Eu… Você… De repente, nós

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 23 de março de 2010 13:04

Afetividade e Sexualidade

namoro

Se existe algo que mexe como coração de um jovem que começa a descobrir a sua afetividade e a sua sexualidade, é o desejo de namorar. Cantada em verso e prosa, esta fase da vida faz parte do desenvolvimento humano e do plano de Deus para nos fazer crescer e amadurecer no relacionamento, sendo também um caminho (embora não o único, nem o maior) de exercitar a capacidade de amar.
Entretanto, para um jovem cristão, muitas interrogações se levantam: Por que namorar? Quando namorar? Como ter um namoro cristão?

PORQUE NAMORAR

Em primeiro lugar, é importante saber que o desejo de relacionar-se com o sexo oposto é algo natural e implica na forma como Deus nos criou. Deus criou o homem, criou ¬o homem e mulher.
A partir de um certo momento do desenvolvimento humano, sente-se a necessidade e a sadia curiosidade de relacionar-se com o sexo oposto, de descobrir parte da riqueza, da diversidade da obra criativa de Deus, uma outra pessoa que não é igual a mim, mas que em muitos pontos chega a me complementar. Neste ponto, o relacionamento com pessoas do outro sexo é enriquecedor e fonte de formação e edificação do meu crescimento como pessoa.

Entretanto, o que é belo e edificante pode-se transformar em situações que nem sempre nos edificarão ou contribuirão para o nosso crescimento. Devemos levar em conta que estamos vivendo em meio a uma sociedade hedonista, marcada pela sensualidade. A partir dos meios de comunicação, as próprias crianças, adolescentes e jovens vão sendo manipulados nos seus afetos e instintos para que, de maneira precoce e deformada, vejam na pessoa do outro sexo um objeto de prazer genitalista ou um meio de satisfação de suas carências afetivas.

Isto é fruto do pecado que marcou as faculdades do nosso ser e também das feridas de família, onde a fé e o desenvolvimento dos valores cristãos foram abandonados e a unidade e indissolubilidade do matrimônio e da família, na vivência do amor, são negligenciadas ou até atingidas de maneira irremediável, produzindo no meio de nós gerações marcadas pela dor, insegurança, desvios afetivos, psicológicos e sociais.

Por estes e muitos outros fatores, quando o (a) adolescente vai atingindo sua puberdade (e muitas vezes ainda como criança), a sociedade e, em muitos casos, a própria família, começam a exigir que este (a) jovem “arranje” seu namorado (a) para provar sua masculinidade ou feminilidade.

É preciso que entendamos que o processo natural e salutar de conhecimento do sexo oposto como pessoa não implica necessariamente em um relacionamento de namoro, quando, pelo contrário, a amizade é o passo fundamental e sadio onde, pelo diálogo e a convivência, vamos podendo construir mutuamente a nossa personalidade de maneira sadia e equilibrada. Muitos jovens cristãos, como muitos que encontramos, se perguntam: Qual é a hora de iniciarmos o namoro?

Em primeiro lugar, é necessário que alguns tabus possam ser quebrados. Isto não significa que todas as pessoas tenham que namorar. Precisamos nos lembrar neste mo¬mento das Palavras de Jesus que dizem: “Há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem tiver capacidade para compreender que compreenda.” (Mt 19,2)

Devemos nos lembrar que há muitos são chamados para a virgindade como uma oblação espiritual e um serviço à Igreja e aos homens, e nisto encontram sua plena realização. Alguns, muito cedo podem descobrir este chamado no seu interior e, apesar de como pessoa experimentarem a complementariedade do sexo oposto na convivência comum e fraterna, não viverão esta complementariedade no plano da afetividade-genitalidade, próprio dos que são chamados ao Sacramento do Matrimônio.

Alguns passam por relacionamentos de namoro antes de descobrir este sublime chamado, outros não precisam passar por esta etapa, pois a vocação já se faz manifesta no seu interior de maneira definida.

Para isso é necessário que o jovem cristão tenha sempre no seu interior este questionamento: – Qual é a vocação que Deus me chama a viver? – e uma reta e séria motivação de respondê-la. Sabemos que isso, para muitos, se constitui em um longo processo, onde graças a Deus vai iluminado, tirando a cegueira e apontando onde encontrar e aderir à sua vontade, pois aí está a felicidade.

Entrando no processo de namoro propriamente dito, falando para os jovens que acompanhamos, procuramos orientá-lo em algumas etapas para este discernimento:

A amizade .

