

Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova


Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova
Namoro é um tempo de descoberta, nunca me casei mas todos que estão casados sempre falam que mesmo depois de casado ainda temos muito a conhecer do outro, então não tem como achar que no namoro já se conhece tudo da pessoa amada.
A cada dia que passa sim descobrimos mais e mais, mas mesmo com tantas descobertas é incrível como ainda temos o que descobrir, por isso precisamos nos abrir ao novo, ao novo que nosso relacionamento nos “obriga” a viver, não podemos ficar no comodismo achando que já sabemos cada reação do outro.
Concordo que existem fatos que já sabemos como que o outro vai reagir, ou quando tem uma determinada reação sabemos o motivo, mas mesmo assim existe um ser humano que não é “programável” e que está em contínuo crescimento, por isso tenha paciência … seja dócil e amável com o outro, pois as vezes ele está passando por um momento que é tão complicado que não consegue se expressar, por isso ame com todas as suas forças e com todo seu coração.
Gustavo e Gabriela
@gugahb e @Gabicn
Membros da comunidade Canção Nova
Nesses quase 8 meses de namoro posso afirmar para vocês que namoro também é um tempo de muita cura.
Aqui na comunidade Canção nova passamos por muitas etapas de formação, trabalhamos nossa história , buscamos cura para para as nossas feridas enfim buscamos ser melhor para Deus e para Missão.
Mas no namoro Deus de fato usa da pessoa que Ele escolheu para ser este instrumento eficaz de cura. Diante da minha história , dos meus medos, da minha insegurança tenho hoje o Gustavo que me “quebra” a cada dia com o seu cuidado, com a sua atenção , com a sua presença e com seu amor e é este amor que transforma a Gabriela , apesar das resistencias rsr ..
Não posso deixar de terminar este post agradecendo ao meu amor por ser este instrumento de Deus na minha vida porque hoje Deus me ama concretamente atraves de você. Te amo!
Desejo a que você também viva esta linda experiência de cura em seu namoro
Deus abençoe!
Gustavo e Gabriela
@gugahb e @Gabicn
Membros da comunidade Canção Nova
Amor, muito mais do que se envolver emocionalmente ou fisicamente com alguém, amor é algo que brota do nosso interior, trazendo para fora tudo aquilo que realmente temos a oferecer para o outro.
Amor é entrega e o engraçado é que quanto mais nos entregamos, quanto mais amamos, mais também nos sentimos amados, hoje namorar a Gabi é uma entrega sincera de amor, vocês podem ver no post que eu falo da faculdade, como tem sido novo e ao mesmo tempo bom viver o que estamos vivendo.
Amor não é só atração física, acredito que seja um complemento, mas também acredito na força de um amor que vem para transformar o velho em novo, tem coisa mais linda do que ver sua namorada(o) feliz? O outro tem o papel fundamental de amar e nós temos um papel fundamental de também amar, se ambos no relacionamento demonstrarem amor mútuo um ao outro qual dúvida teremos se estamos amando ou não? Ou ainda se estamos recebendo amor ou não?
#FicaDica Ame cada vez mais, ame com palavras, gestos, cartazes, carinhos, afetos, bilhetes…seja criativo, não tenha medo de amar, demonstrar o seu amor, o máximo que pode acontecer é: você se apaixonar cada vez mais! rsrs
Já deu uma rosa para sua namorada hoje? já mandou um bjo para o seu namorado hj? nem que seja virtual? então não perca tempo…vamos demonstrar amor…
Gustavo e Gabriela
@gugahb e @Gabicn
Membros da comunidade Canção Nova
Escrevemos este post em um dia muito especial. Dia 23 de setembro de 2011, completamos dois anos e nesse clima nos veio a inspiração do tema de hoje. Recordar, fazer memória. Ao longo desses dois anos temos aprendido a grande importância de fazer memória do que vivemos no namoro. Alegrias, conquistas, dificuldades superadas (ou em fase de superação).
Uma vez ouvi uma frase ”Um povo que não faz memória de sua história não se perpetua” (ou algo parecido). Achei bem interessante, mas a partir dela descobri mais. Fazer memória do que vivemos nos ajuda a viver melhor o hoje. Ver tudo o que vivemos nos ajuda a valorizar o relacionamento, superar dificuldades. Viver só de momento, pensando só no agora, pode nos fazer viver superficialmente e não aprofundar o relacionamento.
Algo que fomos cultivando em nosso namoro é o hábito de fazer um balanço de como estamos. Sempre que completamos mais um mês juntos nós paramos e revemos o que foi bom, em que precisamos melhorar. Isto nos ajuda a não deixar acumular situações pendentes e a contemplar em que já crescemos juntos. Eu faço um balanço de como eu estou e de como eu percebo que o Fabrício está. Com amor e verdade partilhamos e o relacionamento cresce em qualidade.
Esperamos que nossa partilha ajude você.
Deus abençoe.
Veja também: Ceder sem deixar de ser eu mesmo
Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova
Nos conhecemos em 2005, quando entramos juntos para a comunidade Canção Nova no Pré discípulado, primeira etapa de formação, neste ano nos tornamos amigos.
Em 2006 fomos “separados” para vivermos discipulados diferentes, aqui na Canção Nova na época tínhamos duas casas de discipulados, uma em Queluz, e outra em Lavrinhas. Sempre sentíamos muita falta um do outro, a nossa amizade sempre foi muito grande e algo que nos ajudou a ser melhor para Deus e para o outro.
Em Janeiro de 2006 eu descobri o sentimento pelo Gustavo, porém estávamos no tempo do discípulado, este é um tempo na comunidade Canção Nova que estamos voltados para a formação, para o carisma Canção Nova e partilhei com as pessoas responsáveis por mim naquela época e me decidi viver o que o Carisma me pedia e entreguei para Deus o sentimento. Uma frase quem sempre me acompanhou neste tempo é: “Aquilo que está no coração de Deus se realiza” e vivi este tempo esperando em Deus e sendo somente amiga do Gustavo.
No final do discípulado, eu fui remanejada para Aracaju, e o Gustavo para Toulon na França e ele passou um tempo no Brasil até ser liberado o visto. Em Aracaju conversei com a pessoa responsável por mim que autorizou que eu contasse para o Gustavo do meu sentimento. Por providência vim para Cachoeira Paulista conversei com o Gustavo contei do sentimento e pedi que nos afastássemos por um tempo. Não foi fácil a decisão porque ele era meu melhor amigo mas foi necessário.
Eu já estava vivendo muita coisa nova, a minha ida para França mexeu muito comigo e com toda a minha vida, foi uma revolução. Em Abril de 2007 a Gabriela durante a semana santa, conseguiu vir a Cachoeira Paulista, e ao me encontrar veio partilhar comigo o seu sentimento por mim, ela era e sempre foi minha melhor amiga, e ouvir isso dela, me deixou ao mesmo tempo que confuso, com medo, pois eu sabia que estava “perdendo” uma amiga, e foi isso que ela disse, que por causa desse sentimento, e como ela sabia que eu gostava de outra pessoa, era difícil continuar com a amizade, pra mim foi difícil ouvir isso, porém, mesmo na dificuldade tentei compreender e respeitar o que a Gabi estava vivendo.
Fui para França e a Gabi voltou para Aracaju, não nos falávamos mais, vivíamos nossas vidas. No final do ano de 2007, a pessoa que eu gostava disse que não queria mais nada comigo, pra mim foi muito difícil viver aquilo, estando longe dos meus amigos, longe do meu país, porém eu consegui superar com a ajuda dos irmãos presentes na missão.
Eu Abril de 2008 eu fui remanejada de volta para Cachoeira Paulista e o Gustavo me procurou depois de mais de 1 ano sem nos falarmos. Dentro de mim as coisas já pareciam resolvidas e retomamos a nossa amizade. Neste mesmo ano viajei para Roma, no reconhecimento Pontifício da Canção Nova e depois de tanto tempo me encontrei com o Gustavo pessoalmente. Quando eu encontrei com ele todo sentimento que eu achava ter acabado voltou novamente.
Em Dezembro de 2008 eu vim de férias para o Brasil, procurei a Gabi para conversar pois eu não estava bem, estava passando por uma crise vocacional e estava querendo sair da comunidade, e foi isso que eu fiz, no começo do ano de 2009 eu escrevi minha carta pedindo o afastamento por 1 ano da comunidade, para pensar um pouco na minha vida.
Diante da decisão dele mais uma vez entreguei para Deus o sentimento e fui ser presença e ajuda-lo neste tempo de discernimento que ele vivia. Porém chegou um momento que eu precisei dizer a ele que não podia mais continuar sendo amiga por causa do sentimento e era melhor que cada um fosse viver sua vida foi quando o Gustavo se declarou e disse que também estava gostando de mim.
No final do ano de 2009 eu retornei a comunidade, depois de já ter feiro minha experiência fora do núcleo (comunidade de vida), e começamos então a trilhar um caminho junto com a comunidade de conhecimento, para assim começarmos a namorar.
No dia 18 de Janeiro de 2011 iniciamos o nosso namoro, estamos muito felizes, já temos 5 meses de namoro, e uma longa história.
Esperamos que tenham gostado de conhecer um pouquinho da nossa histoŕia.
Temos uma frase que nos acompanha:
“O tempo que vivemos na espera por algo é a certeza que será para sempre”
Gustavo e Gabriela
@gugahb e @Gabicn
Membros da comunidade Canção Nova
Graça: Eu e o Fabrício continuamos na leitura do livro “Amor e Responsabilidade” de Karol Woytilla, nosso querido servo de Deus João Paulo II. Em nosso último post com o tema: “Ceder sem deixar de ser eu mesmo” falamos sobre as escolhas no relacionamento. A leitura deste rico livro tem nos ajudado muito a aprofundarmos em assuntos que nos cercam neste tempo de namoro. E seguiremos tentando partilhar aquilo que estamos aprendendo, a partir das experiências concretas do namoro.
Fabrício: Então, voltemos ao tema do texto: “Amar” oposto de “Usar”.
Parece óbvio, mas para ajudar o nosso entendimento, o livro explica o que significa usar. E aqui eu traduzo esse significado em uma linguagem bem simples: usar é servir-se de um meio para alcançar um objetivo. Exemplo: Eu preciso chupar uma laranja por isso USO uma faca para descascar e alcançar meu objetivo – chupar a laranja. A partir dessa reflexão, uma frase do livro nos chamou atenção: “Ninguém pode servir-se de uma pessoa como um meio nem sequer o Deus-Criador.”

Graça: Uma experiência que eu fiz quando começamos a namorar e que foi de grande cura para mim, foi ouvir o Fabrício dizer que me amava. E que não queria me usar como um objeto de prazer, mas queria sim me fazer feliz. Chorei muito quando ele me disse isso, pois sonhava com alguém que me amasse de verdade.
Fabrício: Nós não podemos usar as pessoas, seus talentos, seus gostos como instrumento do nosso prazer. Minha namorada não é um objeto, mas uma pessoa que precisa ser respeitada. Quando a Graça me pede para fazer algo, também não posso ser um mero objeto. Mas no amor escolho fazer aquilo que me é pedido, também como um bem para mim, como meu objetivo. E assim, saio da dimensão do “ser usado” para o “amor”.
Graça: E este é o remédio para não usar o outro: o amor. Fazer por amor ao outro me faz assumir o que faço como meu próprio bem. Quando amo o outro me esforço para fazê-lo sentir-se amado. Se quero dar algum presente sempre penso no que mais vai fazer o Fabrício feliz. Pode ser que eu gostaria de dar uma camisa do flamengo, só que é a do cruzeiro que o fará mais feliz (risos). Porque a minha intenção primeira é fazê-lo feliz e não me sentir feliz, isto é uma conseqüência.
Fabrício: Outra coisa importante é o objetivo comum do relacionamento. Karol Woytilla o chama “o elo do bem comum”. Um objetivo escolhido pelos dois. Namoramos para nos conhecer, para fazer um ao outro felizes, para juntos crescermos enquanto pessoa e assumimos uma meta comum que move aquilo que fazemos um pelo outro.
Não devo usar a pessoa que amo, nem ser usado. Mas quando amo posso assumir o bem do outro como meu bem. Faz toda diferença. O amor faz os dois crescerem.
Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova

A partir desta frase comecei a recordar todas as vezes que o Fabrício me perguntou: “Amor, o que realmente você quer?” Sou muito indecisa e o medo do Fabrício é que eu faça as coisas apenas porque sei que ele gosta e me anule. Correndo assim o risco de perder minha identidade no relacionamento.
Chama-me atenção como o trecho do livro que lemos mostra a importância da pessoa, a maneira como ela é única, irrepetível, não pelo seu DNA ser único, mas por seu livre arbítrio, por sua interioridade. A Graça e eu nos preocupamos com isso. Sabemos que no namoro precisamos ser flexíveis quanto a nossa vontade, mas nunca devo deixar de ser eu mesmo.
Por isto, neste tempo de namoro, tenho me empenhado em me conhecer melhor. Porque se eu não tenho plena consciência de quem eu sou não consigo ser inteira no meu relacionamento com o Fabrício.
Ceder no namoro é importante. Fazer o que o outro gosta, mesmo que não seja o que eu gostaria de fazer. Esse exercício é saudável desde que com isso eu não esteja me anulando, sendo invadido neste território sagrado que é o meu livre arbítrio. Mesmo quando faço aquilo que não gostaria de fazer, preciso escolher por isso. Assumindo isso como uma decisão por amor e não como anulação da minha liberdade. Escolho porque amo.
Que Deus nos ajude a cada vez mais termos consciência de quem somos, para podermos de maneira inteira sermos do outro.
Veja também: O que fazer para meu namoro não acabar?
Fabricio Neto e Graça Maria
@fabphn e @gracacn
Membros da comunidade Canção Nova
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geleia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. “E eu nunca esquecerei o que meu pai disse:” – Amor! Adorei a torrada queimada…”
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. “Ele me envolveu em seus braços e me disse:” – Meu filho, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada… Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!”
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos casamos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando.
Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apóia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes. Quando um de nós partir para a glória de Deus, o mundo não vai acabar. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.
Amigos, essa história nos fez enxergar o quanto um relacionamento é para que nos completemos uma ao outro. Mostra-nos que as diferenças não são barreira. Cada pessoa em um relacionamento destaca-se em algumas coisas. Descobrimos assim, que ficar com o essencial e superar o limite um do outro é a grande chave da felicidade no relacionamento.
Quando um completa o outro nasce uma terceira pessoa, maravilhosa que só pode existir quando as diferenças são complementadas. E lembre-se Palavras positivas = mudanças significativas
Autor do texto: Desconhecido
Fábio Trevizan e Cintia Maria
@trevizancn e Cintia Maria
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Quando iniciamos um namoro é como se tivéssemos lançado uma semente na terra e esta precisa ser cuidada, regada com água, aquecida com calor, mas acima de tudo é preciso esperar, pois Deus é quem faz crescer.
Você deve estar se perguntando como viver isso? A resposta é muito simples: gentileza, carinho, gestos pequenos e significativos de atenção, um telefonema no meio do dia, uma conversa franca depois de uma situação difícil, uma florzinha, um e-mail, um pedido de perdão, um sorriso, uma palavra de incentivo, uma palavra de carinho, um abraço ou muitas vezes o silêncio. É a água e o calor que farão a graça de Deus entrar na sua vida e fazer o seu amor florescer.
Nestes quatro anos de namoro com o Fábio hoje meu noivo, pude experimentar esse amor que fomos regando a cada dia, amor que foi amadurecendo, e hoje eu começo a ver flores no meu jardim. Vencemos tantas dores, superamos muitas limitações e diferenças, mas permanecemos firmes, e cada dia é uma conquista, é uma vitória.
Amigos não desanimem diante das dificuldades, das diferenças e fraquezas no relacionamento, pois só quem persevera chega ao fim, só verá florescer aquele que tiver a coragem de esperar Deus agir no silêncio
Você quer ver flores no seu jardim?
Regue, aqueça, espere, ame seja feliz!!!
Com carinho,
Cintia Maria
twitter: @trevizancn, @namorocristao