reconhecimento Pontifício da Canção Nova e depois de tanto tempo me encontrei com o Gustavo pessoalmente. Quando eu encontrei com ele todo sentimento que eu achava ter acabado voltou novamente.

Em Dezembro de 2008 eu vim de férias para o Brasil, procurei a Gabi para conversar pois eu não estava bem, estava passando por uma crise vocacional e estava querendo sair da comunidade, e foi isso que eu fiz, no começo do ano de 2009 eu escrevi minha carta pedindo o afastamento por 1 ano da comunidade, para pensar um pouco na minha vida.

Gustavo e GabrielaGustavo e Gabriela
2009 e 2011

Diante da decisão dele mais uma vez entreguei para Deus o sentimento e fui ser presença e ajuda-lo neste tempo de discernimento que ele vivia. Porém chegou um momento que eu precisei dizer a ele que não podia mais continuar sendo amiga por causa do sentimento e era melhor que cada um fosse viver sua vida foi quando o Gustavo se declarou e disse que também estava gostando de mim.

No final do ano de 2009 eu retornei a comunidade, depois de já ter feiro minha experiência fora do núcleo (comunidade de vida), e começamos então a trilhar um caminho junto com a comunidade de conhecimento, para assim começarmos a namorar.

No dia 18 de Janeiro de 2011 iniciamos o nosso namoro, estamos muito felizes, já temos 5 meses de namoro, e uma longa história.

Esperamos que tenham gostado de conhecer um pouquinho da nossa histoŕia.

Temos uma frase que nos acompanha:

“O tempo que vivemos na espera por algo é a certeza que será para sempre”
Gustavo e Gabriela
@gugahb e @Gabicn
Membros da comunidade Canção Nova

Cultivar um amor de verdade!

Este foi o tema da partilha que fizemos no domingo, dia 05 de junho, no Acampamento de Noivos e Namorados durante a pregação do Ricardo Sá, aqui na Canção Nova. Confira um pouco do áudio do que foi este momento de revelarmos um pouco mais do nosso relacionamento com vocês!

Clique aqui para ouvir:  Acampamento Namorados e Noivos

Com carinho e orações,

Thiago Tomé e Edilaine Guimarães
@thiagotomecn e @di_cn
Membros da comunidade Canção Nova

Verdade e coerência no relacionamento

o-maticFabrício e Graça: Estamos nos preparando para fazer o vestibular na Faculdade Canção Nova e por causa disso estamos estudando muito. Na aula de redação ouvimos falar de coerência e coesão e estas duas realidades nos inspiraram este post: “Aquilo que digo precisa ser coerente com o que sinto.”

Fabrício: Elogiar é um bom hábito no namoro mas precisamos tomar cuidado para que nosso elogio seja sempre sincero. Coerente com aquilo que sentimos. Elogiar só para agradar sem ser algo verdadeiro não gera crescimento.

Graça: Esses dias cheguei no trabalho toda contente e entreguei para o Fabrício um embrulho com um pedaço de bolo de milho. Eu achava que ele gostava muito. Mas ele me surpreendeu ao dizer que não era o seu favorito. Fiquei um pouco triste mas logo passou pois agora sei que ele prefere bolo de fubá. Mas o que me alegrou mesmo foi ele ter me dito o que preferia. Se ele não tivesse me dito eu passaria o resto da vida levando bolo de milho para ele achando que estava agradando.

O medo de não agradar a pessoa revelando a nossa verdade pode nos levar a juntar “entulhos” dentro de nós e nos sufocar. Gerando um relacionamento superficial e de aparências.

Fabrício: A palavra de Deus nos garante: “No amor não há temor. Antes, o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor envolve castigo, e quem teme não é perfeito no amor.” (I Jo. 4,18) A partir desta verdade nos sentimos desafiados a viver longe de todo medo e superficialidade pois em nosso relacionamento fazemos a experiência de crescer no amor.

Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova

“Atos de serviço”

Como amar com “Atos de serviço”, vamos a nossa quarta linguagem do amor. O que você sabe que seu noivo(a), namorado(a) gostaria que você fizesse. Procurar agradar realizando coisas que ele aprecia, expressando amor por diversas formas. Essas formas podem ser as mais variadas possíveis, como preparar uma boa refeição, lavar a louça, levar o lixo para fora, carregar uma bolsa pesada, comprar algo que ele esteja precisando.