A amizade entre sexos opostos é benéfica e edificante. A amizade se constitui em uma identificação que, se baseada em Cristo Jesus e nos valores do Evangelho, caracterizando-se pela doação de si e respeito mútuo, muito contribuirá para o nosso amadurecimento e crescimento. Atenção, nem toda amizade precisa desembocar em um namoro. Pelo contrário, é perigoso confundir as coisas.

As vezes a pessoa atrai fisicamente e afetivamente, mas isto não significa que seja da vontade de Deus e edificante para os dois um relacionamento mais profundo pelo namoro. Podemos acabar uma bela amizade se precipitarmos as coisas. É compreensível também que em um relacionamento entre um rapaz e uma moça que são atraentes, possam aparecer desejos e aspirações mais superficiais que, de uma maneira geral, pode jogar esses jovens em um relacionamento sem maiores bases. Ora, o aparecimento destes sentimentos só atestam a normalidade da afetividade e sexualidade de ambos e não deve ser ele, principalmente nos primeiros momentos, o ponto de discernimento de um compromisso de namoro.

Para evitar namoros precipitados (baseados só na atração física, carências ou sentimentos efêmeros), que fazem alguns mudarem de namoro como se troca de roupa e que, em vez de gerar crescimento, pode gerar tantas feridas, dores e marcas na pessoa e nos futuros relacionamentos, é preciso que se tenhamos um relacionamento de amizade. O momento é de aprofundar o conhecimento do outro e procurar ir à luz da oração e da convivência buscando alguns pontos de discernimentos.

Pontos de discernimento no plano psicológico:

Enquadramos aqui alguns pontos na maturidade humana e na identificação dos projetos e planos de vida, inclina¬cães, aspirações, gostos, formação e educação que cada um teve e que não podem ser ignoradas, sob o risco de serem fonte de profundos desgastes e verdadeiros furos que farão naufragar o relacionamento. Não se trata de que o outro seja igual a mim, mas que se nestes pontos podemos nos completar, aceitar e nos construir mutuamente, e se há maturidade em ambos para isto.

Pontos de discernimento no plano espiritual:

Se queremos nos relacionar em Deus e com Deus, este plano não pode ser esquecido. É necessário, na convivência, perceber as aspirações espirituais e se o outro está disposto a colocar Deus como o centro de um relacionamento, para que o relaciona¬mento não seja nada de egoísta, para a “minha”, ou “nossa” satisfação, mas para que ele, apoiado na Graça de Deus, seja voltado para Jesus, seguindo os Seus ensinamentos de renúncia, pureza e abertura. Conhecer a espiritualidade do outro, suas aspirações de conduta moral e de compromisso com a Igreja é fundamental para evitar conflitos futuros, ou namoros onde Deus e sua Palavra estejam ausentes.

Pontos para discernimento no plano afetivo:

A afeição em um relacionamento afetivo é o primeiro passo, mas com certeza não se constitui em sinal de presença real de uma semente de amor. Se o que me faz afeiçoar-me ao outro é só sua aparência física, isto tem sua importância, mas não é tudo.

As aparências passam e o coração, mentalidade e forma de ser permanecem. É preciso descobrir se o senti¬mento que me move tem a maturidade de ENXERGAR e ACEITAR os limites, defeitos e fragilidades do outro. Pondo na balança o que pesa mais, é o que nos une ou o que nos divide? Neste momento, um certo realismo é salutar, para que a paixão não cegue, e evitemos dar um passo que depois vai nos ferir e ferir ao outro.

Também convém ter a sensibilidade para perceber se eu ou o outro esta¬mos buscando um relacionamento para “minha” satisfação, fechado sobre nós mesmos e a nossa “fantasia romântica” ou se o relacionamento, mesmo com o tempero de romance, é voltado para Deus, para o outro e para as outras pessoas, numa perspectiva de abertura.

Permeando todas estas considerações e orientações, devemos encontrar a oração. É através dela, que a graça de Deus vai purificar as nossas motivações, iluminar a nossa cegueira, fazer-nos entender o que só humana¬mente não nos é possível, e perceber os reais sinais do Espírito que nos move ou nos detém para um relacionamento que, se quer ser cristão, deve buscar, em todos os sentidos, a maior glória de Deus.

A ajuda de uma pessoa mais amadurecida e vivida no campo espiritual e humano se constitui em ajuda indispensável para chegarmos a um discernimento claro e uma decisão conjunta e madura em nos comprometer em um relacionamento de namoro.

O Namoro

Uma vez sedimentado no nosso interior o processo de discernimento (que exige tempo, pois não se resume a dias ou poucas semanas, mas a alguns meses de convivência e oração) e chegando a um discernimento positivo em relação ao namoro, alguns pontos não podem ser esquecidos:

A amizade

O namoro é, antes de tudo, uma amizade que se aprofunda e sedimenta uma caminhada a dois. É essencial que o tempo que os na¬morados passam juntos seja anima¬do pelo diálogo e a abertura do seu ser que se deixa conhecer e revelar. Muitos namorados não sabem conversar e fogem em carícias, desagradáveis a Deus e destruidoras do relacionamento. O esforço do diálogo, conversar assuntos que unem e saber também conversar as divergências; revelar-se para o outro através da arte do diálogo é fonte de relacionamentos saudáveis e maduros.

A oração

A presença de Jesus dentro de um namoro cristão não pode ser decorativa ou em plano inferior. Ele tem que ser o primeiro para dar fertilidade ao relacionamento. Por isto, é necessário dar tempo e espaço para a oração, partilhar de experiências da vida espiritual, de leitura espiritual. É importante que se saiba que se tem a responsabilidade de levar o outro para Deus e para a Igreja, e não ser um obstáculo para a comunhão com Deus e o serviço na Igreja. A oração e os sacramentos serão também a fonte da graça para permanecer sob as orientações da Palavra e da Igreja, e nos capacitará a crescer na escola do verdadeiro amor, que é aquele que ama apesar dos defeitos e limites do outro.

A abertura

Os namorados cristãos não podem estar somente voltados para si mesmos, como se só o outro existisse, ou que este relacionamento, se não for o único, torne os outros opacos e insignificantes.

Os namorados cristãos sabem fugir do risco da dependência, que sempre é sinal de carência e não de verdadeiro amor, e se aplicam na abertura, amizade e dedicação aos outros (amigos, família), que também são fontes de complemento para a nossa vida, e esta abertura toma-se fonte de enriqueci¬mento do próprio namoro.

Os carinhos

Especial cuidado devemos ter neste campo, pois, muitas vezes, mesmo em namoros cristãos, constatamos cenas de carícias que levam a estados de profunda excitação emocional e orgânica que, seguindo o modelo do mundo considera-se normal, quando na verdade estes atos são apropriados para a preparação do ato conjugal dentro do matrimônio.

O não se deter no físico, e o traçar limites bem definidos e claros para os dois, buscando a pureza e evitando o puritanismo, é ponto básico e que muito necessita da graça para não se deixar levar pelas “facilidades” mútuas, que o sensualismo deste mundo e a concupiscência da carne plantaram em nós.

Nós precisamos construir um Mundo Novo, baseado na Boa Nova de Jesus e da Sua Igreja. Entretanto, não haverá Mundo Novo se não houver Famílias Novas. Não haverá Famílias Novas se não houver Namoros Novos, baseados na graça e no poder do Espírito.

Se meditarmos nestas orientações, sentiremos que são superiores à nossa capacidade. Lembre-se de que “o Verbo se fez carne”, por isto a graça penetrou em todas as realidades da vida humana, e Pentecostes é a certeza de que o Espírito nos capacita a dar nosso sim integral a Deus.

Escola de Formação Shalom**

Maria, nossa mãe intercessora.

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 19 de março de 2010 21:15

       O primeiro dos muitos milagres de Jesus ocorreu pela intercessão de Nossa Senhora. É nas bodas de Caná que Maria se revela nossa intercessora. Mesmo Jesus dizendo que sua hora ainda não havia chegado, ela se antecipa e pede aos servos para fazer tudo o que Ele dissesse, Maria sabia que já estava no tempo de Jesus manifestar a Gloria de Deus e fazer com que todos cressem nEle.

Veja nas palavras de São João: “Celebravam-se bodas em Caná da Galiléia e achava-se ali a mãe de Jesus. Também foram convidados Jesus e seus discípulos. Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: ‘Eles não tem vinho’. Respondeu-lhe Jesus: ‘Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou’. Disse então sua mãe aos serventes: ‘Fazei o que ele vos disser’. (…) Jesus ordena-lhes: ‘Enchei as talhas de água’ (…) Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória e seus discípulos creram nele.” (Jo 2. 1-5,7,11)

         Algum tempo depois, estando Jesus, na cruz, prestes a consumar plenamente a vontade de Seu Pai, Ele nos entrega, através de João, a Sua Mãe como nossa Mãe, nesse momento de dor, Maria nos recebe como seus filhos: “Junto à cruz de Jesus estavam de pé, sua mãe, a irmã de sua mãe Maria, mulher de Cleófas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse a sua mãe: ‘Mulher, eis aí teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe’. E dessa hora em diante o discípulo a levou para sua casa”. (Jo 19. 25-27)

 Você já parou para pensar na grandiosidade dessas duas passagens??

      Jesus além de nos entregar Maria como nossa mãe Ele nos confiou aos cuidados dela, Ele sabia que seus discípulos precisariam de uma mãe que intercedesse por eles e sabia que essa mãe deveria ser a mesma “Mulher”, forte e ao mesmo tempo tão singela, que o amou, criou e educou. A partir do momento que João recebe Maria como mãe, ele a leva para sua casa.

Maria é exemplo de paz e de fidelidade, presença de amor de Deus, ela é tudo o que um filho pode desejar.

   Hoje eu convido você a tomar a mesma atitude do “discípulo que Jesus amava” e a levar Maria, nossa senhora, para morar com você. É na companhia dela que aprendemos a esperar tudo em Deus e a fazer o que Ele nos disser. Ela é a ponte, foi escolhida pelo Espírito Santo como canal de graça. Através de seu amor de Mãe os milagres acontecerão e a gloria de Deus irá se manifestar na sua vida, por isso abra as portas da sua casa e do seu coração, “encha as talhas de água” e a deixe interceder por você e por sua família. Acredite, tudo o que a Mãe pede ao Filho o Filho obedece! Onde está Maria está também Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Maria é, por direito, a Rainha do céu e da Terra, mas acima de tudo ela é nossa Mãe intercessora e amiga.

by: Sua amiga Thaisa Kaciany

Veni Creator Spiritus (oração ao Divino Espirito Santo)

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 17 de março de 2010 21:04

esVinde Espírito Criador, as nossas almas visitai,
e enchei os nossos corações com vossos dons celestiais.

Vós sois chamados o Intercessor, do Deus excelso o dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.

Vós sois doador dos sete dons e sois poder na mão do Pai.
por Ele prometido a nós e por nós seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor,
nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.

O nosso inimigo repeli e concedei-nos vossa paz,
se pela graça nos guiais, o mal deixamos para traz.

Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer,
que procedei do seu amor, fazei-nos sempre firmes crer.

Amém.

by: Sua amiga Thaisa Kaciany

“Sede Santos”!

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 10 de março de 2010 21:15

Já que estamos falando de musica, quero partilhar com vcs a letra de uma linda canção que nos convida a sermos mais SANTOS e a nos deixar ser verdadeiramente amados por Deus, afinal Ele nos criou para esse propósito:

“Sede Santos”!

Deus consagrou um povo escolhido,
o amou profundamente desde toda a eternidade. Para ser sal e luz, gerar Cristo Jesus no seio da humanidade.

Hoje somos este povo tão amado, Deus nos chama a viver o seu amor.
Nos convida a todo instante sem cessar e pede a nós: sede santos.

Sede santos, esta é minha vontade, sede santos é o que eu mais quero.
Sede santos, esta é minha vontade, sede santos é o que eu mais quero.

Vou ser santo, esta é minha resposta, vou ser santo, eu digo sim, Senhor.

(Vida Reluz)

 “ A Santidade é um bem acessível à todos. Vida e santidade caminham juntos. Nem toda Vida é Santa, mas todo Santo Vive plenamente.”

 Qual é a sua resposta? ?

by: Sua amiga Thaisa Kaciany

Música: O mais próximo que temos da voz de Deus.

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 8 de março de 2010 21:10

music 

A música é uma forma de adoração. A Bíblia diz em Êxodo 15:1[b] “Então cantaram Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, dizendo: Cantarei ao Senhor, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.” Uma das formas de louvar a Deus é através da música. A Bíblia diz em Salmos 33:1-3 “Regozijai-vos no Senhor, vós justos, pois aos retos fica bem o louvor. Louvai ao Senhor com harpa, cantai-lhe louvores com saltério de dez cordas. Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo.” Salmos 81:1-2 “Cantai alegremente a Deus, nossa fortaleza; erguei alegres vozes ao Deus de Jacó. Entoai um salmo, e fazei soar o adufe, a suave harpa e o saltério.” Ela também é uma forma de decorar as Escrituras. A Bíblia diz em Colossenses 3:16“A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.” 

 A música nos proporciona momentos de grande iluminação. A experiência musical nos aproxima dos princípios estéticos de transcendência e sublimidade. Ela nos dá a sensibilidade de entender e olhar para dentro de conceitos tão grandes e misteriosos, como o amor, e os eleva ao sublime. Quem de nós não experimentou a sensação da suspensão das coordenadas do espaço e do tempo frente a uma obra de arte musical? Ou seja, a contemplação intelectual da eternidade transcende nossa natureza humana. A transfiguração do mundo através da beleza artística nos aproxima mais do entendimento da Unidade. A música é o mais próximo que temos da voz de Deus!

 CANTAR é alma, é dedos, dor e riso

CANTAR é ato de combate coletivo

pela acusação, pelo despertar e pelo aviso

CANTAR é uma maneira de ser povo

CANTAR é uma maneira de estar vivo

CANTAR é amar e deixar-se ser amado

 ”Não tenho nada que me prove a existência de Deus, mas mesmo assim Ele continua sendo o absoluto dos meus dias.Nunca choveu maná no quintal de minha casa e a imagem que tenho da Virgem Maria nunca derramou uma lágrima.O que tenho aqui é esta mão machucada, este dedo sangrando, este nó na garganta, este humano desconsolo, esta dor, esta cor e este olhar desconcertante de Deus, deixando-me sem jeito, ao dizer que me ama”. (Padre Fábio de Melo)

 CANTAR… é simplesmente ACREDITAR…

by: Sua amiga Thaisa Kaciany

Certezas (pra refletir)- Mário Quintana

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 5 de março de 2010 20:05

Não quero alguém que morra de amor por mim… Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim… Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível… E que esse momento será inesquecível..
Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre… E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.

Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente
importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.

Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia,
e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,
talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…

Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena…..

by: Sua amiga Thaisa Kaciany

Nunca é tarde para mudarmos de ideia!

By Thaisa Kaciany FreitaS*-*Silva, 3 de março de 2010 21:01

Descobri algo muito interessante: O pecado não está necessariamente dentro das pessoas, ele está “entre” as pessoas!   

direção
Jesus nos ensinou que o pecado acontece na maioria das vezes quando um relacionamento é rompido e que a salvação ocorre quando o restabelecemos. Veja a parábola do Filho Pródigo (Lucas 15:11-32) O filho mais moço pede ao pai a sua parte da herança e sai mundo a fora gastando todos os seus bens, até que ele arrependido resolve voltar para a sua família; ele chega até mesmo a ensaiar um discurso para pedir perdão ao seu pai, porém o pai feliz ao vê o filho amado retornando para casa corre ao seu encontro lhe dando um abraço e um beijo sem se importar com o que o filho havia feito, o seu coração estava em festa, afinal o laço de amor entre os dois que havia sido rompido, por causa do pecado, estava reatado novamente.
A palavra grega para “arrependimento” na Bíblia é METANOIA, que significa “mudar de idéia”, ou seja, é quando uma pessoa que se encontra em uma determinada direção resolve mudar e andar por outro caminho totalmente novo. Ao contar a parábola do filho pródigo, Jesus revela que para Ele é mais importante saber que finalmente estamos na direção certa e decidimos reatar o nosso relacionamento com Ele do que por onde andávamos antes de mudarmos de idéia.
Os bons relacionamentos nos curam por isso é necessário nos relacionarmos de um modo saudável com nós mesmos e com os outros.
Eu não sei por onde você tem andado ou em qual momento você decidiu parar de lutar, talvez seu problema esteja em um relacionamento mal resolvido com seu filho, seu pai ou até mesmo com o seu “amor”… pode ser também com a faculdade que você decidiu abandonar ou os amigos que te magoaram. Mas, sinceramente, não importa… Como diz uma musica famosa: “Águas passadas não movem moinhos”! Carlos Drummond de Andrade já dizia sabiamente:
“Não importa onde você parou…
Em que momento da vida você cansou…
O que importa é que sempre é possível recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
É renovar as esperanças na vida e, o mais importante…
Acreditar em você de novo.”
Coragem minha gente! Aproveite esse tempo que a quaresma nos dá para refletir um pouco sobre você e os caminhos que tem percorrido. Deus nos fez livres para seguirmos a direção que julgarmos ser a melhor, mas, nossa vida só tem sentido quando nos rendemos à graça dEle e nos jogamos nos Seus braços de Amor. Para Ele não importa quantas vezes caímos, mas, sim quantas vezes vamos querer levantar.
Acredite! Sempre é possível recomeçar. Nunca é tarde para mudarmos de direção!
Ser feliz é URGENTE!

by: Sua amiga (que anda meio sumida) Thaisa Kaciany

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