Gil – Eu me sinto muito amada quando o Marcelo carrega minha bolsa, rsrsrs.

Marcelo – Eu adoro quando a Gil faz uma comidinha pra mim, humm.SDC10102

È preciso demonstrar amor pelo outro com atos de bondade. Não fazer as coisas por obrigação, pois o amor é espontâneo.

O amor é uma decisão, as criticas e cobranças não levam a lugar nenhum. Cada um de nós decide diariamente amar ou não o seu noivo(a), namorado(a).

Uma coisa importante: As criticas ao seu noivo(a) sobre nosso comportamento fornecem dicas valiosas a respeito da primeira linguagem do amor dele.

E lembre-se os pedidos direcionam o amor, mas as cobranças impedem que ele seja liberado. Podemos pedir que alguém faça algumas coisas para nós, mas não devemos exigi-las.

Essa semana se rivalize no amor, vamos ver quem ama mais…e esse amor será manifestado em gestos concretos…

Deus Abençoe!!!

Marcelo Cintra e Gil Duarte
@gilduartecn e Marcelo Cintra
Membros da comunidade Canção Nova

“Amar” oposto de “Usar”

Graça: Eu e o Fabrício continuamos na leitura do livro “Amor e Responsabilidade” de Karol  Woytilla, nosso querido servo de Deus João Paulo II. Em nosso último post com o tema: “Ceder sem deixar de ser eu mesmo” falamos sobre as escolhas no relacionamento.
A leitura deste rico livro tem nos ajudado muito a aprofundarmos em assuntos que nos  cercam neste tempo de namoro. E seguiremos tentando partilhar aquilo que estamos aprendendo, a partir das experiências concretas do namoro.

Fabrício: Então, voltemos ao tema do texto: “Amar” oposto de “Usar”.
 Parece óbvio, mas para ajudar o nosso entendimento, o livro explica o que significa  usar. E aqui eu  traduzo esse significado em uma linguagem bem simples: usar é servir-se de um meio para alcançar um objetivo. Exemplo: Eu preciso chupar uma laranja por  isso USO uma faca para descascar e alcançar meu objetivo – chupar a laranja. A partir dessa reflexão, uma frase do livro nos chamou atenção: “Ninguém pode servir-se de uma pessoa como um meio nem sequer o Deus-Criador.”
amar_usar

Graça: Uma experiência que eu fiz quando começamos a namorar e que foi de grande cura para mim, foi ouvir o Fabrício dizer que me amava. E que não queria me usar como um  objeto de prazer, mas queria sim me fazer feliz. Chorei muito quando ele me disse isso, pois sonhava com alguém que me amasse de verdade.

Fabrício: Nós não podemos usar as pessoas, seus talentos, seus gostos como instrumento do nosso prazer. Minha namorada não é um objeto, mas uma pessoa que precisa ser respeitada.  Quando a Graça me pede para fazer algo, também não posso ser um mero objeto. Mas  no amor escolho fazer aquilo que me é pedido, também como um bem para mim, como meu objetivo. E assim, saio da dimensão do “ser usado” para o “amor”.

Graça: E este é o remédio para não usar o outro: o amor. Fazer por amor ao outro me faz assumir o que faço como meu próprio bem. Quando amo o outro me esforço para fazê-lo sentir-se amado. Se quero dar algum presente sempre penso no que mais vai fazer o Fabrício  feliz. Pode ser que eu gostaria de dar uma camisa do flamengo, só que é a do cruzeiro  que o fará mais feliz (risos). Porque a minha intenção primeira é fazê-lo feliz e não me sentir feliz, isto é uma conseqüência.

Fabrício: Outra coisa importante é o objetivo comum do relacionamento. Karol Woytilla o chama “o elo do bem comum”. Um objetivo escolhido pelos dois. Namoramos para nos conhecer, para fazer um ao outro felizes, para juntos crescermos enquanto pessoa e  assumimos uma meta comum que move aquilo que fazemos um pelo outro.

Não devo usar a pessoa que amo, nem ser usado. Mas quando amo posso assumir o bem do outro como meu bem. Faz toda diferença. O amor faz os dois crescerem.

Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova